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Paciente com suspeita de Covid-19 acusa radiologista de induzi-la a mostrar os seios durante raio-x

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A jovem M. B. N. S, de 19 anos, foi até a UPA do 2º Distrito nesta quarta-feira, 29, em busca de fazer o exame para coronavírus, já que estava com vários sintomas da doença. O que a jovem nem imaginava é o que caso fosse parar na Delegacia de Polícia.

O que era para ser apenas uma consulta e um exame, acabou se transformando em uma acusação de constrangimento ilegal com direito a registro de Boletim de Ocorrência.

M. conta que foi com uma amiga até a UPA para fazer exame. Após ser atendida e encaminhada para a medicação, a paciente conta que desmaiou. Em seu relato, ela conta que lembra de ser levada até a sala de raio-x ainda tonta. Afirma que foi surpreendida com o pedido do radiologista para que tirasse a blusa e o sutiã.

A paciente relata ainda que mesmo sabendo que o procedimento não era adequado, fez o que havia sido solicitado pelo radiologista. Conta também que desde o cedo o profissional a cercava, mas que não tinha visto nenhuma atitude errado do mesmo.

Após contar para amiga o que havia ocorrido, decidiu procurar a direção da UPA para denunciar a atitude do profissional.

Recebida pelo Gerente Administrativo UPA 24h Via Verde, Marcelo de Oliveira, foi orientada a redigir uma denúncia de próprio punho, como o leitor pode conferir abaixo na íntegra. Além da denúncia à direção, a suposta vítima foi até Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher onde registrou um boletim de ocorrência por constrangimento ilegal.

O ac24horas falou com a direção da UPA sobre as providências adotadas em relação à denúncia. Maria Auxiliadora Vitorino, diretora geral da unidade, afirmou que todas as medidas já estão sendo tomadas. “Assim que ela informou o que teria ocorrido, nós pedimos que ela fizesse um relato de próprio punho e contasse a denúncia. Fizemos o mesmo com o profissional. Para que ele colocasse a sua versão. O que faremos nesta manhã de quinta-feira é preparar um documento e enviar o ocorrido para a Sesacre e pedir a abertura de um processo administrativo. Esse é o nosso papel enquanto direção”, afirma.

A direção da unidade também decide na manhã de hoje, 30, se afasta o servidor até a conclusão do caso.

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Após divulgação de vídeo, juiz decreta prisão preventiva de Ícaro Pinto e Alan Lima

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O juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, atendendo um pedido do delegado Alex Danny, da Polícia Civil, e com.a concordância do Ministério Público do Acre (MPAC), acabou de Decretar a prisão preventiva de Ícaro Teixeira Pinto, condutor da BMW, que tirou a vida de Jonhliane Paiva de Souza, no último dia 6 de agosto.

O magistrado também decretou a prisão preventiva do motorista do fusca, Alan Lima, que aparece nas imagens em alta velocidade na frente da BMW.

Mais cedo, vídeos divulgados por uma acreana, supostamente gravados nesta quinta-feira, 13, insinuam que o acusado de dirigir a BMW estaria na praia, em Fortaleza (CE).

Nas imagens, a mulher comenta: “aí galera, nosso atropelador de gente”. A pessoa que faz as filmagens ainda chega a brincar pedindo dinheiro pela divulgação do vídeo.

“O assassino da Jonhliane em Fortaleza, no Ceará, curtindo uma praia, tomando uma água de coco enquanto a família da menina está em luto”, diz, completando: “é muito descarado”.

Nas imagens, aparece um rapaz, aparentando ser o fisioterapeuta Ícaro José da Silva Pinto, uma mulher de cabelos louros, também aparentando ser a companheira que estava com ele no momento do acidente e um senhor, apontado como seu pai, o advogado aposentado e ex-juiz eleitoral do Acre, José Teixeira Pinto.

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Metade dos salários dos servidores do Acre poderá ficar retido com uso de cartão Avancard

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse nesta terça-feira (11) em sessão virtual da Assembleia Legislativa do Acre que o debate intenso sobre empréstimos consignados foi judicializado. Ele relatou o andamento das questões relacionadas a esses empréstimos -até chegar à mudança da empresa que opera a margem consignável dos servidores públicos do Acre.

