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Coronavírus: confira quatro informações divulgadas nas redes sociais que são mentiras

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Veja a explicação para os boatos que estão circulando sobre o vírus

O mundo está em alerta para o novo coronavírus. Casos de infectados pelo vírus continuam aparecendo em diversos países, inclusive no Brasil. Em meio à pandemia, outro número que vem crescendo chama a atenção: o de notícias falsas sobre a doença.

Além de desinformar a população, as notícias falsas (Fake News) podem causar danos maiores como a exposição à contaminação do coronavírus. Por isso, neste momento, além de manter a calma e redobrar os cuidados – lavando as mãos e ficando sempre em casa, se possível – é importante buscar os meios oficiais para checar as informações duvidosas sobre o vírus e, antes de tudo, não repassar quando perceber que há algo estranho na mensagem.

Para isso, o Ministério da Saúde, por exemplo, está disponibilizando um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. Não é um canal para tirar dúvidas, mas um espaço exclusivo para receber e apurar informações que estão sendo compartilhadas. O número é (61) 99289-4640. O ministério também possui um espaço em seu site apenas para desmentir informações falsas.

Confira, abaixo, quatro boatos sobre o coronavírus:

  1. Coronavírus veio dos animais

É mentira. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), não há nenhuma informação de que o coronavírus tenha vindo dos animais. O órgão ressalta, ainda, que as investigações sobre a origem do vírus estão em andamento. Vale lembrar que a transmissão ocorre pelo ar ou em contato com secreções contaminadas como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo (toque ou aperto de mão) e contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

  1. Vitamina C ajuda a prevenir

É fake. Tanto a OMS quanto o Ministério da Saúde desmentem a mensagem que circula com essa informação. Até o momento, não há um remédio específico contra o vírus. A principal medida preventiva contra a contaminação segue sendo lavar constantemente as mãos com água e sabão e evitar contato com pessoas infectadas.

  1. Produtos importados da China podem conter o vírus

Além de não ter nenhuma informação sobre produtos da China infectados, o tempo de tráfego dos mesmos é alto, eliminando a presença do vírus nas embalagens. O Ministério da Saúde também reforça que a Anvisa monitora diariamente aeroportos, portos e fronteiras.

  1. Gargarejo com água morna ou chá elimina o vírus

Não há nenhuma comprovação científica para o boato. Ao G1, o médico infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Leonardo Weissman, afirmou que “dizer que água morna, sal e vinagre eliminam o vírus é uma grande bobagem”. Em seu site, o Dr. Drauzio Varella também explica que a utilização de enxaguantes bucais não previne contra contaminação do coronavírus, servindo apenas para eliminar micróbios presentes na boca.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Cotidiano

Cerca de 26 sobreposições fundiárias em terras indígenas são encontradas no Acre

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Uma análise do Ministério Público Federal encontrou 26 registros de sobreposição fundiária em terras indígenas do Acre. O diagnóstico baseia-se em dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e da Fundação Nacional do Índio (Funai).

A partir de uma nota técnica da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, a Procuradoria da República amplificou as ações nacionais com uma ofensiva judicial e extrajudicial que envolveu a proposição de uma ação civil pública contra a Instrução Normativa 09/2020 da Funai, que –nas palavras do MPF – “desprotegeu 39 terras indígenas localizadas no território acreano”.

Conforme informou o procurador Lucas Costa Almeida ao ac24horas a Justiça Federal no Acre acolheu parte dos pedidos do MPF, reconhecendo que a Instrução Normativa 09/2020 da Funai viola a publicidade e a segurança jurídica ao permitir a omissão de informações essenciais nos processos de reconhecimento oficial das terras indígenas. “A referida norma encontra-se suspensa em todo território do Acre”, informa o MPF.

Atualmente, o processo encontra-se em fase de análise das alegações finais junto à 3ª Vara Federal Cível e Criminal do Acre.

Além da ACP, Lucas Costa instaurou procedimento administrativo para acompanhar a situação das propriedades cujas inscrições no Cadastro Ambiental Rural (CAR) estão sobrepostas a Terras Indígenas nos municípios de Assis Brasil, Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira.

