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Supermercados não irão fechar suas portas no Acre

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É falsa a informação divulgada nas redes sociais de que os supermercados do Acre serão fechados, nos próximos dias, por causa do Coronavírus (Covid-19).

Em nota, o presidente da Associação Acreana de Supermercados (Asas), Adem Araújo, informou que o abastecimento nas lojas segue dentro da normalidade e afirmou que não há risco de desabastecimento nos supermercados.

Adem Araújo destacou que associação está monitorando a questão de forma permanente e também afirmou que todos os elos que integram a cadeia de abastecimento (produtores, indústrias, distribuidores, transportadores e varejo) estão empenhados em manter a qualidade operacional das mais de quase 200 lojas do setor.

“O aumento nos casos de coronavírus tem gerado maior procura por álcool gel, que é um produto preventivo para essa doença, e também por alguns itens de primeira necessidade, como papel higiênico, por exemplo. Contudo, não há registros de desabastecimento das gôndolas, especialmente em relação à itens essenciais para o consumo das famílias”, esclareceu em Nota.

Em decreto publicado na última sexta, 20, o governo do Acre estabelece o fechamento de diversos estabelecimentos como lojas, bares e restaurantes. Apenas estabelecimentos que comercializem itens de necessidades básicas permanecem com autorização para funcionar dentro das normas de prevenção ao Covid-19, entre eles estão os supermercados e farmácias.

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Mailza retorna às atividades parlamentares no Senado

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Senadora foi recebida neste sábado com carinho e alegria no aeroporto de Rio Branco pelos candidatos à prefeitura de Rio Branco, Bocalom e Marfisa e a candidata a prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes, e equipe

A senadora Mailza Gomes (Progressistas-AC) interrompeu a licença-maternidade para voltar às atividades parlamentares no Senado Federal e no Acre. Nesta semana ela participou de importantes votações no Senado e nesta manhã de sábado, 24, ela chegou no Acre com a Theodora, o Henry e o esposo James e foi recebida com festa pelos acreanos. Os candidatos à prefeitura de Rio Branco, Bocalom e Marfisa e a candidata a prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes também estavam presente.

Durante a semana, a senadora foi ao Senado para votar as indicações do governo para Anvisa, TCU, ANP, Antaq e CVM, além da aprovação da primeira diretoria da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a confirmação de Kassio Nunes Marques para o Supremo Tribunal Federal (STF).

A senadora Mailza Gomes não parou, mesmo no final da gravidez ela se reunia por videoconferência com ministros e secretários cobrando soluções para os problemas do Acre. Neste ano, ela destinou mais de R$ 70 milhões para fortalecer a saúde, infraestrutura, educação e agricultura do estado e dos 22 municípios do Acre. Ela também destinou mais de R$ 21 milhões em emendas para combater o novo coronavírus.

“O meu compromisso é com as pessoas e o meu trabalho é para melhorar a vida delas. Em meu mandato temos uma missão bem clara que é: “servir o cidadão”. Então, precisamos atender às necessidades deles e levar bem-estar e tranquilidade nos serviços públicos. Por isso destinamos recursos para os gestores aplicarem de forma transparente e eficiente nas cidades e no estado. E agora é o momento. O período eleitoral é a oportunidade de analisar as melhores propostas e escolher os melhores prefeitos e vereadores para os municípios, ou seja, que tenham competência e experiência para gerir os recursos públicos”, destacou a senadora.

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Policial federal é condenado por assédio sexual e injúria contra colega de farda no Acre

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O policial federal Marcos Roberto Ugeda foi condenado, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), pelos crimes de assédio sexual e injúria contra uma outra agente da Polícia Federal. Os fatos que ocorreram em 2018, quando Ugeda era chefe de missão no Posto de Fronteira de Assis Brasil, no interior do Acre.

Na ação penal apresentada pelo MPF, foi descrito que Ugeda, valendo-se da condição momentânea de chefia, fez três investidas (inclusive chegando a tocar o corpo da vítima) com o intuito de obter vantagem sexual, além de ter injuriado a agente de polícia em reunião profissional no Posto de Fronteira onde ambos prestavam serviço.

