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Nicolau agradece deputados que participaram de sessão online: “foram 11 horas de transmissão”

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Após sessão extraordinária de ontem (3) o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior (PP), agradeceu o empenho dos parlamentares que participaram da sessão online.

A reunião remota que teve início às 10h, horário regimental, e que contou com a participação dos 23 deputados estaduais, foi encerrada às 21h.

Pela manhã, o presidente da Aleac suspendeu a sessão para que as comissões pudessem analisar e votar os projetos que se encontravam na pauta de votação.

Durante sessão extraordinária, mais de 10 matérias foram apreciadas sendo a maioria delas, propostas de autoria parlamentar para ajudar no enfrentamento ao Covid-19 no Estado.

“Não poderia deixar de agradecer aos deputados pelo trabalho de ontem. Foram 11 horas ininterruptas de transmissão online e os parlamentares permaneceram firmes até o final. Agradeço ainda as pessoas que acompanharam a sessão virtual mesmo com os problemas que tivemos devido a lentidão da internet. Estou muito grato e feliz”, disse Nicolau Júnior.

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Cotidiano

Homem leva tiro no ombro ao discutir com desconhecido no bairro Dom Giocondo

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Leilson de Souza Melo, de 34 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio após ser ferido com um tiro na tarde desta segunda-feira, 28. O crime aconteceu próximo ao 1° Batalhão da Polícia Militar, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.

Segundo informações da polícia, Leilson estava em via pública quando entrou em discussão com uma pessoa não identificada. Com uma arma de fogo o suspeito efetuou um tiro que o atingiu no ombro da vítima.

Mesmo ferido, Lenilson ainda conseguiu correr e pedir ajuda dentro do Batalhão da Polícia Militar. Após a ação o criminoso fugiu do local.

A ambulância do SAMU, foi acionada e os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e conduziram Leilson ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

A Polícia Militar ainda fez patrulhamento na região em busca de prender o autor do crime, mas ele não foi encontrado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cotidiano

STF libera extradição de chefão da Telexfree, Carlos Wanzeler, para os EUA

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O dono da Telexfree, Carlos Nataniel Wanzeler, teve a extradição para os Estados Unidos liberada pela Justiça. Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o envio do empresário capixaba para o país americano após ele ter perdido a cidadania brasileira.

O empresário de Vitória responde a ações penais no Brasil, chegando a ser condenado por formação de pirâmide financeira e outros crimes contra o sistema financeiro. Ele também é acusado no país por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As irregularidades, segundo as autoridades, foram cometidas por meio da Telexfree, que tinha como razão social no Espírito Santo o nome de Ympactus Comercial.

Nos EUA, ele é acusado por suposta prática dos crimes de conspiração, fraude eletrônica e lavagem de dinheiro em Massachusetts. Segundo o governo norte-americano, a TelexFree operou como uma pirâmide ilegal, num esquema Ponzi (que envolve a promessa de pagamento de rendimentos anormalmente altos à custa do dinheiro pago pelos investidores que chegarem posteriormente, em vez da receita gerada por qualquer negócio real), e causou prejuízo de mais de US$ 3 bilhões a mais de um milhão de pessoas em todo o mundo.

O deferimento da extradição diz respeito apenas ao delito de fraude eletrônica, no qual se verificou o requisito da dupla tipicidade, ou seja, a correspondência entre os tipos penais previstos na legislação dos dois países.

O relator, ministro Ricardo Lewandowski, apontou que, segundo a denúncia, Wanzeler elaborou ou participou dolosamente de um esquema para defraudar ou obter dinheiro ou bens por meio de representações ou pretextos materialmente falsos e, com o fim de executar e incentivar o esquema, realizou ou aceitou o risco de que fossem transmitidos, dentro do que seria previsível, sinais ou sons por comunicações eletrônicas no comércio interestadual ou internacional. “Este tipo penal corresponde, na legislação nacional, ao crime de estelionato”, destacou.

Como condição para a extradição, a Turma estabeleceu que os EUA devem assumir, em caráter formal, perante o governo brasileiro, o compromisso de não impor, quanto a todos os delitos, pena privativa de liberdade que ultrapasse 30 anos de prisão em seu cômputo individual. Também condicionou a entrega de Wanzeler à conclusão dos processos penais a que ele responde ou ao cumprimento da respectiva pena privativa de liberdade.

O colegiado determinou, ainda, a necessidade de descontar da eventual pena a ser cumprida nos EUA o período em que o empresário permaneceu no sistema carcerário brasileiro em razão da prisão cautelar para fins de extradição, ressalvada, a possibilidade de execução imediata da decisão, por força de decisão discricionária do presidente da República.