“O argumento é que, como São Francisco, a Fênix (a nova empresa) ofereceu um ganho a mais de R$ 100 mil por mês para o Fundo de Capacitação dos servidores”, disse Edvaldo, se referindo a uma “contrabando regulamentar” na lei que regulamenta o teto de 35%, mas que adiciona mais 15% de margem para que obter o cartão Avancard. Com isso, metade do salários dos servidores poderá ficar comprometido.

Recentemente, os mais de 40 mil servidores públicos do Acre receberam mensagem de SMS que diz “servidor inicie o mês com o AvanCard” ou “Servidor, o Avan Card tem vantagens”.

“Jogaram o salário do servidor no ´fuba´ como se diz no Juruá -porque aqui no Alto Acre é ´guiza´-já que esse cartão é a forma de superendividar o servidor e ganhar milhões”, denunciou o parlamentar do PCdoB. “Armaram uma arapuca para o servidor”, completou.

Já o deputado Daniel Zen (PT) afirmou que o que está acontecendo em relação aos consignados é um roubo. “Não bastasse a tal toda poderosa Murano, importada de Manaus para realizar as parcas obras realizadas pelo governo do Estado, agora vemos um verdadeiro cartel manauara de empresas”, disse Zen, citando a empresa Fênix, que foi trocada pela Zetra na gestão dos empréstimos consignados.

O cartão oferecido pela Fênix é um cartão pré-pago, que totaliza 50% de margem consignável. “Não sei de que cinzas saiu essa Fênix, começaram a oferecer crédito com juros de 5,5% -o que numa modalidade convencional tem juros de 1,2%”, disse o deputado do PT.

“Isso é digno de BO porque é coisa de bandido, de gente safada”, afirmou Daniel Zen. “Como o secretário, de formação militar, compactua com uma safadeza dessas?”, completou, referindo-se ao secretário de Planejamento, Ricardo Brandão.

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Policia e MP investigam pastor Nelson por praticar intolerância contra gays

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O pastor evangélico Nelson de Freitas Correia, conhecido como Nelson da Vitória, também empresário no ramo de autoescola, nomeado em agosto do ano passado em uma CEC-6 na secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres (SEASDHM), deverá responder por crime de racismo na justiça.

Segundo informações repassadas ao ac24horas, o Centro de Atendimento a Vítimas do Ministério Público recebeu uma denúncia na última quinta-feira, 06, acerca das postagens e publicações de Nelson que incitava a disseminação de ódio e a intolerância às pessoas transgênero.

Em 2019, os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consideraram que atos preconceituosos contra homossexuais e transexuais devem ser enquadrados no crime de racismo. A pena prevista é de um a três anos, podendo chegar a cinco anos em casos mais graves.

Segundo informações repassadas, a Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos, do Ministério Público do Acre e a Corregedoria de Polícia Civil deverão abrir uma investigação contra Nelson por crime de intolerância.

De acordo com informações, a Secretária de Direitos Humanos Ana Paula Lima, foi notificada acerca da conduta de Nelson nas redes sociais, mas até o momento não houve qualquer tipo de manifestação oficial.

Em uma das publicações, Nelson da Vitória compartilhou um post em afirmava que só acredita na ideologia de gênero no dia em que Tammy Miranda fizer um filho no cantor Pabllo Vittar.

Em outra publicação compartilhada por Nelson da Vitória, faz o seguinte questionamento: “Alô, operadores de direito. Se eu der um pau na cara da Thamy eu respondo pela Lei Maria da Penha? Ou melhor, agressão contra a mulher?”.

Para Germano Marino, presidente do Fórum de Ongs LGBT do Acre, o comportamento de Nelson da Vitória, enquanto ocupante de cargo público na secretaria de Direitos Humanos, é “inadmissível”.

“Um gestor público que trabalha em uma secretaria que tem por objetivo buscar os direitos para todas as pessoas, resguardando os direitos constitucionais, não pode cometer crime de transfobia, que no Brasil é equiparado ao crime de racismo. Mesmo sendo em uma rede social privada é inadmissível que um gestor público incite a disseminação do ódio e da intolerância às pessoas trans”, diz Germano.

