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Toque de recolher contra a Covid-19 

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Com nenhum caso de contaminação pelo Covid-19 registrado até o momento, mesmo sendo uma região de fronteira com a cidade boliviana de Cobija, com vários registros de infecção por coronavírus, e tendo no limite Xapuri, onde a pandemia também chegou, a prefeita Fernanda Hassem tem jogado duro e de forma exemplar para evitar que Brasiléia se transforme num foco da doença. Entre as medidas duras decretou o “Toque de Recolher”, em que proíbe a circulação de pessoas (ao não ser em serviço essencial) depois das 22h até às 5h da manhã. A medida fixa, por exemplo, que supermercados e postos de gasolina só funcionem até às 22 horas. Quem descumprir a proibição de circulação após às 22h será abordado pela Polícia Militar e intimado a voltar para casa. Foi montada uma barreira sanitária para monitorar quem entra e quem deixa o município, com entrevistas obrigatórias; as atividades comerciais ficaram limitadas e dotou-se os servidores da saúde de equipamentos de proteção. Em ligação ontem ao BLOG DO CRICA, a prefeita Fernanda Hassem ressaltou que, embora as medidas sejam duras, acontecem em meio a conversas com as partes envolvidas, e são necessárias para proteger vidas. Todas as decisões de limitação de atividades comerciais e de obrigatório isolamento social vão ter validade até que cessem os efeitos da pandemia no Estado. Fernanda negou boatos que o município já tenha registro de infectados pelo coronavírus.

AFINADOS PELA VIDA

Foi uma decisão conjunta focada no que ditam as normas mundiais de saúde da necessidade do isolamento social, para evitar a proliferação desenfreada do Covid-19, a do governador Gladson Cameli e da prefeita Socorro Neri, em não afrouxar agora o isolamento social.

SERIA UMA IRRESPONSABILIDADE

Seria uma grande irresponsabilidade caso fossem liberadas as atividades comerciais, exatamente, num momento em que a pandemia tomou contorno de avanços no Estado. Já são 354 infectados pelo Covid-19, com 18 mortes. Acima da economia está a vida dos acreanos.

NÃO PODE ACONTECER

Mas, existem pontos que devem ter maior controle pelo Estado, como por exemplo, as filas nos bancos, em que as pessoas se acotovelam sem máscaras, principalmente, nos dias de recebimento do Bolsa Família e da parcela do bônus de 600 reais. Vira festa para o Covid-19.

DUAS FACES DA MOEDA

Quando o STF proibiu a Dilma de nomear o Lula para a chefia do seu gabinete e lhe dar a imunidade do cargo, os que aplaudiram não podem agora enforcar o mesmo STF, quando proíbe em cima do artigo constitucional da impessoalidade, a nomeação de um ministro pelo presidente Jair Bolsonaro. Na democracia, a moeda tem que ter sempre os dois lados.

NINGUÉM GOVERNA SEM O PARLAMENTO

Se não me falha a memória é do senador Renam Calheiros (MDB), a frase de que se ganha uma eleição com as redes sociais, mas não se governo sem o parlamento. É isso mesmo. O presidente Bolsonaro já está negociando com o fisiológico bloco do “Centrão” no Congresso.

BRECAR RODRIGO MAIA

O presidente Bolsonaro coopta o Centrão para diminuir a influência do presidente da Câmara Federal, deputado federal Rodrigo Maia (DEM), que lhe faz oposição ferrenha e tenta agir como se fosse o primeiro ministro num regime parlamentarista, num regime presidencialista.

NÃO REPETIR O DESASTRE

Parece que este ano a SEMA montou um plano de combate às queimadas e ao desmatamento, no Estado. Que não fique no papel. Tomara que não se repita o fracasso do verão passado, que levou o Acre ás manchetes negativas de devastação na mídia nacional e internacional.

DEBATE É A PANDEMIA

É um espetáculo para outro palco, a troca de ofensas entre deputados da oposição e da base do governo, por conta de questão interna paroquial de mudanças nas comissões parlamentares. O foco do momento é de que forma se pode ajudar no combate ao Covid-19.

SEM ALIADO DE PESO

A candidatura do deputado Roberto Duarte (MDB) á PMRB até aqui não conseguiu um aliado de peso para composição na sua chapa. A cada dia uma parceria com o senador Sérgio Petecão (PSD) fica mais distante. Petecão se inclina mais a se juntar com o PROGRESSISTAS.

ERROU NA ESTRATÉGIA

O deputado Roberto Duarte (MDB) errou na estratégia de escolher o governador Gladson  como o alvo dos seus ataques na ALEAC e se juntar á esquerda. Não terá o apoio do governador e nem contará com o eleitor de esquerda, já que o PT terá nome próprio à PMRB.

