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Máscara caseira é uma boa opção, mas é preciso identificar se atende recomendação da Saúde

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Desde que o Ministério da Saúde divulgou que o uso de máscaras é aconselhável para diminuir o nível de contágio do coronavírus e com a falta do produto descartável até para profissionais de saúde, muita gente viu na crise uma oportunidade de ganhar dinheiro. Costureiras profissionais e até quem tinha aquela máquina de costura encostada em casa começou a produzir e vender máscaras de tecido como água no deserto.

O próprio Ministério da Saúde aconselha a produção caseira de máscaras. Ocorre que para fazer efeito e ajudar a diminuir as chances de contaminação é preciso que o processo de fabricação do material atenda algumas orientações do ministério.

A máscara serve de barreira física ao vírus. Por isso, é preciso que ela tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face.

Também é importante ter elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca. Desse jeito, o pano estará sempre protegendo a boca e o nariz e não restarão espaços no rosto.

Segundo o MS os tecidos mais indicados são fronhas de tecido antimicrobiano, algodão (como camisetas 100% algodão), cotton (composto de poliéster 55% e algodão 45%) e tecido de saco de aspirador. Se não tiver esses materiais, o Ministério da Saúde afirma que vale qualquer pedaço de tecido.

A autônoma Sirlene Sodré, de 49 anos, faz parte do grupo que está conseguindo uma boa renda extra com a venda de máscaras. A bordo da sua máquina de costura, ela conta que a produção não tem parados nos últimos dias. “Eu faço todas com tecido duplo e procuro ter muito cuidado na fabricação por conta da higienização”, diz.

Sirlene conta ainda que chega a vender até 70 máscaras em um único dia. “Graças à Deus, estou ganhando dinheiro com esse meu trabalho e vendendo um produto acessível a todos. Venda as máscaras com tiara a 10 reais e as simples custam 5 reais)”, conta.

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