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Xapuri registra mais 6 casos positivos e Covid-19 afeta quase todos os bairros da cidade

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O município de Xapuri registrou nessa terça-feira (2) mais 6 casos positivos do novo coronavírus, agente causador da doença denominada Covid-19, que já atinge quase todas as regiões da cidade. Apenas 3 dos 10 bairros comumente reconhecidos na atual organização urbana local não possuem ocorrência da infecção.

Os novos pacientes são 3 homens e 3 mulheres com idades que vão dos 29 aos 58 anos. Com esses casos, Xapuri vai ao número de 48 diagnósticos positivos, dos quais 19 já tiveram alta e 1 resultou em óbito. Estão sendo monitoradas 245 pessoas e 35 amostras enviadas ao Laboratório Central de Saúde Pública – Lacen – ainda estão em análise.

O Boletim Municipal dessa terça-feira diz que há demora na emissão de resultados de exames devido à grande demanda que há em Rio Branco, motivo pelo qual ocorrem subidas repentinas na curva de casos positivos que, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, se mantém em “estabilização gradual”.

“Registra-se uma demora na emissão de resultados devido a demanda em Rio Branco. Após a saída dos laudos, a curva de casos sobe, porém segue a estabilização gradual registrada em Xapuri tendo em vista o tratamento, isolamento de monitoramento desses 35 pacientes que estão aguardando resultados”, diz o documento.

O boletim também divulga a distribuição dos casos confirmados no município, com registros tanto na zona urbana quanto em localidades rurais. Na cidade, as únicas áreas que ainda não foram afetadas são os bairros Cageacre, Cerâmica e Constantino Melo Sarkis. A região central da cidade, com 17 casos positivos, é a mais atingida até o momento.

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Cidades

Cidade de Mâncio Lima recebe da Energisa certificação de cidade eficiente

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O projeto no valor de pouco mais de R$ 290 mil substituiu mais de 250 pontos de lâmpadas a vapor de sódio por lâmpadas de leds com maior durabilidade, baixo custo de manutenção e iluminação melhor.

O Município de Mâncio Lima recebeu na última terça-feira, 22, a placa alusiva ao Programa de Eficiência Energética – PEE da ANEEL, executado pela Energisa. O Município efetuou a substituição da tecnologia atual das luminárias, com lâmpadas a vapor de sódio, por luminárias com tecnologia led em mais de 250 pontos da cidade adquirindo uma iluminação pública mais eficiente, além de reduzir a demanda por energia e evitar o desperdício. O convenio no valor de pouco mais de R$ 290 mil foi assinado em janeiro deste ano.

“Este convênio gerou uma economia anual ao município de mais de R$ 120 mil, melhoramos em mais de 70% a qualidade na iluminação pública da cidade e, estamos trazendo a nossa população mais segurança em nossas vias e economia na taxa de iluminação pública que é cobrada. A Energisa tem sido uma parceira muito importante para nós, além da substituição das lâmpadas antigas por lâmpadas de LED, já protocolamos junto a empresa um pedido de extensão da rede de energia em alguns bairros gerando mais economia ao consumidor.

Nosso objetivo é contemplar toda a cidade com essa tecnologia de LED que é viável economicamente e tem um custo de manutenção é muito baixo”, disse Isaac Lima, Prefeito de Mâncio Lima.

O objetivo do PEE é promover o uso eficiente da energia elétrica em todos os setores da economia por meio de projetos que demonstrem a importância e a viabilidade econômica de melhoria da eficiência energética de equipamentos, processos e usos finais de energia, buscando maximizar os benefícios públicos da energia economizada e da demanda, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica.

“O principal aqui, e esse tem sido um dos objetivos da Energisa, é a parceria, parceria saudável, de resultados positivos e que muito nos alegra. Fico muito feliz em estar hoje em Mâncio Lima entregando essa placa como reconhecimento do trabalho desta gestão para tornar esta cidade eficiente energeticamente. Buscamos sempre levar aos municípios qualidade de vida para os moradores, o Programa de Eficiência Energética é totalmente voltado para isso, trazer esse benefício, essa melhoria nas contas públicas, redução do valor gasto em manutenção e na conta de energia da Prefeitura para que o gestor possa investir esses recursos economizado em outras áreas”, finalizou Stingler Cândido de Almeida, Coordenador Comercial da Energisa no Juruá.

A vice-prefeita ngela Valente destacou a honraria ao enfatizar que com o programa e a parceria com a Energisa o município economizou na manutenção de lâmpadas e na conta de energia.

“São ações como essas que nos motivam a continuar fazendo mais por nosso município, faz uma grande diferença economizar na conta da luz e investir esses recursos em áreas prioritárias para melhorar a qualidade de vida da nossa população”, afirmou a vice-prefeita ao receber a placa de reconhecimento da parceria.

