Conecte-se agora

Roberto Duarte mostra origem do dinheiro para auxílio aos trabalhadores do Acre

Publicado

em

Em contraposição às críticas e questionamentos, o deputado Roberto Duarte reafirma ser viável o pagamento de R$ 1.000,00 aos trabalhadores autônomos do Acre. O governo do presidente Jair Bolsonaro já anunciou que irá suspender o pagamento da dívida dos Estados com a União em 2020 e, segundo Duarte, basta então governo acreano fazer uma negociação com os bancos Mundial e Interamericano de Desenvolvimento, os quais são concedentes de empréstimos ao Acre. Deve realizar o mesmo procedimento com bancos brasileiros, como o BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além de fazer um acordo com Tribunal de Justiça sobre os precatórios. Neste último caso, o Governo do Acre deverá pedir suspensão total de pagamentos no ano 2020 por conta da crise e calamidade gerada pelo coronavírus.

“Dessa forma o Governo teria aproximadamente R$ 500 milhões do orçamento de 2020 para fazer injeção direta na economia de nosso Estado”, calcula o deputado. Ele lembra que já existe R$ 1,5 bilhão prontos para investimento.

Duarte lembra que enquanto os autônomos estão em casa sem poder trabalhar ficam preocupados com alimentação dos seus filhos e com as contas para pagar.

Essas medidas tendem a aquecer a economia gerando consumo de produtos de primeira necessidade e boa parte retornaria aos cofres estaduais através dos impostos. Outro ponto é o investimento na construção civil, setor que produz fácil muitos empregos se tiver fomento.

“Essas medidas precisam ser levadas a sério pelo executivo estadual, pois somente assim manteremos nossa economia com capacidade de sobreviver a mais essa grave crise. Caso o governador acate minha proposta, esse dinheiro, poderá ser usado para a distribuição de renda aos autônomos”, afirma.

Anúncios

Destaque 3

“É um problema pontual”, diz Socorro Neri sobre fila por atendimento nas UBSs

Publicado

em

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Na terceira sabatina do ac24horas ocorrida na noite desta quarta-feira, 28, a prefeita Socorro Neri e candidata à reeleição pelo PSB falou acerca dos problemas da saúde municipal e também da atuação da Prefeitura de Rio Branco durante a pandemia da Covid-19.

Em relação aos problemas da falta de profissionais nas unidades de saúde, Socorro afirmou que pretende implantar um trabalho com horários intermediários nas Unidades de Referência (URAPs), mas lamentou a falta de fixação de médicos nas equipes.

“Há grande questão em Rio Branco é a dificuldade que temos tido de fixação de médicos nas equipes, além dos demais profissionais. Esses médicos têm feito processos seletivos e não temos conseguido fazer a seleção adequada. Hoje, temos nas nossas unidades 123 médicos, 53 do Mais Médicos e 70 do quadro da prefeitura”, destacou.

Já em relação às filas em que muitos cidadãos madrugam para conseguir uma ficha, Socorro minimizou e colocou como um problema pontual.

“É um problema pontual. Temos médicos que estão afastados. Eu tenho dito, inclusive, que iremos trabalhar com turnos intermediários para garantir mais médicos durante o dia para atendimentos nas URAPs. Não há essa necessidade da pessoa chegar tão cedo. Se isso está acontecendo é de forma pontual. Solicitei até que a secretária de saúde [Vomea] fizesse as fiscalizações in-loco para averiguar essas situações”, destacou Neri.

Em relação à atuação da Prefeitura ao combate da Covid-19, Socorro afirmou que atuou seguindo as recomendações das organizações de saúde, mas destacou que a compreensão que se tem hoje sobre a Covid-19 é muito diferente do que tinha no início.

“A compreensão que a gente tem hoje é muito maior do que a gente tinha no início, mas a gente sempre seguiu as orientações das organizações de saúde e dos nossos comitês. Naquele momento, tivemos que decidir na urgência, agir na incerteza, mas a gente seguiu sempre as orientações dos órgãos competentes. Trabalhamos ajudando no fluxo com a Sesacre, implantamos a teleconsulta e isso teve um resultado extraordinário, dentre outras coisas”, destacou Neri.

Continuar lendo

Destaque 3

Banco Central decide manter taxa de juros em 2% ao ano, menor patamar da história

Publicado

em

Por

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros da economia (Selic) em 2% ao ano, o menor patamar desde o início da série histórica, em 1996. A decisão foi unânime e veio dentro do esperado pelos analistas de mercado.

É a segunda reunião seguida sem mudanças na Selic. A manutenção dos juros em níveis tão baixos acontece ainda na esteira das preocupações sobre os efeitos do coronavírus no Brasil e no mundo.

O Copom não descartou voltar a cortar os juros em 2020, mas ponderou que, “devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, dever ser pequeno”.

O atual patamar da Selic é considerado “adequado” pela autoridade monetária, mas a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia “permanece acima da usual”.