Na instrução do processo, a defesa do condenado tentou desqualificar a vítima imputando-lhe comportamento instável e difícil, ou até mesmo uma armação da vítima para obter vantagem em remoção para outro Estado. A Justiça entendeu que os argumentos da defesa não ajudavam o réu, pois o comportamento da vítima não apagaria, caso fosse verdadeiro, o conjunto de provas e depoimentos apresentados pelo MPF na ação penal.

Ao final da sentença, o magistrado responsável pelo julgamento somou a pena do acusado em três anos e quatro meses de detenção em regime inicialmente aberto, e cumprindo o preconizado pelo Código Penal, substituiu a pena privativa de liberdade por duas penas restritivas de direitos: a prestação de serviços à comunidade por sete horas semanais durante os mesmos 40 meses da sentença inicial, bem como a prestação pecuniária de R$ 200 Reais pelo mesmo período, para uma entidade beneficente indicada pelo Juízo.

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Ulysses detona Major Rocha nas redes sociais e diz que vice quer dar um golpe em Gladson

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Se tem uma coisa que a pandemia da Covid-19 não mudou foi a política acreana. Continua tudo igual, com tretas diárias envolvendo os personagens que fazem parte do cenário político do estado.

O “entrevero” do dia é uma carta do Coronel Ulysses publicada nas redes sociais e endereçado ao Major Rocha. Os dois, que pouco tempo atrás, eram aliados no PSL, partido que o vice-governador levou o ex-comandante da Polícia Militar do Acre, hoje são inimigos políticos declarados.

Na publicação, Ulysses replica um comentário de Rocha que afirma que o coronel PM é comunista e nunca o ajudou, e diz que o vice-governador precisa de um tratamento psiquiátrico.

Ulysses lembra que o Minoru, candidato pelo PSDB à prefeitura de Rio Branco e apoiado por Rocha, foi presidente do PT. Acusa Rocha de ter ambição apenas pelo poder e diz que Rocha faz política suja e nojenta.

No fim da publicação, Ulysses afirma querer distância de Rocha e diz que o major é “da mais alta periculosidade”.

 

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Confusão da polícia com decisão judicial solta acusado de matar e jogar corpo de mulher em cisterna

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Foto: Davi Sahid/ac24horas

Uma confusão gerada entre a Polícia Civil do Acre e uma decisão judicial fez com que o principal suspeito de matar e jogar o corpo de uma mulher na cisterna de uma residência em Rio Branco fosse solto equivocadamente nesse último final de semana. Rodrigo Duarte Gomes, acusado de matar Rosiane Martins Cavalcante, de 26 anos, estava cumprindo mandado de prisão temporária quando se envolveu em outro crime: dano ao patrimônio na delegacia da 1ª Regional.

Leia também:  

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>>>Líder do CV e homicida que matou mulher e jogou corpo em cisterna fogem de delegacia

O dano à cela onde estava teria ocorrido em pelo menos duas oportunidades. Ele também já havia fugido da delegacia por um buraco que dava acesso à rede de esgoto. A última confusão aconteceu após ele ser recuperado da fuga. Durante audiência de custódia pelo dano ao patrimônio, o juiz concedeu liberdade provisória a Rodrigo. No entanto, ele acabou liberado da prisão preventiva pela polícia sem que o crime de homicídio também tivesse sido considerado junto ao dano ao patrimônio.

Em entrevista ao G1/Acre, o delegado-geral de Polícia, Josemar Portes, afirmou que será apurado pela Corregedoria se houve erro por parte da polícia e que a delegacia tenta agora pedir a prisão preventiva do suspeito. Segundo Pontes, chegou à delegacia um documento do judiciário ordenando a soltura. A polícia agora analisa o que de fato aconteceu com relação ao caso.

Rodrigo está sob investigação e sendo procurado novamente. Além da prisão temporária, ele também era foragido do presídio de Rio Branco. O Tribunal de Justiça garante que a decisão de liberdade provisória na audiência foi apenas com relação ao crime de dano ao patrimônio e não pelo crime de homicídio. Para a Justiça, deveria ter havido uma consulta por parte da delegacia para verificar se o suspeito cumpria medida por outro crime.

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