Recentemente, o ac24horas conversou com Nelson da Vitória e, em uma nota, o pastor e pré-candidato a vereador afirmou que sua página na rede social expõe suas opiniões pessoais, que não possuem relação com o seu vínculo de trabalho e garantiu que respeita a opinião de todos, mesmo sem concordar. Nelson ainda pediu desculpas no caso de alguém ter se sentido ofendido.

“Quando escrevo em minha página no facebook exponho ali minha opinião pessoal como cidadão independente de cor, raça, credo religioso ou vínculo empregatício. Se em minhas postagens alguém se sentir ferido ou machucado desculpem não é essa a intenção, mas opinião cada um tem a sua. No dia a dia trato todos com o devido respeito, mas não sou obrigado a concordar todos assim como nem todos concordam comigo. Saúde e paz a todos”, declarou Nelson.

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Pastor que tem cargo comissionado na pasta de direitos humanos é acusado de incitar o ódio contra gays

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Uma nova polêmica nas redes sociais envolve um cargo comissionado do governo acreano. Trata-se do pastor evangélico Nelson de Freitas Correia, conhecido como Nelson da Vitória, também empresário no ramo de autoescola. Ele foi nomeado em agosto do ano passado em uma CEC-6 na secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para Mulheres (SEASDHM). Exatamente por trabalhar na secretaria que tem como objetivo defender os direitos humanos é que as publicações de Nelson da Vitória tem causado repercussão e negativa perante entidades como o Fórum de Ongs LGBT do Acre.

Em dezenas de postagens em seu perfil na web, o pastor, que foi candidato a deputado estadual pelo DEM nas últimas eleições quando obteve 2.168 votos e já anunciou que é pré-candidato a vereador, é acusado de incitar a disseminação do ódio e a intolerância às pessoas transgênero.

Em uma das publicações, Nelson da Vitória compartilhou um post onde afirma que só acredita na ideologia de gênero no dia em que Tammy Miranda fizer um filho no cantor Pabllo Vittar. Outra publicação compartilhada por Nelson da Vitória faz o seguinte questionamento: “Alô, operadores de direito. Se eu der um pau na cara da Thamy eu respondo pela Lei Maria da Penha? Ou melhor, agressão contra a mulher?”.

Para Germano Marino, presidente do Fórum de Ongs LGBT do Acre, o comportamento de Nelson da Vitória, enquanto ocupante de cargo público na secretaria de Direitos Humanos, é inadmissível. “Um gestor público que trabalha em uma secretaria que tem por objetivo buscar os direitos para todas as pessoas, resguardando os direitos constitucionais, não pode cometer crime de transfobia, que no Brasil é equiparado ao crime de racismo. Mesmo sendo em uma rede social privada é inadmissível que um gestor público incite a disseminação do ódio e da intolerância às pessoas trans”, diz Germano.

O presidente do Fórum lembra que o governo nomeou há pouco tempo representantes do poder público e de entidades não governamentais, como conselheiros do Conselho Estadual de Combate a Discriminação LGBT, que é ligada a própria Secretaria de Direitos Humanos.

“Não se pode admitir que um membro da própria secretaria que tem um conselho como esse e que trabalha políticas afirmativas em direitos humanos para a população LGBT tenha esse tipo de posicionamento. Seria muito bom que o governo se manifestasse. Caso preciso, vamos acionar o Ministério Público enquanto sociedade civil”, diz Germano Marino.

O ac24horas conversou com Nelson da Vitória. Em uma nota, o pastor e pré-candidato a vereador afirmou que em sua página na rede social expõe suas opiniões pessoais, que não possuem relação com o seu vínculo de trabalho e garantiu que respeita a opinião de todos, mesmo sem concordar. Nelson ainda pediu desculpas no caso de alguém ter se sentido ofendido.

“Quando escrevo em minha página no facebook exponho ali minha opinião pessoal como cidadão independente de cor, raça, credo religioso ou vínculo empregatício. Se em minhas postagens alguém se sentir ferido ou machucado desculpem não é essa a intenção, mas opinião cada um tem a sua. No dia a dia trato todos com o devido respeito, mas não sou obrigado a concordar todos assim como nem todos concordam comigo. Saúde e paz a todos”, declarou Nelson.

O governo do Acre também foi procurado. A reportagem aguardou durante toda a semana, mas a gestão não se manifestou sobre o assunto, dando a entender que apoia a conduta de Nelson.

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