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CRM contradiz Eduardo Farias e afirma que não há pessoas morrendo por falta de médicos

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A declaração do médico e vereador pelo PCdoB, Eduardo Farias, dada ao ac24horas sobre a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília-DF, de não permitir que o Acre contrate médicos sem o Revalida, motivou uma resposta do Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM/AC).

Eduardo afirmou que é a favor, em razão do momento de pandemia, de contratar os médicos sem registro. “Eu discordo totalmente da decisão que o CRM em relação a não contratação de médicos que não tenham registro aqui no Brasil. Tem muita gente que não tá compreendendo a situação. Estamos vivendo um momento fora da normalidade. Tem muita gente que diz que esses médicos não tem registro e que, por isso, pode matar as pessoas. Pessoal, tem gente que tá morrendo por falta de acesso ao médico. Tem gente tomando laranja batido com limão no liquidificador por falta de orientação médica. Tem gente morrendo sem conseguir ver o rosto de um médico”, afirmou.

O CRM do Acre se posicionou e afirmou que o recurso mencionado foi interposto pelo Governo Federal, destacando que ratifica o mesmo posicionamento.

Na nota, o CRM afirma que não é verdade que há pessoas morrendo por falta de médicos. “No que se refere à suposta ausência de médicos e à notícia de que existem pessoas morrendo sem atendimento médico, esclarecemos que esta informação não é verídica. Não existe qualquer dado nesse sentido”.

O CRM disse ainda que a responsabilidade pela contratação de médicos é do poder público e que o apelo pela contratação de médicos no Estado é luta antiga das entidades médicas, inclusive do próprio Conselho de Medicina do Acre, que já ingressou com ação judicial contra o Estado do Acre buscando o atendimento dessa demanda.

Por fim, o Conselho Regional de Medicina declarou que já existiam outras alternativas, mas que só foram aplicadas após o Tribunal Regional Federal não permitir a contratação de médicos sem Revalida. Destacou como exemplos, o remanejamento de profissionais e solicitação ao Governo Federal de suporte do Programa Brasil Conta Comigo, destinado a apoiar os Estado nesse tipo de situação.

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Brasil atinge neste sábado menor número médio de mortes em 17 dias, apontam dados da Fio Cruz

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A média diária de mortes por covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias, no Brasil chegou a 687,86 casos ontem (25), segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Houve queda de 10,35%, ou 79,23 registros a menos, em relação à sexta-feira anterior (18), quando haviam sido registradas 767,29 mortes.

Esse é o menor número médio de mortes desde o dia 9 de setembro (682,86). O pico de mortes (1.095,14) foi atingido em 25 de julho. Desde então, apresentou tendência de queda (com oscilações e leves altas) até o dia 9 de setembro. Depois disso, as mortes voltaram a aumentar até chegarem a 814,57 no último dia 15 e depois caíram novamente.

A média diária, de acordo com a média móvel de sete dias, de novos casos é de 27.587,86. Também aqui há uma tendência de queda, mas desde o dia 16 de setembro, quando foram registrados 31.374,86 novos casos.

A média móvel de sete dias é calculada somando-se o número de mortes nesse intervalo de tempo (o dia de referência mais os seis dias anteriores) e dividindo-se o total por sete. Com isso, é possível reduzir o impacto de oscilações diárias.

Entre os estados, há aqueles que apresentaram na última semana altas e aqueles que apresentaram queda. Entre as quedas, destacam-se Rondônia (-46%), Pará (-43,34%), Santa Catarina (-26,17%) e Rio Grande do Sul (-20,26%). Entre as altas ocorridas do dia 18 de setembro até ontem aparecem Paraíba (17,5%), Sergipe (15,29%), Espírito Santo (12,44%).

Agência Brasil

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Acidentes de trânsito com morte devem cair 43,7% no Acre devido à pandemia, prevê DPVAT

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Em um levantamento inédito com projeções de ocorrências de trânsito até o final de 2020, a Seguradora Líder prevê uma queda de 43,7% dos acidentes com mortes no Acre.

Os acidentes que deixam invalidez permanente vão cair 40,9%, segundo a previsão da Líder, gestora do seguro DPVAT.

No país, a projeção diz que a queda será de 19% no número de ocorrências indenizadas pelo Seguro DPVAT.

No Acre, o reembolso de despesas médicas cairão 14,9%. O estudo leva em consideração o período de isolamento social por conta da pandemia da Covid-19.

A estimativa é que 229.646 vítimas recebam o benefício por acidentes ocorridos neste ano. Apesar da redução, o Brasil permanece registrando uma média de 30 mil mortes causadas por acidentes.

