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Cerca de 40 médicos são escalados para atender 11 cidades do Acre

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Desde que o Acre começou a registrar os primeiros casos positivos de Covid-19, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) passou a remanejar funcionários e leitos na tentativa de evitar um colapso nos hospitais públicos escolhidos como referência no atendimento de contaminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2) O gestor da pasta, Alysson Bestene, revelou esta semana que para atender a demanda de 11 cidades do estado, correspondentes às regiões do Baixo e Alto Acre, há atualmente cerca de 40 médicos atuando nas unidades de saúde durante a pandemia do vírus.

Isso significa que, até o momento, 40 médicos estão na linha de frente para atender uma população estimada em 577.292 pessoas. Só Rio Branco possui 407.319 habitantes, conforme a última projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As demais cidades que entram nessa estatística são: Senador Guiomard (23.024); Bujari (10.266); Capixaba (11.733); Porto Acre (18.504); Plácido de Castro (19.761); Acrelândia (15.256); Xapuri (19.323); Brasileia (26.278); Epitaciolândia (18.411) e Assis Brasil (7.417).

A informação do secretário proferida durante entrevista ao Jornal do Acre, na Rede Amazônica, garante que tem havido diálogo entre os gestores da Sesacre com a classe médica neste período de pandemia. “A gente tem dialogado bastante com os médicos, os sindicatos e vários dos apontamentos que nos passam estamos buscando corrigir, principalmente ao quantitativo de profissionais, fazendo contratos emergenciais para dar suporte a essas unidades de saúde”, disse Bestene.

A Sesacre ressalta que tem sentido dificuldade para conseguir fechar as escalas nos hospitais porque alguns profissionais não querem ir para a linha de frente no combate à Covid-19. “A gente tem tido essa dificuldade de fechar escalas, também porque alguns profissionais já estão contaminados. Até contratamos através de empresa para ter os profissionais, que já assumiram 4º andar do Huerb”, explica o secretário.

O órgão diz que não só vem aumentando a contratação de médicos, como também de técnicos de enfermagem, enfermeiros e fisioterapeutas. “Tudo isso a Sesacre vem monitorando e trabalhando no banco de dados para poder suprir essa necessidade”, diz Alysson. A Sesacre ainda destaca que vem buscando apoio logístico e financeiro junto ao Ministério da Saúde.

“Estamos remanejando as escalas de profissionais de outras unidades para suprir as unidades referência. Têm profissionais trabalhando entre 12 e 24 horas nas escalas das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A média entre médicos hoje é em torno de 30 a 40 contratações na linha de frente no Baixo e Alto Acre”, afirma Bestene. O secretário garante que a secretaria com o governo do estado já autorizou a contratação de mais profissionais de saúde para região do Juruá e do Alto Acre.

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