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Acre tem 3ª pior transparência em contratações emergenciais

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A Lei Federal nº 13.979/2020 regulamentou as medidas para enfrentamento à pandemia do novo coronavírus no Brasil. Por conta da situação de emergência na saúde pública, a legislação define como deve ser a transparência com os gastos públicos por conta da doença.

Em um ranking divulgado pela Transparência Internacional, que é uma organização não-governamental internacional que se define pela luta por um mundo no qual governos, empresas, a sociedade civil e a vida das pessoas sejam livres de corrupção, mostrou a situação em todos os estados e capitais brasileiras.

A avaliação se baseou em um manual produzido pela ONG em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU).

De acordo com o ranking, que deu notas de 0 a 100 à prefeituras e governos estaduais, a média brasileira dos estados ficou em 59 pontos, já as prefeituras das capitais alcançaram 45 pontos.

No Acre, governo e prefeitura de Rio Branco ficaram em lados opostos da avaliação.

O governo de Gladson Cameli ficou entre os três piores estados com apenas 41,77 pontos. De acordo com o ranking a classificação é considerada regular. Só tiveram notas piores os estados de São Paulo e Roraima, com 27,85 e 22,15 pontos respectivamente.

Já a prefeitura de Rio Branco foi a terceira melhor avaliada do país em relação a transparência dos gastos públicos com contratações emergenciais com a Covid-19. De acordo com a ONG, a capital acreana alcançou o conceito “Bom”, com 65,82 pontos, ficando atrás apenas de João Pessoa (PB) e Goiânia (GO).

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