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Justiça nega pedido de liberdade para policial acusado de matar esposa com tiro na cabeça

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A 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco negou o pedido de liberdade provisória apresentado pela defesa de policial penal Quenison Silva de Souza, acusado de matar companheira Erlane Cristina de Matos com um tiro na cabeça, no dia 11 de março.
De acordo com o processo, a prisão preventiva foi decretada durante audiência de custódia, contudo, a os advogados do policial argumentaram que o requerente é portador de bons antecedentes, exerce cargo público há mais de dez anos e possui residência fixa, solicitando assim a revogação da prisão preventiva e aplicação de medidas cautelares diversas.

A juíza de Direito Luana Campos ratificou que “o direito fundamental à segurança pública sofreu eloquente violação em virtude da conduta do denunciado pois, por ser policial penal, utilizou-se da facilidade de portar uma arma de fogo para executar o crime. Tratou-se de uma conduta grave, cujas evidências iniciais de materialidade e indícios de autoria apontam para uma prática consciente e não acidental, inclusive, sendo esses elementos evidenciados fortemente pela denúncia ofertada pelo Ministério Público“.

No entendimento da magistrada, a revogação da segregação cautelar simbolizaria, aos olhos da sociedade acreana, um abrandamento da Justiça em relação à prática de violência doméstica. Desta forma, ela afirmou estar convicta de que o processo está tramitando em prazo razoável, bem como não há novos elementos suficientes para afastar a necessidade da medida cautelar.

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