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30% das empresas que fecharam correm risco de não reabrir

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Desde que a determinação do fechamento dos serviços considerados não essenciais passou a valer no Acre, a classe empresarial começou a calcular os prejuízos a serem sofridos com a interdição do comércio, principalmente dos micro e pequenos empresários locais. A suspensão das atividades passou a gerar apreensões tanto nos donos dos negócios, quantos nos funcionários. Um estudo recentemente divulgado pela Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agrícola do Acre (ACISA) aponta que, em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), cerca de 30% dos negócios no Estado acabarão fechando as portas definitivamente.

Esse movimento, se concretizado, deve começar a ser notado a partir do final deste mês de abril, considerado decisivo para os empresários. “Os estudos preveem que 30% das empresas que tiverem que fechar durante a pandemia, muito provavelmente não reabrirão, ou até irão reabrir, mas com outro CNPJ. Isso porque quando um negócio não vende, não tem como honrar os compromisso e as dívidas ficam. Infelizmente, é quase inevitável”, disse o presidente da Acisa, Celestino Gomes em entrevista ao jornal local Café com Notícias.

A temida demissão em massa é uma das maiores preocupações do empresariado. No Acre, são quase 100 mil postos de trabalho sustentados por aproximadamente 30 mil empreendimentos privados. O presidente da Acisa garante que vem tentando intermediar junto ao governo do Estado alternativas e incentivos que contornem a instabilidade econômica.

“A medida de fechamento do mercado tem que vir com alternativas para que o empregador não tenha dificuldade. Não vimos isso por parte do município e do Estado. Estamos cobrando isso porque é preciso. Quem não produzir, não paga dívidas, é a lei da economia”, finalizou Bento.

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