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Após ação da PF, Ilderlei diz que recebeu proposta de propina de empresários: “Não é a minha índole roubar”

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Em resposta à Operação Off-Label, da Polícia Federal, que realizou buscas e apreensões em sua casa e Sede da Prefeitura de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro disse que não comprou medicamento superfaturado. A afirmação foi dada durante entrevista coletiva nesta quarta-feira, 3.

Sem dar maiores detalhes, ele cita que chegou a ser procurado por empresários com propostas de propina e outras negociações, mas que nunca aceitou. “Não é a minha índole roubar. Já fui deputado, estive no centro do poder e não tive meu nome manchado”.

O gestor diz que levaram da casa dele, além de celulares e computadores, o carro da mulher dele e jóias, incluindo um relógio que era do pai dele, o ex-deputado federal Ildefonso Cordeiro, morto em acidente aéreo em 2002.

Esta é a segunda ação deste ano da Polícia Federal envolvendo Ilderlei Cordeiro. Em fevereiro a Operação Presságio prendeu assessores dele após a investigação do desvio de recursos federais por meio de uma Organização Não Governamental, a CBCN.

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Cotidiano

49% das famílias de Rio Branco tem renda menor que as despesas mensais

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Uma pesquisa feita pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Acre (Ifepac), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio/AC) revelou uma realidade que quase todo morador de Rio Branco conhece bem: o aperto financeiro do final do mês. Os dados, levantamentos de forma remota, mostram que para 47% das pessoas contatadas, a renda da família residente no mesmo endereço se apresentaria superior à soma das despesas fixas do mês. Porém, para 49%, a renda atual da família não alcançaria o valor mensal exigido pelas despesas domésticas.

Por conta da pandemia, com as pessoas ficando mais tempo em casa, as despesas domésticas aumentaram. Ao menos 55% da população de Rio Branco aumentou o consumo doméstico em relação ao ano passado, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Acre (Ifepac), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio/AC). O estudo foi feito de forma remota junto a moradores da capital acreana entre os últimos dias 27 de agosto e 17 de setembro e o objetivo era estudar o perfil do consumidor local para, efetivamente, traçar metas quanto as medidas a serem tomadas.

Em relação à população economicamente ocupada em Rio Branco, 80% da parcela contatada afirmou trabalhar no âmbito da iniciativa privada, aí considerado as pessoas com vínculo formal de trabalho mais aquelas que desenvolvem atividades econômicas como autônomas. Os demais, 20%, se apresentaram como servidores públicos. Quanto ao nível de renda das famílias de Rio Branco/AC, as informações apontaram que 62% recebem renda mensal de até quatro salários mínimos, sendo 2% com renda de até um salário; 25% entre um a dois salários; e 35%, entre dois a quatro. Conforme a pesquisa, 28% teriam renda igual e superior a cinco salários mínimos.

A pesquisa concluiu ainda que, diante a situação da crise instalada no país, 55% da população com atividade remunerada na capital acreana disse acreditar apenas na manutenção no nível de renda atual nos próximos meses. Outra parcela de 16% enxergou cenários capazes de contribuir para crescimento de renda nos próximos meses, mesmo se mantendo a situação econômica atual; 13% não se manifestaram quanto a perspectiva de variação de renda no curto prazo, e outros 16% entenderem que haverá redução da renda familiar nos próximos meses.

Além disso, para 18% dos rio-branquenses, a renda da família experimentou crescimento em relação ao ano passado, enquanto a parcela de 41% destacou redução; 39% que afirmou sobre renda familiar inalterada com relação ao ano passado. O estudo reafirmou também que, com a normalidade da atividade comercial, 27% da população de Rio Branco/AC afirmou acreditar que as famílias terão aumento de consumo doméstico, considerando a perspectiva de reabertura de diversos postos de trabalhos ora interrompidos. Entretanto, mesmo com a normalidade das crises, para outra parcela de 33%, o nível de consumo doméstico deve permanecer inalterado. A pesquisa observou ainda mais 33% sem perspectiva de aumento de consumo doméstico das famílias no curto prazo.