TUDO É POSSÍVEL

Depois de dizer que a sua candidatura á prefeitura de Rio Branco era para valer e recuar sem explicações desta sua decisão, a deputada federal Vanda Milani (SD) é vista nos meios palacianos como alguém que virá apoiar o nome a ser lançado pelo governador á PMRB.

SAIR MENOR QUE ENTROU

O entendimento nos meios políticos para o recuo da deputada federal Vanda Milani (SD) é que ela, experiente, com base nas pesquisas, deve ter feito uma avaliação que a chance da sua vitória para a prefeitura da capital seria pequena, e correria o risco de sair menor que entrou.

CEDO PARA AVALIAÇÃO

É cedo para uma avaliação se o prefeito de Senador Guiomard, André Maia (MDB), terá chance de reeleição. O que deve ter um peso a favor ou contra a sua candidatura é quais projetos executará no verão, que já bate na porta. Lembrar que, o MDB nunca foi forte no município.

MULHERES NA DISPUTA

Lene Petecão (PSD) e Elzinha (PSB) deverão disputar a reeleição na Câmara Municipal de Rio Branco. A Lene com um mandato melhor divulgado. O MDB virá com uma boa novidade para disputar uma das vagas de vereador, a médica Wilyane Derze, que tem militância política.

MDB DE RAIZ

A médica Wilyane Derze é MDB de raiz, com 14 anos de filiação, e com militância partidária. O ideal não é se lançar uma candidata apenas por ser mulher, mas se lançar mulheres qualificadas para a disputa, como é o caso da médica Wilyane Derze.

POINT DO PATO

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NÚMERO SUBINDO

São 354 os casos de infectados pelo coronavírus e, com 18 óbitos. Se o governador Gladson fosse atender a pressão econômica dos que só visam o lucro e afrouxar a rédea neste momento de crescimento dos casos, o sistema estadual de saúde entraria em colapso.

SERIA UMA PUNIÇÃO

O deputado Daniel Zen (PT) faz um alerta importante ao governo para deixar de realizar cortes em adicionais de todos os servidores públicos. Num momento de pandemia, o corte soa como punição econômica aos que de uma forma ou de outra, ajudam o Estado no isolamento.

É DO JOGO

O debate é a essência do parlamento, a função de um líder do governo é defender o projeto político do Palácio Rio Branco. E o da oposição é exercer o papel crítico. Nada demais a defesa ferrenha que o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) faz do governo.

CADA QUAL NO SEU QUADRADO

Os deputados da base do governo na defesa do governador, e a oposição exercendo o seu papel crítico. É assim que funcionou, funciona, e sempre vai funcionar o parlamento. Numa casa parlamentar quem dá o tom nas decisões é quem tem a maioria no plenário. Ponto!

COMENDO PELA BEIRADA

O jornalista Evandro Cordeiro, que irá disputar uma vaga de vereador na Câmara Municipal de Rio Branco, vai comendo o mingau quente pela beirada, fazendo contatos e se articulando calado nos bastidores. O Evandro é uma figura de um coração generoso, uma figura do bem.

O PESO PALACIANO

O deputado Fagner Calegário (PL) tem todo o direito de exercer a sua crítica contra atos da mesa diretora, afinal, o peso dos deputados é igual. Mas não será o seu descontentamento que, impedirá numa eventual disputa pela reeleição, a vitória do deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) a um novo mandato na presidência. Queira-se ou não, o maior eleitor numa eleição para a presidência da ALEAC, sempre foi e sempre será o Palácio Rio Branco. Ponto!

VAMOS PEGAR DUAS DÉCADAS

Vamos pegar as duas últimas décadas em que o PT esteve no poder estadual. O Jorge Viana, o Binho Marques e o Tião Viana colocaram na presidência da ALEAC, nomes escolhidos por eles e de suas confianças. Nada mais natural. E todos fizeram o jogo palaciano. A oposição, não pode exigir agora que, o presidente Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) jogue para a oposição.

VETO COMPLETO

Não conheço nenhum dos presidentes da ALEAC nos últimos vinte anos que não fez o jogo político do Palácio Rio Branco. Qualquer pedido de convocação de secretário era derrubado pelos presidentes da FPA. 

PODE DAR JOGO POLÍTICO?

O governador Gladson e a prefeita Socorro estão afinados no combate ao Covid-19. A afinação resultará numa aliança política? É uma pergunta que já se faz e só o tempo responderá.

DUAS FASES

Vamos pegar duas fases dos últimos 20 anos. O Jorge Viana no seu governo só teve bonança. Mesmo sendo do PT teve o apoio do presidente Fernando Henrique Cardoso, e o governo Lula encheu os cofres do Acre de recursos. E o Gladson Cameli pegou o governo numa pandemia.

FRASE MARCANTE

“A panela cozinha e o prato recebe todas as honras”. Ditado Iídiche.

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