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Deputados “fazem careta” para PL que reduz os próprios salários em 50% e falam em “vingança e politicagem de Gerlen”

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FOTO: SÉRGIO VALE

O clima promete ser tenso na sessão desta terça-feira, 7, na Assembleia Legislativa. A “arenga” entre parlamentares deve ser em torno do projeto de lei proposto pelo líder do governo, deputado Gerlen Diniz (Progressistas), quer protocolou na casa uma alteração na Resolução 211 de dezembro de 2018, que reduz em 50% o salário dos parlamentares por 90 dias em decorrência da pandemia de Coronavírus (Covid-19).

De acordo com a proposta, os valores economizados serão revertidos na compra de alimentos e distribuídos a instituições filantrópicas reconhecidas por lei como de utilidade pública. Segundo Diniz, um pedido para que a sessão de terça seja suspensa será feito e a expectativa é que o projeto seja votado no mesmo dia.

O ac24horas consultou alguns deputados que pediram que seus nomes fossem resguardados para se manifestarem em momento oportuno. Segundo os parlamentares, existe uma insatisfação na base do governo devido o líder ter apresentado a proposta sem conversar com os seus pares e divulgar nos meios de comunicação. Muitos foram pegos de surpresa com o projeto e classificaram a medida de Gerlen como uma “vingança” devido ter perdido força ao defender a inconstitucionalidade e a reprovação do projeto de lei de autoria do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), que foi aprovado com apoio da base na semana passada na Aleac visando suspender a cobrança de empréstimos consignados dos servidores públicos do Estado por três meses por causa da pandemia do Coronavírus (Covid-19);

Um deputado da base afirmou ainda que a medida do líder é “politiqueira”. “Se ele quer abrir mão da salário, que ele mesmo faça isso. Aliás, todo nós estamos doando cestas básicas em nossas bases eleitorais para os mais necessitados. O que não pode é ter uma lei obrigado a fazermos o que já fazemos de bom grado que é ajudar as pessoas. A proposta dele é politiqueira, tanto que ele não teve coragem de conversar com a gente. Se ele tivesse conversado, trocado uma ideia, as coisas poderiam fluir melhor”, reclamou.

Já outro deputado foi mais além em seu questionamento. Ele propôs uma emenda caso a proposta seja analisada nas comissões sugerindo que não ocorra apenas os 50% no corte dos salários, mas também no corte de 50% na verba indenizatória e nos cargos de gabinete. “Ai sim, se ele topar isso, eu digo que ele está sendo sério. Vou propor para ver até onde ele vai. Se ele fizer isso, eu topo. Se for para perder, todos perderão e muito”, disse.

FOTO: SÉRGIO VALE

Já o deputado Fagner Calegário, que não pediu reservas e inclusive respondeu o questionamento durante uma transmissão ao vivo em suas redes sociais, afirmou ser favorável ao projeto de Gerlen, mas alertou para o fator “politiqueiro”. “O meu posicionamento pessoal, eu não acho esse seja o momento para ser politiqueiro, para a gente só sair bonito na foto. Eu aprendi na minha vida que temos que ser exemplo. A quase um mês atrás eu abri mão do meu salário. Eu não tenho que obrigar as pessoas a tomarem iniciativa. Acredito que o Gerlen deve ter feito isso conversando toda a base. Eu sou a favor porque já fiz a opção de abrir mão. Eu quero que vocês tenham cuidado com posicionamentos politiqueiros”, argumentou.

Procurado por ac24horas para comentar sobre a revolta da base. Diniz afirmou ficar estarrecido com a maldade que repousa dentro de alguns “seres humanos”.

“Se num momento como este, onde estamos totalmente expostos a um risco de vida, pois a ação do vírus é imprevisível em cada organismo, acusamos aqueles que se dispõem a ajudar, de estarem sordidamente motivados por sentimento de represália, como a vingança, é de se perguntar o que ainda estamos fazendo aqui? Minha proposta se refere aos subsídios, mas já adianto que apoio qualquer outra iniciativa que vise levantar fundos para atender a população necessitada”, rebateu o líder do governo.

FOTO: SÉRGIO VALE

Com relação a votação da semana passada, Gerlen afirmou a oposição “se encarregou de distorcer os fatos e desinformar a população, pois não votamos contra nem a favor dos servidores no PL que previa a suspensão do pagamento dos empréstimos consignados”.