Em relação ao crime de conspiração, a Turma constatou que ele não equivale ao delito de organização criminosa previsto na lei brasileira. De acordo com o ministro Ricardo Lewandowski, a imputação de lavagem de dinheiro também não corresponde à forma como o crime é previsto na legislação brasileira, pois não ficou demonstrada a ocultação ou a dissimulação de valores.

O relator observou que os delitos que justificaram o pedido de extradição não são idênticos aos que estão sendo apurados no Brasil e que o empresário não foi condenado ou absolvido, aqui, pelos mesmos fatos em que se baseou a solicitação. Assim, não incide o obstáculo previsto listado na nova Lei de Migração (Lei 13.445/2017, artigo 82, inciso V).

Por fim, o ministro Ricardo Lewandowski salientou que, embora haja uma relação entre as acusações em cada um dos países (a Telexfree e o modo de agir do acusado), os fatos investigados não são os mesmos, pois não ocorreram nas mesmas datas e não envolveram as mesmas pessoas.

PRISÃO NO ES E DEPOIS NO RJ

Em dezembro de 2019, Carlos Wanzeler e Carlos Costa, seu sócio na Telexfree, foram presos pela Polícia Federal no Espírito Santo por cometerem irregularidades após a Telexfree. Eles supostamente estariam usando recursos da pirâmide em negócios em nome de terceiros para ocultar patrimônio das autoridades, segundo os órgãos investigadores. mas eles ficaram apenas um dia na cadeia.

Mas, em fevereiro deste ano, Wanzeler voltou para a prisão por determinação, dessa vez, do STF a pedido dos Estados Unidos, que havia solicitado a extradição do empresário.

Fonte: A GAZETA

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Cotidiano

Inverno amazônico é única esperança para conter queimadas, diz Climatempo

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Há 30 anos fornecendo assessoria meteorológica de qualidade para meios de comunicação e diversos setores do mercado, a empresa Climatempo afirmou em release distribuído à imprensa que o inverno amazônico deste ano é muito esperado para pôr fim a uma das temporadas de fogo mais letais da história do Brasil.

De acordo com a empresa, apesar de no Brasil as estações do ano serem oficiais, ou seja, todo o território nacional está sempre na mesma estação, que atualmente é a primavera, as regiões Norte, Centro-Oeste e uma parte do Nordeste têm peculiaridades em relação à distribuição das chuvas.

Essas regiões concentram a nebulosidade e o tempo fechado justamente quando o calor e tempo firme passam a predominar no Sul, no Sudeste e na maior parte do Nordeste. Ou seja, enquanto o verão oficial se aproxima, é chegado o “inverno amazônico” – uma temporada intensa de chuvas fundamental para manutenção dos ecossistemas.

“Este ano, o inverno amazônico é muito esperado para pôr fim a uma das temporadas de fogo mais letais da história do Brasil. Embora a previsão para esta primavera seja de chuvas nas regiões que sofreram com o fogo, elas só devem se firmar em novembro. Antes disso, uma perigosa onda de calor é esperada para este final de setembro e começo de outubro em todo o país, favorecendo a propagação do fogo no fim desta temporada seca”, diz a Climatempo.

Amazônia, Pantanal e porções de Cerrado do Centro-Oeste testemunharam recordes nos números de queimadas – dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que até agosto deste ano 34.373 km² de floresta amazônica arderam em chamas. E setembro, que ainda não acabou, foi o mês com maior número de queimadas no Pantanal na história, com mais de 6 mil incêndios.

O método empregado por desmatadores e incendiários das florestas brasileiras é conhecido exatamente por aproveitar os ciclos de verão e inverno amazônicos. Na época de chuvas, eles cortam as árvores, comercializam as madeiras mais valiosas e largam galhos e toras para trás. O Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do INPE, capta essa diminuição do volume de mata e emite os chamados “alertas de desmatamento”. Em 2020, os alertas de desmatamento na região amazônica subiram 34% em relação ao ano passado e foram os maiores dos últimos cinco anos.

Na estação seca, os criminosos aproveitam a falta de chuvas para queimar o que sobrou do desmatamento, liberando a área de floresta para pastagem e mineração. Por isso, quanto mais alertas de desmatamento forem emitidos, maior será a probabilidades de incêndios florestais devastadores durante o verão amazônico. Ou seja, o governo pode se preparar para a temporada propícia a queimadas monitorando as áreas onde houve alerta de desflorestamento.

Dados de satélite são confiáveis?

Quando o número de queimadas disparou em 2019 e deu um segundo salto em 2020, o governo brasileiro passou a dizer que os dados não eram confiáveis. Instituições de outros países, como a Agência Espacial Americana (Nasa), passaram então a divulgar dados que confirmavam as informações do INPE, alertando as autoridades do Brasil de que o aumento vertiginoso das queimadas era real.

