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Governo volta atrás e afirma que verbas rescisórias da gestão passada não serão suspensas

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Uma das passagens mais conhecidas e lembradas pelo público que conhece o “Auto da Compadecida”, obra do genial Ariano Suassuna, é quando o personagem João Grilo afirma que não aguenta mais “ficar rico, ficar pobre, ficar rico, ficar pobre”, em alusão as consequências das armações ao lado de seu parceiro Chicó.

Ninguém no Acre é mais parecido com João Grilo do que os comissionados ainda da gestão de Sebastião Viana que não receberam suas verbas rescisórias.

Após a porta-voz Mirla Miranda afirmar que por causa da pandemia do coronavírus os pagamentos haviam sido suspensos, o governo voltou a se pronunciar sobre o assunto. Voltando atrás na primeira informação, a gestão de Gladson Cameli afirmou por meio de nota, que mesmo diante do atual cenário, o pagamento das verbas rescisórias não vai parar. Serão pagos quase 900 processos, para quem tem até R$ 6.600 para receber.

Confira a nota enviada pela porta-voz Mirla Miranda:

Devido o Covid-19, a equipe do financeiro e gestão de pessoas da Seplag teve redução de quadro. Assim, o pagamento irá ocorrer gradativamente.

O governo reforça, que mesmo diante o cenário, o pagamento das verbas rescisórias não irá parar.

As verbas rescisórias serão realizadas para aqueles que têm até R$ 6.600,00 para receber, ou seja, quase 900 processos, totalizando 4 milhões de reais, conforme determinou o governador Gladson Cameli.

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