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DNIT retoma obras de recuperação da BR-317 entre Xapuri e Epitaciolândia

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As obras de recuperação da BR-317 iniciadas no ano passado e paralisadas com a chegada do período chuvoso foram retomadas nesta semana, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura Rodoviária, o DNIT, no trecho entre os municípios de Xapuri e Epitaciolândia.

De acordo com o Superintendente Regional do DNIT no Acre, Carlos Moraes, neste ano serão restaurados, aproximadamente, 25 quilômetros dos piores trechos entre os dois municípios e será colocado asfalto nos quase 30 quilômetros que foram restaurados no ano passado no trecho entre Xapuri e Capixaba.

“Fizemos em duas etapas. Restauramos e, no primeiro ano, colocamos apenas um tratamento, até ocorrer a estabilização da estrutura do pavimento. Agora, esse ano, vamos asfaltar. O mesmo procedimento será realizado nestes 25 quilômetros que iremos fazer da entrada de Xapuri até Epitaciolândia”, explicou.

O superintendente também informou que o DNIT tem aprovado no Orçamento da União para BR-317/AC para esse ano cerca de R$ 40 milhões, para fazer as intervenções citadas por ele. Para os próximos anos, há a dependência de orçamentos futuros que serão aprovado no Congresso Nacional.

“Ano passado, investimos basicamente o mesmo valor previsto para esse ano. Se continuarmos nesse ritmo, em alguns anos deixaremos toda a BR-317/AC em boas condições”, complementou o superintendente.

Os investimentos na BR-317, dentro dos limites acreanos, foram anunciados em 2019, em Brasiléia, durante uma visita do governador Gladson Cameli ao município, oportunidade em que esteava acompanhado do superintendente Carlos Moraes.

O anúncio da obra, feito por Cameli e Moraes naquela ocasião, foi resultado do compromisso assumido com o governante acreano pelo então ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, ainda no começo do mandato de Gladson.

No mês passado, o ministro Tarcísio Freitas garantiu a continuidade do cronograma de obras e os preparativos para novas concessões do governo federal, quando foi questionado sobre os impactos da pandemia do novo coronavírus no planejamento de seu ministério.

“Não paramos obras sob responsabilidade do ministério em lugar nenhum e mantivemos a estruturação dos projetos de concessão, afirmou Freitas em publicação da Agência Brasil.

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Cotidiano

Criminosos passam atirando em carro e ferem jovem com tiro no Belo Jardim

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Juliano Lima Nascimento, de 21 anos, foi ferido com um tiro em via pública na noite desta segunda-feira, 28. O crime aconteceu na rua Santa Maria, situada no bairro Belo Jardim, no Segundo Distrito de Rio Branco.

A polícia informou que Juliano estava caminhando na rua quando homens não identificados, em um carro de cor preta, se aproximaram e um dos criminosos em posse de uma arma de fogo efetuou vários tiros em direção do jovem.

A vítima foi atingida com um projétil na perna. Mesmo ferido, Juliano ainda conseguiu correr para dentro de uma residência e pedir ajuda. Após a ação, os criminosos fugiram do local tomando rumo ignorado.

A ambulância do SAMU foi acionada e os paramédicos fizeram os primeiros atendimentos e conduziram o ferido ao pronto-socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

A polícia militar esteve no local e durante patrulhamento na região, ninguém foi preso. O caso segue sob investigação dos agentes de polícia civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Cotidiano

Comerciante é morto a tiros por bandidos que procuravam matar o seu irmão

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O jovem proprietário da distribuidora Jardim, Edson Barbosa da Silva Neto, de 23 anos, foi morto a tiros na noite desta segunda-feira, 28. O crime aconteceu dentro do seu estabelecimento localizado na Rua Milton Maciel (antiga Flaviano Melo) no bairro Santa Cecília, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Edson estava na distribuidora quando três homens não identificados chegaram em um carro de cor preta e pararam na rua atrás do estabelecimento.

Dois dos criminosos foram até onde Edson estava, o chamaram e efetuaram vários tiros. Três disparos atingiram o jovem no peito, abdômen e perna. Após a ação, os criminosos fugiram do local.

Segundo a polícia, o alvo dos criminosos era o irmão de Edson e como não o encontraram efetuaram os tiros no comerciante.

A ambulância do suporte avançado do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) foi acionada, mas quando os paramédicos chegaram ao local nada puderam fazer por Edson que já se encontrava morto.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos do Perito em criminalística, em seguida os policiais colheram as características do carro e dos autores do crime. Foi feito um patrulhamento na região, mas ninguém foi preso.

Agentes da Delegacia de homicídios e proteção à pessoa (DHPP) já iniciaram as Investigações. A polícia acredita que o crime foi motivado pela guerra entre facções.

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Cotidiano

Homem leva tiro no ombro ao discutir com desconhecido no bairro Dom Giocondo

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Leilson de Souza Melo, de 34 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser ferido com um tiro na tarde desta segunda-feira, 28. O crime aconteceu próximo ao 1° Batalhão da Polícia Militar, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.

