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Sesacre cancela encontro que iria discutir deficiências das unidades de saúde do interior

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Falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Essa, segundo o Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed), é a principal preocupação dos profissionais que trabalham nos hospitais e demais unidades de saúde no interior acreano.
As principais queixas, de acordo com o Sindmed, vêm de de Brasileia, Feijó e Cruzeiro do Sul. Inclusive, nesta quinta-feira, 7, um enfermeiro do Hospital Regional do Acre postou um vídeo nas redes sociais relatando a falta de médicos e EPIs na unidade.

Segundo foi relatado pelos profissionais, uma determinação encaminhada pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) alega que os EPIs devem ser utilizados apenas em casos em que a pessoa apresente os sintomas da Covid-19. A norma pode ocasionar ampliação da quantidade de profissionais de saúde infectados, pois apenas durante a consulta é possível identificar os sintomas.

Os médicos também reclamam da falta de outros profissionais, o que torna o número de médicos insuficiente para fechar as escalas. Relatam que existem casos em que apenas um médico fica de plantão para atender os casos de coronavírus, partos e demais intercorrências.

“Gostaríamos de apresentar os problemas e reivindicar uma resolução imediata para todas as situações encontradas, mas os gestores decidiram desmarcar a videoconferência, o que revoltou a própria classe que vem sofrendo pela completa falta de condições de exercer a medicina”, reclamou o presidente do Sindmed-AC, Murilo Batista.

A Sesacre não esclareceu os motivos para cancelar a videoconferência.

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