“O risco fiscal elevado segue criando uma assimetria altista no balanço de riscos, ou seja, com trajetórias para a inflação acima do projetado no horizonte relevante para a política monetária”, alerta o Copom.

De 14,25% para 2% em 4 anos

Em outubro de 2016, o BC deu início a uma sequência de 12 cortes na Selic. Neste período, a taxa de juros caiu de 14,25% ao ano para 6,5% ano. De maio de 2018 até junho de 2019, a taxa foi mantida no mesmo patamar. Foram dez encontros do Copom sem mudanças na Selic.

No final de julho do ano passado, porém, o Copom reduziu a Selic em 0,5 ponto percentual, para 6% ao ano. Em dezembro, a taxa já estava em 4,5% ao ano.

Em 2020, foram cinco cortes consecutivos: em fevereiro, de 4,5% para 4,25%; em março, para 3,75%; em maio, para 3%; em junho, para 2,25%; em agosto, enfim, para 2% ao ano — patamar mantido na reunião seguinte, em setembro.

Juros ao consumidor são mais altos…

A Selic é a taxa básica da economia e serve de referência para outras taxas de juros (financiamentos) e para remunerar investimentos corrigidos por ela. Ela não representa exatamente os juros cobrados dos consumidores, que são muito mais altos.

… E poupança rende menos

Com os juros baixos, a poupança rende menos devido a uma regra criada em 2012. Quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, a rentabilidade da poupança é de 6,17% ao ano (0,5% ao mês) mais TR (Taxa Referencial). Porém, quando a Selic é igual ou menor que 8,5%, a poupança passa a render 70% da Selic mais TR.

Juros x inflação

Os juros são usados pelo BC como uma ferramenta para tentar controlar a inflação ou tentar estimular a economia. De modo geral, quando a inflação está alta, o BC sobe os juros para reduzir o consumo e forçar os preços a cair. Quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para estimular o consumo.

A meta é manter a inflação em 4% neste ano, mas há uma tolerância de 1,5 ponto para cima e para baixo, ou seja: pode variar entre 2,5% e 5,5%. No ano passado, a inflação fechou em 4,31%, dentro da meta do governo para 2019.

O índice de setembro deste ano, o último divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ficou em 0,64%, a maior para o mês em 17 anos.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado em 2020 é de 1,34%; o dos últimos 12 meses, de 3,14%.

(Com Agências de Notícias)

Continuar lendo

Destaque 3

Pandemia evidenciou falhas no sistema de saúde de Rio Branco, afirma tucano em sabatina

Publicado

em

Na sabatina do ac24horas ocorrida na noite desta terça-feira, 27, o candidato do PSDB à Prefeitura de Rio Branco, Minoru Kinpara, criticou a atuação da prefeitura de Rio Branco na pandemia do Covid-19. Minoru destacou que atenção básica é responsabilidade do município e afirmou que a Covid-19 evidenciou as falhas em gerir a saúde municipal.

“Atenção básica é responsabilidade do município. Essa pandemia tem maltratado muito a humanidade e nos atingiu de cheio, mas essa pandemia evidenciou mais ainda as falhas que temos no nosso sistema de saúde. Temos 22 municípios, Rio Branco é o penúltimo na atenção básica, e em cobertura de estratégia de saúde da família é o último. Precisamos ampliar esse atendimento que passa pela contratação de mais médicos e contratar algumas especialidades e diversificar mais”, afirmou.

Em outro trecho, Minoru relembrou a proposta de abrir as redes básicas de saúde para o atendimento leve de casos Covid-19 para ajudar a desafogar os atendimentos na rede estadual, mas que ao sugerir a proposta foi alvo de críticas da militância da atual prefeita Socorro Neri (PSB).

“Fui duramente criticado pela militância digital da atual gestão e três meses depois a prefeitura acatou a minha ideia. Na saúde não podemos perder tempo”, relembrou.

Continuar lendo

Destaque 3

Passe livre a estudantes será possível com corte de cargos comissionados, diz Minoru

Publicado

em

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Uma das propostas mais questionadas nesta campanha tem sido o passe livre aos estudantes. O autor da proposta, Minoru Kinpara (PSDB), explicou nesta terça-feira, 27, na sabatina do ac24horas, como irá implantar essa proposta que vem sendo questionada por grande parte da população.

Minoru rechaçou qualquer aumento na tarifa do transporte coletivo para o trabalhador normal para bancar a proposta do passe livre, e explicou que o dinheiro virá de cortes de cargos comissionados.

O professor afirmou que, segundo os estudos realizados por sua equipe econômica, será necessário entre R$ 7 a 8 milhões para bancar a gratuidade.

“Esse dinheiro virá de cortes de gastos comissionados. Hoje, a prefeitura gasta R$ 2,8 milhões por mês em cargos comissionados, se a gente cortar 800 mil por mês, teremos ao final do ano entre R$ 8 a 9 milhões. Então dá pra fazer. Eu não estou inventando a roda. O passe livre já existe em outras capitais”, afirmou.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Recomendados da Web

Mais lidas