Segundo informações da polícia, Leilson estava em via pública quando entrou em discussão com uma pessoa não identificada. Com uma arma de fogo o suspeito efetuou um tiro que o atingiu no ombro da vítima.

Mesmo ferido, Lenilson ainda conseguiu correr e pedir ajuda dentro do Batalhão da Polícia Militar. Após a ação o criminoso fugiu do local.

A ambulância do SAMU, foi acionada e os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e conduziram Leilson ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

A Polícia Militar ainda fez patrulhamento na região em busca de prender o autor do crime, mas ele não foi encontrado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cotidiano

STF libera extradição de chefão da Telexfree, Carlos Wanzeler, para os EUA

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O dono da Telexfree, Carlos Nataniel Wanzeler, teve a extradição para os Estados Unidos liberada pela Justiça. Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o envio do empresário capixaba para o país americano após ele ter perdido a cidadania brasileira.

O empresário de Vitória responde a ações penais no Brasil, chegando a ser condenado por formação de pirâmide financeira e outros crimes contra o sistema financeiro. Ele também é acusado no país por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As irregularidades, segundo as autoridades, foram cometidas por meio da Telexfree, que tinha como razão social no Espírito Santo o nome de Ympactus Comercial.

Nos EUA, ele é acusado por suposta prática dos crimes de conspiração, fraude eletrônica e lavagem de dinheiro em Massachusetts. Segundo o governo norte-americano, a TelexFree operou como uma pirâmide ilegal, num esquema Ponzi (que envolve a promessa de pagamento de rendimentos anormalmente altos à custa do dinheiro pago pelos investidores que chegarem posteriormente, em vez da receita gerada por qualquer negócio real), e causou prejuízo de mais de US$ 3 bilhões a mais de um milhão de pessoas em todo o mundo.

O deferimento da extradição diz respeito apenas ao delito de fraude eletrônica, no qual se verificou o requisito da dupla tipicidade, ou seja, a correspondência entre os tipos penais previstos na legislação dos dois países.

O relator, ministro Ricardo Lewandowski, apontou que, segundo a denúncia, Wanzeler elaborou ou participou dolosamente de um esquema para defraudar ou obter dinheiro ou bens por meio de representações ou pretextos materialmente falsos e, com o fim de executar e incentivar o esquema, realizou ou aceitou o risco de que fossem transmitidos, dentro do que seria previsível, sinais ou sons por comunicações eletrônicas no comércio interestadual ou internacional. “Este tipo penal corresponde, na legislação nacional, ao crime de estelionato”, destacou.

Como condição para a extradição, a Turma estabeleceu que os EUA devem assumir, em caráter formal, perante o governo brasileiro, o compromisso de não impor, quanto a todos os delitos, pena privativa de liberdade que ultrapasse 30 anos de prisão em seu cômputo individual. Também condicionou a entrega de Wanzeler à conclusão dos processos penais a que ele responde ou ao cumprimento da respectiva pena privativa de liberdade.

O colegiado determinou, ainda, a necessidade de descontar da eventual pena a ser cumprida nos EUA o período em que o empresário permaneceu no sistema carcerário brasileiro em razão da prisão cautelar para fins de extradição, ressalvada, a possibilidade de execução imediata da decisão, por força de decisão discricionária do presidente da República.

Em relação ao crime de conspiração, a Turma constatou que ele não equivale ao delito de organização criminosa previsto na lei brasileira. De acordo com o ministro Ricardo Lewandowski, a imputação de lavagem de dinheiro também não corresponde à forma como o crime é previsto na legislação brasileira, pois não ficou demonstrada a ocultação ou a dissimulação de valores.

O relator observou que os delitos que justificaram o pedido de extradição não são idênticos aos que estão sendo apurados no Brasil e que o empresário não foi condenado ou absolvido, aqui, pelos mesmos fatos em que se baseou a solicitação. Assim, não incide o obstáculo previsto listado na nova Lei de Migração (Lei 13.445/2017, artigo 82, inciso V).

Por fim, o ministro Ricardo Lewandowski salientou que, embora haja uma relação entre as acusações em cada um dos países (a Telexfree e o modo de agir do acusado), os fatos investigados não são os mesmos, pois não ocorreram nas mesmas datas e não envolveram as mesmas pessoas.

PRISÃO NO ES E DEPOIS NO RJ

Em dezembro de 2019, Carlos Wanzeler e Carlos Costa, seu sócio na Telexfree, foram presos pela Polícia Federal no Espírito Santo por cometerem irregularidades após a Telexfree. Eles supostamente estariam usando recursos da pirâmide em negócios em nome de terceiros para ocultar patrimônio das autoridades, segundo os órgãos investigadores. mas eles ficaram apenas um dia na cadeia.

Mas, em fevereiro deste ano, Wanzeler voltou para a prisão por determinação, dessa vez, do STF a pedido dos Estados Unidos, que havia solicitado a extradição do empresário.

Fonte: A GAZETA

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