Através do convênio foram investidos cerca de R$ 290 mil para troca de 265 lâmpadas e melhoria da iluminação nos principais pontos da cidade com trocas de reatores e luminárias que consomem mais energia por lâmpadas Leds, mais econômicas e eficientes. Com o Projeto de Eficiência Energética da distribuidora, o município está economizando com a conta de iluminação pública cerca 201,96 mil kWh/ano o que corresponde aproximadamente R$ 123 mil reais por ano.

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Cidades

FCCV realiza serviços de manutenção na UBS Abel Pinheiro, no bairro Formoso

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A Fundação FCCV iniciou nesta terça-feira (22) serviços de melhorias e manutenção na Unidade Básica de Saúde (UBS) Abel Pinheiro, no bairro Formoso, em parceria com a Prefeitura de Cruzeiro do Sul. O objetivo da ação é promover ações de recuperação na estrutura da unidade com o objetivo de garantir melhor atendimento para a população.

A lista de serviços inclui reparos nos drenos de aparelhos de ar condicionado, troca de lâmpadas e bocais, recuperação e troca de trincos das portas e manutenção em banheiros e torneiras. Com estas ações, a UBS terá melhores condições tanto para pacientes quanto para os profissionais que atuam nela.

A expectativa é que os serviços sejam concluídos nesta quinta-feira (24). Estas ações integram o Projeto Saúde em Foco, desenvolvido em parceria entre a FCCV e a Prefeitura com o objetivo melhorar o atendimento à saúde da população de Cruzeiro do Sul.

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Cidades

Prefeitura de Xapuri e Iteracre reafirmam parceria para a entrega de títulos definitivos

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O prefeito de Xapuri, Ubiracy Vasconcelos, e o presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Alírio Wanderley Neto, assinaram nesta terça-feira a renovação de um termo de cooperação que foi firmado em 2017 com o objetivo de concluir o processo de regularização fundiária urbana do município que se arrasta há vários anos.

Com a reafirmação do termo de cooperação técnica, a prefeitura e o órgão estadual, que já fez o levantamento cartográfico de toda a cidade, pretendem fazer a entrega dos 150 primeiros títulos nos próximos 120 dias. A previsão é de que as outorgas comecem a ser feitas pelo bairro do Mutirão e se estenda, posteriormente, para todas as regiões da cidade.

“Viemos aqui assinar o termo de renovação da parceria para que a gente possa dar prosseguimento com o Iteracre, que está cuidando disso, e o cartório de Xapuri já está com 150 títulos para que possamos fazer as primeiras entregas. Acreditamos que ainda este ano entregamos a primeira leva. Aí, entregou a primeira o restante é meio que automático”, explicou o prefeito.

Em 2012, o município de Xapuri obteve da Justiça, a partir de uma ação impetrada pela Serventia Extrajudicial da Comarca, a autorização para emitir os títulos definitivos, desde que houvesse um projeto de execução e que não fosse cobrada qualquer taxa ou quantia para emissão, exceto a cobrança referente ao Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).

O objeto da ação compreende uma área total de 71 hectares, na qual estão situados 1.101 imóveis e mais de 5 mil pessoas. O terreno havia sido doado recentemente pelos representantes do espólio de Jofre Alves Koury ao município de Xapuri e compreende mais de 50% da área urbana, incluindo o local onde está situada sede da Cooperacre, antiga Fundação Chico Mendes.

À época da sentença judicial, o magistrado Luís Gustavo Alcalde Pinto também autorizou o Cartório de Registro de Imóveis do município a proceder com os registros dos documentos em favor dos proprietários dos bens, desde que fosse apresentado o memorial descritivo da área, mapa e a identificação dos respectivos possuidores.

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Cidades

Governo do Acre monta grupo para gerenciar crise em áreas de Segurança do Estado

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A partir de agora, o governo do Acre vai contar com um setor específico para tratar situações de emergência e que possa gerenciar as crises que requeiram uma resposta rápida e precisa da administração pública. Por meio do Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira, 22, o governo regulamenta o seu Gabinete de Gerenciamento de Crise.

De acordo com o decreto, é considerada crise todo incidente ou situação crucial não rotineira, que se manifeste repentinamente e exija uma resposta especial e imediata, em razão da possibilidade de agravamento conjuntural, com grande risco à vida e ao patrimônio, tais como: motins em presídios, motins em Unidades Socioeducativas, roubos com reféns, sequestros, atos de terrorismo e/ou ocorrências envolvendo bombas e explosivos, grave distúrbio civil, ocupação ilegal de terra e/ou conflitos fundiários, bloqueio de estradas, enchentes, tentativas de suicídio, acidentes massivos envolvendo transporte aéreo, rodoviário e/ou fluvial, grandes incêndios, dentre outros desastres naturais e tecnológicos.

O Gabinete Integrado de Gerenciamento de Crises (GIGC) será composto pelo Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP,) que vai ser o presidente, Delegado-Geral da Polícia Civil, Comandante-Geral da Polícia Militar, Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, Presidente do Instituto de Administração Penitenciária, Presidente do Instituto Socioeducativo e o Presidente do Departamento Estadual de Trânsito.

