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Em cenário pessimista, Acre poderia registrar até 8,5 mil mortes por Covid-19, segundo ferramenta

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FOTO: SÉRGIO VALE

Se a população acreana não adotar as medidas de isolamento social para o combate ao Covid-19, o Acre, pode se tornar uma “China ou Itália”, segundo uma ferramenta chamada “PICHM” que mede o Impacto Potencial da Covid-19 na Mortalidade Humana.

Segundo essa ferramenta, o Acre pode apresentar 1.600 ou 4.781 óbitos caso sejam aplicadas, respectivamente, as taxas de letalidade registradas na China e na Itália, com uma taxa de infecção de 50%.

O estudo foi realizado por profissionais médicos e pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) para o Governo do Estado do Acre e Prefeitura de Rio Branco/AC, consolidada no documento “Dados e Propostas para o Enfrentamento da COVID-19 – Recomendações da Universidade Federal do Acre”, que revelou um cenário preocupante.

Segundo estudo, 86.681 pessoas serão expostas a Covid-19 no Acre, sendo que em um cenário mais otimista, a previsão é de de 3.171 casos sintomáticos exigindo hospitalização e 678 casos hospitalizados exigindo cuidados intensivos.

“Observando a realidade epidemiológica local concluiu-se pela necessidade de manutenção do isolamento social sob pena de poder ocorrer num cenário pessimista aproximadamente 8,5 mil mortes”, diz o estudo.

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