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Alta de feminicídio na pandemia é nova face da violência doméstica no Acre

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A desembargadora Eva Evangelista disse nesta terça, 12, que existem 1,5 mil inquéritos de violência doméstica correndo risco de prescrição nos órgãos públicos do Acre.

Ela fez o relato durante audiência pública virtual na Assembleia Legislativa do Acre. Lideranças ligadas à luta pelos direitos da mulher e igualdade de gênero.

“Temos de oferecer resposta do sistema de justiça e mais que isso adotar prevenção”, disse. A procuradora do Ministério Público, Patrícia Rego, amplificou o problema ao afirmar que o feminicídio aumentou 100% este ano no Acre. “Até meados de abril ao invés de aumentar o número de denúncias houve diminuição, e inversamente ocorreu aumento no feminicídio. Ou seja: a mulher está sofrendo violência e não tem meios de denunciar”, observou Patrícia, que pede novos meios, como o B.O Eletrônico, para que a mulher vitimizada possa prestar queixa. Há PLs nesse sentido em andamento na Aleac, objeto dos debates na audiência.

A vereadora Lene Petecão disse que na estatística da violência mulheres e crianças tem sido as maiores vítimas. “Quero classificar os abrigos de vítimas essenciais contra a violência doméstica. Não só a pandemia como essa violência tem matado também”, disse a vereadora.

A audiência foi requisitada pela deputada Dra. Juliana.

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