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PF pode voltar a pedir prisão de prefeitos envolvidos no escândalo de medicamentos

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Alegando cumprir determinações do código de ética da instituição, os delegados da Polícia Federal que participaram da entrevista coletiva sobre a investigação que estima um prejuízo de R$ 37 milhões em desvios de recursos públicos da saúde, não divulgaram detalhamento do suposto envolvimento de cada prefeitura no esquema.

Também não foram divulgados quais agentes públicos e quais os prefeitos que a Polícia Federal pediu a prisão e o afastamento do cargo, mas que fora negado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Durante a entrevista coletiva, o delegado responsável pelas investigações, Luís Carlos da Silva Júnior, revelou que a PF pediu a prisão e o afastamento de agentes públicos, inclusive prefeitos, o que acabou sendo negado pela justiça.

Foram cumpridos 85 mandados de busca e apreensão. A Polícia Federal tem agora um vasto material que deve ser analisado. Tais análises verificam o envolvimento dos prefeitos de Cruzeiro do Sul, Xapuri, Rio Branco, Rodrigues Alves, Marechal Thaumaturgo, Epitaciolândia, Bujari e Jordão.

Caso o material apreendido se transforme em provas contundentes, novos pedidos de prisões de prefeitos podem ser solicitados pela Polícia Federal. De acordo com as investigações, as prefeituras movimentaram, com uma única empresa acusada de participar dos supostos desvios, cerca de R$ 70 milhões em quatro anos. A PF acredita que cerca de metade desse valor seja alvo de corrupção.

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