Mantendo as críticas ao INPE, o governo brasileiro tentou, então, comprar outro serviço de imagens por satélite, da empresa Planet, dos EUA, a um custo de R$ 49 milhões. A compra feita pela polícia federal foi suspensa pela justiça.

As imagens da Planet têm 3,7 metros de resolução, enquanto as do satélite brasileiro CBERS-4A, do INPE, tem 2 metros de resolução – as nacionais são, portanto mais definidas. Mas o governo brasileiro alega que a Planet gera imagens diárias, enquanto as do CBERS são mensais, o que em tese contribui para uma melhor fiscalização.

Nesse meio tempo, a Noruega decidiu acabar com a discussão – em uma iniciativa inédita, comprou as imagens da Planet e liberou o acesso. Com isso, qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo poderá ter informações atualizadas sobre a situação do desmatamento em mais de 64 países, incluindo florestas tropicais como a Amazônia

Chuvas resolvem o problema?

A volta das chuvas, aguardada com ansiedade pelos amazônidas e população do Centro-Oeste do país, vai melhorar a qualidade do ar, que se tornou perigosa para a saúde neste mês de setembro em estados como Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Acre. Mas cientistas alertam que “tempestades de fogo” como as testemunhadas no Brasil, podem começar a se tornar comuns.

Dados da Nasa e do Sistema Copernicus, da União Europeia, revelam que os incêndios na Austrália, no Ártico Siberiano, na costa oeste dos Estados Unidos e no Pantanal brasileiro foram os maiores de todos os tempos, com base nos 18 anos de dados sobre incêndios florestais globais compilados. Os incêndios nas savanas africanas, eventos comuns daquele bioma, se intensificaram em 2020, e na indonésia, as queimadas foram devastadoras mesmo com ações do governo para reduzir as taxas em relação a anos anteriores.

Isso significa que as chuvas vão aliviar a crise de maneira apenas momentânea. Se durante o inverno amazônico, novos desmatamento em grande escala forem praticados, em 2021, uma nova temporada mortal de queimadas marcará o verão amazônico, e ela será potencializada por um mundo cada vez mais quente e propício a queimadas – um ciclo vicioso em que um problema piora o outro.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Climatempo.

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Cotidiano

A Fazenda 12: acreana Raissa Barbosa tem vídeos vazados em sites pornográficos

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Participante de A Fazenda 12, Raissa Barbosa teve vídeos em que aparece fazendo sexo vazados em sites pornográficos. A modelo de 29 anos mantém uma conta no OnlyFans, plataforma para venda de conteúdos adultos. Ao Notícias da TV, a assessoria da peoa avisou que “tomará medidas judiciais cabíveis” contra os vazamentos.

Apesar de produzir material erótico e não ter tabus para divulgar isso em suas redes sociais, Raissa não teria autorizado que esses vídeos de sexo fossem parar em sites pornográficos que não cobram pelo serviço.

O OnlyFans é uma rede social para maiores de 18 anos, em que uma pessoa pode criar um perfil e determinar um preço mensal ou avulso para liberar fotos e vídeos sensuais. William Johnny, que participou do reality show Se Sobreviver, Case (do Multishow), e Mayã Frota, filho de Alexandre Frota, já venderam conteúdos na plataforma.

A ex-vice-Miss Bumbum cobra US$ 19,99 (R$ 113,27) por mês para liberar o acesso ao seu perfil no OnlyFans. Ela ainda criou uma promoção, em que o uso durante três meses sai por US$ 29,99 (R$ 169,79). Os assinantes da página de Raissa Barbosa tem à disposição 530 posts dela.

São pelo menos três vídeos da modelo que circulam em sites pornográficos. Neles, ela aparece completamente nua e também em atos sexuais com parceiros homens que cobrem o rosto com camisetas para não serem identificados.

As publicações dos conteúdos pornográficos nesses sites começaram a ficar disponíveis depois que Raissa foi confirmada como uma das 20 participantes de A Fazenda 12, há três semanas. A assessoria da peoa, inclusive, está aproveitando a popularidade do reality para divulgar o perfil dela no OnlyFans nas redes sociais e tentar aumentar os ganhos financeiros –a jovem deixou novos ensaios prontos antes de entrar no confinamento.

A equipe de Raissa repudia os vazamentos e disse que vai à Justiça por conta dessa situação. A modelo é assessorada pelo mesmo escritório que trabalhava com Andressa Urach quando a agora pastora da Igreja Universal de Reino de Deus participou de A Fazenda 6, em 2013.

“A assessoria de imprensa e jurídica da participante Raissa Barbosa tomará medidas judiciais cabíveis para qualquer tipo de conteúdo íntimo que seja divulgado ou vazado sem autorização da participante”, informou a assessoria em comunicado enviado à reportagem e publicado também nas redes sociais.

 

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