O número está acima da meta firmada pela Década de Ação pela Segurança no Trânsito da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 2011, quando a iniciativa foi lançada, morriam no trânsito 24 pessoas por 100 mil habitantes. Com o acordo, esperava-se que, até 2020, houvesse uma redução de 50% no número de mortes.

No entanto, segundo a análise, a taxa ficará em 14 vítimas fatais por 100 mil habitantes. Do total de ocorrências previstas pelo estudo até o final de dezembro, 143.842 estão relacionadas a coberturas por invalidez permanente, 56.408 a indenizações para despesas médicas e 29.396 a casos de morte.

Em meio à Semana Nacional do Trânsito, a Seguradora Líder espera contribuir, por meio dos dados do Seguro DPVAT, para a construção de novas políticas públicas que garantam a segurança de motoristas, passageiros e pedestres.

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Prazo para registro de candidatura nas eleições 2020 termina neste sábado (26)

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Este sábado, dia 26 de setembro, é o último dia para os partidos políticos e as coligações apresentarem à Justiça Eleitoral, até às 19h, o requerimento de registro de seus candidatos, sendo possível a transmissão via internet até às 8h. O prazo é alertado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A entrega dos registros fisicamente já ocorre desde a última segunda-feira (21). Para ser candidato, a Constituição Federal exige do cidadão a nacionalidade brasileira, o pleno exercício dos direitos políticos, o alistamento eleitoral, o domicílio eleitoral na respectiva circunscrição, a filiação partidária – portanto, as candidaturas avulsas estão proibidas – e a idade mínima fixada para o cargo eletivo almejado.

Para concorrer a cargos de prefeito ou vice-prefeito, o candidato precisa ter 21 anos e, para disputar uma vaga de vereador, deve ter 18 anos. A idade mínima para ocupar o cargo é verificada tendo como referência a data da posse. Além disso, para concorrer, o postulante a um cargo eletivo precisa estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, não pode ser devedor de multa eleitoral.

Os pedidos de registro de candidatura devem ser apresentados pelos partidos políticos e coligações aos respectivos juízes eleitorais. O pedido será elaborado no Módulo Externo do Sistema de Candidaturas (CANDex), disponível nas páginas eletrônicas dos tribunais eleitorais.

No caso de o partido político ou coligação não solicitarem o registro de seus candidatos, estes poderão requerer o registro no prazo máximo de dois dias após a publicação do edital de candidatos do respectivo partido ou coligação no Diário de Justiça Eletrônico (DJe).

A Resolução TSE nº 23.609/2019 estabelece que qualquer cidadão pode concorrer às eleições desde que cumpra as condições constitucionais e não esteja impedido por qualquer causa de inelegibilidade prevista em lei. Pelo texto, para disputar o pleito, o candidato deverá possuir domicílio eleitoral na respectiva circunscrição e estar com a filiação deferida no partido político pelo qual pretende concorrer seis meses antes das eleições.

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Caixa paga nova parcela do auxílio para 5,6 milhões de trabalhadores nesta sexta-feira

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A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta sexta-feira (25) nova parcela do auxílio emergencial para 5,6 milhões de beneficiários. 4 milhões de nascidos em setembro vão receber alguma parcela (da primeira até a quinta) do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães chefes de família) em Conta Poupança Social Digital.

Cerca de 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com número do NIS de final 7 vão poder sacar a sexta parcela – a primeira do auxílio emergencial extensão de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família) que será pago em quatro parcelas até dezembro.

Os pagamentos para quem não está no programa Bolsa Família fazem parte do chamado Ciclo 2 de pagamentos. Para quem pertence ao Bolsa, o calendário (que você pode ver clicando aqui) segue a ordem do dígito final do número do NIS, habitual do programa, sempre nos dez últimos dias úteis do mês – e em setembro vai até o dia 30.

Quem recebe o auxílio emergencial nesta sexta-feira (25) e o que vai receber?

Os beneficiários que receberam a primeira parcela em abril vão ter a quinta parcela depositada;

Quem recebeu a primeira parcela em maio, vai ter a quarta parcela creditada;

Os que receberam a primeira parcela entre junho e 4 de julho vão receber a terceira parcela;

Os aprovados que tenham se cadastrado entre 17 de junho e 2 de julho vão receber a segunda parcela;

Quem pediu a contestação por meio da plataforma digital entre os dias 24 de abril e 19 de julho ou teve o pagamento reavaliado em julho vai receber pelo menos uma parcela.

Novos aprovados que se cadastraram em agências do Correio entre 8 de junho e 2 de julho vão receber a primeira parcela

Novos aprovados que fizeram a contestação entre 3 de julho e 16 de agosto vão receber a primeira parcela

Beneficiários que tiveram pagamento suspenso e reavaliados em agosto recebem todas as parcelas restantes

Integrantes do Bolsa Família com NIS de final 5 recebem a sexta parcela de R$ 300.

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