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Bittar critica questões pessoais de Moro ficarem acima do Brasil: “saiu na pior hora”

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O senador do Acre Márcio Bittar (MDB) se posicionou nesta quarta-feira, 29, sobre a suspensão do Supremo Tribunal Federal (STF) a nomeação de Alexandre Ramagem para a diretoria-geral da Polícia Federal, com indicação do presidente da República Jair Bolsonaro. Bittar destaca que o presidente vem incomodando seus opositores mais fortemente e que, por isso, tem sido alvo constante de ataques.

“Não aceitam que o presidente nomeie o delegado da Polícia Federal. Como vai ser daqui pra frente? prefeitos, governadores ou os próximos presidentes que ganharem as eleições vão ter que montar uma equipe de desconhecidos? Não é assim que funciona”, esclarece Bittar. O senador segue dizendo que Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff governaram com a maior parte do grupo composta por pessoas com quem eles se relacionavam e dividiam as mesmas ideias.

“Bolsonaro ganhou uma eleição contra toda a lógica. Não tinha partido político, não tinha tempo na televisão, não tinha dinheiro. Assumidamente com uma candidatura conservadora, defendendo valores cristãos. Na economia, uma postura liberal, a partir de Paulo Guedes, e isso parece que incomoda”, diz o senador.

O senador critica o fato de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pedir constantemente que Bolsonaro renuncie ao cargo. “Por que ele renunciaria ao mandato que o povo lhe deu legitimamente? Não tem nada no governo que se assemelhe à denúncia de compra de voto para reeleição, mensalão ou petróleo”, assegura.

Bittar questiona ainda a saída de Sérgio Moro do ministério da Justiça e Segurança Pública. “Moro sai do governo na pior hora do país, parece que questões pessoais foram mais importantes que o Brasil. E sai revelando áudios que ele gravou vitimando pessoas, assim como fizeram contra ele e eu o defendia. Parece que o Brasil é menos importante”, afirma o parlamentar.

Para o senador, o Brasil está num momento em que é vítima de muita vaidade, de questões menos importantes. “Falta a todos nós, homens públicos, fazer o que Davi Alcolumbre vem fazendo há quase duas semanas, falando com o presidente, ministro da economia, reconstruindo pontes”, ressalta.

Bittar está certo de que “se todo mundo brigar com todo mundo, a crise econômica, que vem com a crise sanitária, vai ser pior do que já é”. “Peço a Deus que os homens que governam os poderes pensem mais no Brasil, nos 210 milhões de brasileiros, que guiem a nação brasileira”, concluiu.

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