“Eu e mais cinco deputados votamos pela incompetência de tratarmos acerca da matéria, Art. 22, inciso I CF. Defendo que os bancos devem perdoar as dívidas de pequeno valor, não apenas suspender as cobranças, porém esse tema compete aos parlamentares federais”, pontuou.

Atualmente, um deputado recebe o salário líquido de R$ 18 mil. Caso a proposta seja aprovada, o vencimento passará para R$ 9 mil. Como são 24 deputados, a economia ultrapassará os R$ 640 mil nos próximos três meses.

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Nasa diz que encontrou moléculas de água na superfície da Lua

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Dois estudos publicados nesta segunda-feira (26) na revista científica “Nature Astronomy” tratam da existência de água na superfície lunar. O mais relevante deles, conduzido pela Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, relata ter localizado moléculas de H2O presa em grãos minerais.

Na visão de cientistas, o anúncio da agência espacial americana é a primeira confirmação de indícios já levantados por pesquisadores desde a década passada.

O que apontam os estudos:

– Nasa diz que moléculas de água foram achadas presas em grãos de minerais;

– As moléculas foram encontradas na face iluminada da Lua;

– Estudo da Nasa é apontado como primeira “prova química” da existência de água;

– Em outra pesquisa, a Universidade do Colorado analisou microcrateras nos polos da superfície lunar e diz que elas têm potencial para abrigar pequenas porções de água congelada;

– A área das microcrateras tem 40 mil km², está em sombra permanente e a temperatura no local é de -163ºC;

– Chegada da água à Lua tem entre as hipóteses: cometas, asteróides, poeira interplanetária e até gases de erupções vulcânicas.

Prova química na pesquisa da Nasa

A primeira pesquisa foi conduzida pela Nasa, que relatou ter localizado moléculas de água presas em grãos minerais. A descoberta foi feita na face da Lua que recebe a iluminação do Sol e foi apontada como a “prova química” da existência de água na superfície lunar.

Casey Honniball, pesquisadora da Nasa e principal autora do estudo, destaca que a detecção feita em sua pesquisa não é de água em forma de gelo.

“São apenas as moléculas de água – porque estão tão espalhadas que não interagem umas com as outras para formar gelo ou estar na forma líquida” – Casey Honniball, pesquisadora da Nasa.

Os pesquisadores usaram dados do observatório Sofia, uma aeronave Boeing 747SP modificada para carregar um telescópio capaz de mostrar uma visão mais ampla do sistema solar e do universo.

O observatório detectou moléculas de água na Cratera Clavius, uma das maiores visíveis da Terra. Segundo o estudo, trata-se da primeira vez em que um grupo de pesquisadores foi capaz de diferenciar a molécula H2O (a fórmula química da água) de outro composto químico (hidroxila, OH).

Possibilidade de água na pesquisa do Colorado

O segundo estudo foi conduzido pelo departamento de astrofísica da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, o trabalho revela a existência de uma multidão de microcrateras na área da Lua que não recebe a luz do Sol. Os pesquisadores afirmam que, no fundo dessas microcrateras, há a possibilidade de haver água congelada.

“Imagine-se na Lua, perto de um de seus polos: você veria uma miríade de pequenas sombras que preenchem a superfície; a maioria delas são menores do que uma moeda. Cada uma seria extremamente fria, o suficiente para conter gelo”, descreve Paul Hayne, pesquisador da Universidade do Colorado.

“Nossos resultados sugerem que a água pode ser muito mais espalhada nas regiões polares da Lua do que se pensava anteriormente, tornando-a mais fácil de acessar, extrair e analisar”, afirma o pesquisador da Universidade do Colorado.

A equipe da Universidade do Colorado usou dados de dois instrumentos do orbitador de reconhecimento lunar da Nasa, o LRO. Combinando os dados com modelos 3D, eles conseguiram reproduzir o tamanho e a distribuição das sombras, em escalas menores que um milímetro.

 

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‘Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina’, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (26) a um grupo de apoiadores na portaria do Palácio da Alvorada que juiz “não pode decidir se você vai ou não tomar vacina”.

Na última sexta-feira (23), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, afirmou que haverá “judicialização” dos critérios a serem adotados para a futura vacinação contra a Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Quatro ações no tribunal tratam do tema (leia detalhes mais abaixo).