De acordo com o decreto, é função do Gabinete Integrado de Gerenciamento de Crises (GIGC) assessorar o Governador do Estado do assuntos relacionados a situações de crise no âmbito da Segurança Pública, aplicar as medidas necessárias para a resolução de crises, com plena autonomia e responsabilidade em todas as deliberações emanadas e resultados obtidos no decorrer de possível evento, manter, em condições de emprego, equipes de gerentes de crises e de negociadores, equipe tática de resgate e equipes de assessoramento especializado (de inteligência, jurídica, psicológica, de comunicação social e de empresas prestadoras de serviço público), para atuarem no evento de acordo com as necessidades observadas, designar, mediante portaria de seu Presidente, um Gerente e, no mínimo, dois Negociadores para atuação no local da ocorrência, transmitindo-lhes todas as orientações e decisões do GIGC, de forma a subsidiar os trabalhos de resposta ao evento crítico e um porta-voz, cuja função será prestar, aos veículos de comunicação, informações sobre a crise e seu gerenciamento.

O documento estabelece que o Gerente de Crise deve ser, obrigatoriamente, Oficial Superior da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros Militar ou Delegado de Polícia Civil ou Diretor de Unidade Penal e/ou Diretor de Unidade Socioeducativa, com comprovados conhecimentos em “Gerenciamento de Crises”, habilitado por instituições estaduais, nacionais ou internacionais, devidamente cadastrado e selecionado pela SEJUSP.

Já o Negociador deve ser Policial Civil, Militar ou Penal, Bombeiro Militar ou Agente Socioeducativo, com comprovado conhecimento em “Técnicas de Negociação”, habilitado por instituições estaduais, nacionais e/ou Internacionais, devidamente cadastrado e selecionado pela SEJUSP.

O Gerente de Crise de que trata o estabelecerá o seu Posto de Comando (PC) no local do evento crítico, de onde coordenar todas as ações e operações, em trabalho integrado com a equipe de negociadores, reportando-se diretamente ao Presidente do GIGC.

Em se tratando de conflitos agrários ou fundiários, a negociação deverá ser conduzida por representante do Instituto de Terras do Acre – ITERACRE.

As equipes táticas da Polícia Militar, da Polícia Civil, Polícia Penal, do Corpo de Bombeiros Militar e/ou servidores especializados, bem como veículos especiais e/ou aeronaves do Governo do Estado poderão ser requisitados pelo GIGC, para auxiliar nas operações de resgate de reféns e demais ações especializadas, quando tais medidas se mostrarem necessárias ao controle da crise.

O decreto trata ainda de quem deve, preferencialmente, ser chamado dependendo da situação: nos casos de sequestro, em que o cativeiro estiver situado em local desconhecido: integrante de Grupo Especializado da Polícia Civil.

Nas situações de tomada de reféns em local conhecido pelo público, com continuação de outros crimes, bem como nas ocorrências terroristas, ressalvadas as atribuições dos órgãos federais, e nas que envolvam artefatos explosivos: integrante do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar.

Já em ocorrência de rebelião em unidades prisionais, unidades Socioeducativas, graves distúrbios civis e ocupações ilegais com alto risco potencial: integrante do Batalhão de Operações Especiais – BOPE – da Polícia Militar, ressalvados os casos onde não houver Integrantes do Grupo de Operações Especiais do IAPEN.

Quando houver a ocorrência de desastres naturais, grandes incêndios industriais, vazamentos de produtos perigosos, desabamentos de grandes edificações, enchentes, acidentes massivos envolvendo transportes fluviais e aéreos de grandes proporções: um integrante do Corpo de Bombeiros Militar.

As ações táticas principais de intervenção no ponto crítico obedecerão aos seguintes critérios: nos casos de sequestro, em que o cativeiro estiver situado em local desconhecido, ficam a cargo do Grupo Especializado da Polícia Civil as ações de resgate de reféns; nas situações de tomada de reféns em local conhecido pelo público, com continuação de outros crimes, ficam a cargo da Polícia Militar as ações de resgate de reféns, por intermédio da Companhia de Operações Especiais do Batalhão de Operações Especiais – BOPE – da Polícia Militar.

No caso de ações de controle de tumulto, desinterdição de vias, reintegração de terra e controle de distúrbio civil, caberão à Companhia de Choque do Batalhão de Operações Especiais – CPChoque – BOPE – da Polícia Militar.

O decreto estabelece que nas crises envolvendo tentativa de suicídio, em que o causador esteja de posse de arma branca ou de fogo, ficam a cargo da Companhia de Operações Especiais do Batalhão de Operações Especiais – BOPE – da Polícia Militar as ações de resgate; estando desarmado o causador, a responsabilidade pelas ações táticas de resgate recairá sobre o Corpo de Bombeiros Militar; nos casos de ocorrências típicas de salvamento e combate a incêndio, ficarão a cargo do Corpo de Bombeiros Militar todas as ações táticas principais; as ocorrências terroristas, ressalvadas as atribuições dos órgãos federais, e as que envolvam artefatos explosivos, serão de responsabilidade do Batalhão de Operações Especiais – BOPE – da Polícia Militar.

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