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Policial acreano que é vereador em Alagoas é devolvido à PC do Acre acusado de diversos crimes

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Jaelson dos Santos Silva é policial civil concursado no Acre e atualmente presta serviços à Polícia Civil de Alagoas. Nas últimas eleições municipais, Mima, como é conhecido, foi eleito vereador pelo PDT no município alagoano de São Brás.

Além das atividades parlamentares, Mima, continua atuando como policial civil, onde é acusado de vários crimes que culminaram com a decisão de forma unânime do Conselho de Segurança de Alagoas em devolver Jaelson à Polícia Civil do Acre.

As acusações contra o policial estampam diversas reportagens de jornais e sites de Alagoas. Segundo as notícias veiculadas pela imprensa do estado nordestino, a coleção de crimes do policial vai desde comunicação falsa de crime, desobediência, agressão e até porte ilegal de armas.

Outra acusação que pesa contra o vereador/policial é de ter forjado um acidente para receber dinheiro do seguro. Uma funcionária do seguro teria sido ameaçada e chegou a fazer um boletim de ocorrência.

Os supostos crimes de Mima vieram à tona após o policial permitir que, em novembro do ano passado, crianças de uma escola municipal manuseassem pistolas e fuzis durante visita ao Centro Integrado de Segurança Pública de Igaci (AL).

O fato gerou grande repercussão e polêmica ao ponto do Ministério Público alagoano determinar que o caso fosse apurado pelas autoridades competentes.

O outro lado

Jaelson dos Santos Silva foi procurado e ouvido pelo ac24horas. Mima afirmou que são falsas todas as acusações e se disse vítima de perseguição política. Disse que as denúncias são frutos de sua atuação firme como vereador e policial.

“Eu sou um homem de origem pobre, fui carroceiro, e consegui passar em um concurso público aí no Acre. Em 2012 eu passei em concurso público aí na Polícia Civil no Acre. Em 2016, eu me candidatei aqui na minha cidade e ganhei. Mesmo morando no Acre, ganhei a eleição, isso já prova que eu presto. O meu problema é um tenente que hoje é capitão da PM que é um corrupto, ladrão e foi expulso da cidade, extorquindo o povo. Ele vive me perseguindo”, diz.

Mima diz que é inocente no caso das armas e que não vai quer mais renovar a cessão para a polícia alagoana.

“Isso tudo é perseguição. Aqui são os oito vereadores, o prefeito e o vice contra mim. Eu sou só um agente de polícia, eu não levei arma nenhuma para exposição, isso é uma atribuição do delegado. Como estou em segundo lugar nas pesquisas para vereador, sofro perseguição política. Eu já falei para o governo daí que não quero mais ser cedido à polícia civil de alagoas, já que a lei me ampara por tá exercendo mandato de vereador”, afirma.

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