Fux entende que o tribunal terá de decidir sobre temas como liberdade individual e requisitos para a imunização. No caso do coronavírus, as vacinas ainda estão em processo de desenvolvimento.

Ao conversar com os apoiadores nesta segunda-feira, Bolsonaro afirmou:

“Hoje vou estar com o ministro [Eduardo] Pazuello, da Saúde, para tratar desse assunto, porque temos uma jornada pela frente, onde parece que foi judicializada essa questão. E eu entendo que isso não é uma questão de Justiça, isso é uma questão de saúde acima de tudo. Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina. Não existe isso daí.”

Bolsonaro já declarou em mais de uma ocasião que é contrário à vacinação obrigatória.

O presidente também já declarou que não confia na CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, e pela farmacêutica chinesa Sinovac.

Ações no STF

O STF recebeu ao menos quatro ações que tratam sobre a vacinação contra o novo coronavírus. Três ações são favoráveis à vacinação mais ampla e/ou obrigatória, e uma que pede a proibição da vacinação compulsória.

Em uma dessas ações, o PDT busca garantir que a determinação de vacinação obrigatória e de outras medidas relacionadas fique a cargo de estados e municípios.

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, decidiu na sexta que levará direto ao plenário a análise de três ações que discutem o tema.

O relator pediu informações à Presidência da República, à Advocacia-Geral da União e à Procuradoria-Geral da República. O julgamento não tem data ainda para ocorrer – a marcação deve ser feita após as manifestações requeridas pelo ministro.

Opções de vacinas

Bolsonaro protagonizou na semana passada uma disputa política com o governador de São Paulo, João Doria, sobre a vacinação contra o coronavírus.

Após o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ter anunciado a negociação para adquirir as 46 milhões de doses da CoronaVac, Bolsonaro mandou cancelar a compra – e o ministério, por sua vez, afirmou que “não há intenção de compra” e substituiu o comunicado no site.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou na sexta-feira a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac.

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Ex-atriz pornô revela que faz simpatia para casar com Gusttavo Lima: “sou apaixonada por ele”

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A modelo Débora Dunhil revelou que fez uma simpatia para realizar o sonho de casar com Gusttavo Lima. A ex-atriz de filmes adultos afirmou ser apaixonada pelo sertanejo, que está solteiro desde o fim do casamento com Andressa Suita.

“Sou apaixonada por ele. Seria uma ótima esposa até mesmo pelo meu currículo, sei fazer tudo que um homem gosta”, disse Débora, de 27 anos de idade, que agora atua nas pegadinhas do programa de João Kleber.

A simpatia, realizada com um guru do amor, custou R$ 2 mil. A modelo também elogiou Andressa. “Ela é linda, mas muito apagada, o Gusttavo merece uma mulher como eu”, argumentou Débora.

Débora já estrelou vários filmes adultos e encara seu passado com naturalidade. “Todo mundo tem um passado, por muito tempo eu quis esquecer o meu, mas agora chega! Sou quem sou e quem quiser me assumir terá que saber da minha história. Nunca fui santa”, finalizou.

Fonte: Revista Quem

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Eleitor poderá justificar ausência nas votações através do celular

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Pela primeira vez, o eleitor que não puder votar nas eleições deste ano ou estiver impossibilitado de comparecer à zona eleitoral devido à pandemia do novo coronavírus, poderá justificar a ausência até 60 dias após cada pleito por meio do e-Título, aplicativo desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com o TSE, o recurso eletrônico funciona como um título de eleitor digital, além de permitir ao cidadão a criação de certidões de quitação e a autenticação de documentos da Justiça Eleitoral. O acesso ao e-Título é gratuito e funciona nos sistemas operacionais Android e iOs. Ele pode ser baixado na loja de aplicativo do dispositivo móvel.

Aos eleitores que não possuem acesso à internet, a justificativa pode ser apresentada no local de votação. Conforme informações da Justiça Eleitoral, o cidadão que não votar por três pleitos, não justificar a ausência e não pagar as multas devidas, terá o título cancelado.

O primeiro turno das eleições 2020 está marcado para o dia 15 de novembro. Nos locais em que houver segundo turno, a data é o dia 29 de novembro. Por conta da pandemia, o horário de votação foi ampliado e os eleitores poderão comparecer às urnas das 7h às 17h.

O voto é obrigatório para brasileiros com idades entre 18 e 70 anos.

Fonte: SBT NEWS

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