A situação é ampla e nacional. Praticamente todo o País apresenta indícios de sobreposição. A partir da análise das informações encontradas nas bases de dados públicas do CAR e Funai é possível verificar a existência de algum tipo de sobreposição em 9901 Registros de Inscrição de imóveis rurais no CAR sobre Terras indígenas no Brasil.

Estes 9901 Registros de Inscrição correspondem a 17272 shapes de propriedades sobrepostas a Terras Indígenas. A maior parte das Terras Indígenas que possuem sobreposição com registros do CAR são as regularizadas, representando 91,7% destas sobreposições.

Concluído em junho deste ano, o levantamento faz parte de procedimento administrativo que faz, segundo o MP, “apuração, acompanhamento e prevenção da dilapidação do patrimônio público da União e da posse constitucional permanente indígena representados pela invasão , esbulho e exploração ilegal das Terras Indígenas e o seu não reconhecimento como bens da União”.

Além da Funai, órgãos como Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Incra foram notificados a enviar documentos fundiários relativos ao procedimento.

O procurador Lucas Costa Almeida Dias reforça a temática das populações indígenas e comunidades tradicionais constitui diretriz prioritária da Procuradoria da República no Acre.

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Cidades

Acesso à Vila Evo Morales em Plácido de Castro recebe galeria, elevação do leito e recapagem

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O governador Gladson Cameli destacou neste sábado, 24, avanço na implantação do acesso à Vila Evo Morales, cidade boliviana na fronteira com Plácido de Castro.

Neste momento, segundo o governador, estão sendo feitos o alteamento de quase 3 metros do leito da estrada e a implantação de uma galeria de 26 metros de comprimento.

“Após a conclusão desses serviços vamos começar a recapagem da pista”, disse o governador.

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Cotidiano

Acre quer força-tarefa interministerial para tratar de imigrantes venezuelanos

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Foto: Sérgio Vale 

O grupo de trabalho criado pelo governo do Acre vai atuar para fortalecer o atendimento a imigrantes venezuelanos, com ênfase no grupo que já vem sendo de 71 e de Políticas para as Mulheres apoia 71 indígenas Warao e outras 9 pessoas não indígenas que vivem em Rio Branco.

O governo acredita que, com a abertura das fronteiras, pelo menos, 300 novos imigrantes poderão ser direcionados à cidade. A intenção é que o grupo auxilie principalmente no abrigamento, segurança e saúde dos estrangeiros, já que o estado não possui uma casa de passagem para acolher pessoas em situação de migração. O trabalho vai ser desenvolvido por integrantes de 7 secretarias estaduais e da representação do Acre em Brasília.

Os venezuelanos indígenas da etnia Warao estão abrigados desde março em uma escola. No local eles recebem assistência social, de saúde, segurança e alimentação. Atualmente, o Acre contabiliza 369 migrantes vivendo no estado distribuídos em quatro municípios.
O governo acreano informou que a secretária Ana Paula Lima apresentou a situação da migração no estado à ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

O encontro ocorreu em Brasília, no último dia 14. Na ocasião, foi sugerida à ministra a criação de uma força-tarefa interministerial para tratar do assunto. O representante do Acre na capital federal, Ricardo França, está responsável por articular diretamente com a pasta como será a atuação dessa força tarefa no estado. (Com EBC)

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Acre

Acre defende regularização ambiental de pequenos produtores

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Representantes dos estados que integram a Amazônia Legal participaram na tarde desta sexta-feira, 23, da audiência pública convocada pela ministra Rosa Weber para colher subsídios ao julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 59, em que partidos de oposição apontam omissão inconstitucional da União quanto à suspensão do Fundo Amazônia.

Eles avaliaram o impacto ambiental dos projetos vinculados ao Fundo e das ações implementadas em cada localidade com relação à fiscalização ambiental.

Em nome da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Acre, a diretora Vera Reis destacou uma série de ações implementadas no estado para controle do desmatamento e das queimadas, com o objetivo de evidenciar a importância dos recursos proporcionados pelo fundo. Vera frisou a necessidade de dar continuidade à implementação, em especial, do Programa de Regularização Ambiental (PRA) para pequenos produtores, com ênfase nos municípios mais afetados pelo desmatamento.

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Bombando

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