Para 55% da população, seria remota a possibilidade de manutenção dos empregos da família após a travessia desse período de incertezas. Outra parcela (31%) estimou que apenas o emprego do contatado deve ser mantido, os demais da família serão perdidos. Ainda houve a parcela (14%) da população que não se manifestou sobre manutenção (ou não) de empregos nos próximos meses. Com relação à oferta de crédito bancário no Brasil, 53% dos rio-branquenses consideraram as modalidades como de alto custo e complexas para acesso das pessoas comuns. Para outra parcela de 29%, tratava-se de oferta desestimulante. Porém, 16% embora considerando um produto financeiro de alto custo, acharam de fácil acesso para quem interessar.

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Cotidiano

Polícia fecha “boca de fumo”, apreende 4 mil reais e lista de supostos clientes

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Agentes da Delegacia da Segunda Regional, localizada na Cidade do Povo, cumpriram na manhã desta quarta-feira, 23, um mandado de busca e apreensão em uma residência localizada no Ramal do Canil, região da Vila Acre, região do Segundo Distrito de Rio Branco. Na ação foi apreendido aproximadamente R$ 4 mil e uma lista com nomes de supostos clientes de traficante.

Segundo a polícia, a residência era usada como ponto de comercialização de entorpecentes. Durante vistoria na casa, os policiais lograram êxito em apreender material para embalagem de droga, recipientes que supostamente era usado para a mistura de droga e anotações com nomes de pessoas que provavelmente tem envolvimento com o crime de tráfico de drogas dominado pela facção local.

O proprietário da residência não foi localizado. Os materiais apreendidos foram encaminhados a delegacia para os devidos procedimentos. De acordo com o delegado responsável pela ação, Jarlen Martins, a investigação deve continuar e novas prisões devem ser cumpridas nos próximos dias.

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Cotidiano

Homem é preso com procuração falsa em cartório do 2º Distrito de Rio Branco

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Agentes da Delegacia da 2ª Regional de Polícia Civil prenderam em flagrante um homem na manhã desta quarta-feira, 23, pelo crime de falsidade ideológica e falsificação de documento público. A prisão aconteceu em um cartório localizado na região do Segundo Distrito de Rio Branco.

No momento da prisão o mesmo apresentou uma procuração falsa de um veículo do Estado de Rondônia, em nome de terceiro, a qual dava plenos poderes ao mesmo.

Durante a verbalização com o suspeito, a polícia encontrou em posse do acusado, várias outras procurações e contratos de compra e venda de veículos e imóveis, momento em que foi dado voz de prisão e apreensão do veículo.

De acordo com o delegado responsável pelo inquérito, há fortes indícios de que o veículo seja adulterado, o que será comprovado pela equipe técnica da Polícia Civil. O delegado ressaltou também que a investigação será continuada para identificar mais pessoas envolvidas no caso.

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Cotidiano

Justiça do DF suspende volta ao trabalho presencial de peritos médicos e corte no ponto

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A Justiça Federal no Distrito Federal suspendeu o corte no ponto dos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que não voltaram ao trabalho. A decisão, assinada pelo juiz federal Márcio de França de Moreira, também determina que seja suspensa a volta dos peritos ao trabalho presencial.

Moreira é o responsável por uma ação movida pela Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social (ANMP).

O governo determinou a volta dos peritos ao trabalho presencial na semana passada. Mas a ANMP não quer retomar as atividades e alega que as agências do INSS, reabertas depois do fechamento por causa da pandemia de Covid-19, ainda não cumprem as especificações de segurança sanitária.

Moreira também ordenou que o governo faça novas vistorias nas agências liberadas para a reabertura.

Na decisão, o juiz escreveu que, diante do risco de que as agências não estejam seguras para evitar o contágio pelo coronavírus, optou pelo “princípio da prevenção”.

“Assim, diante do risco de dano ao meio ambiente do trabalho e à saúde do trabalhador, cabe invocar o princípio da prevenção para suspender os atos administrativos que suprimiram ou relativizaram os itens básicos de proteção”, afirmou Moreira.

A Advocacia-Geral da União (AGU) já estuda recorrer da decisão judicial.

Enquanto o governo e a categoria dos peritos travam uma queda de braço, o país tem cerca de 1,5 milhão de processos na fila do INSS, incluindo 790.390 que aguardam perícia médica.

Ao todo, o INSS tem 3,5 mil peritos, mas nem todas as agências estão liberadas para o retorno desses profissionais – e parte deve seguir em trabalho remoto.

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