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Assassinos de Mundico são condenados a quase 200 anos

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A Justiça de Brasiléia tornou públicas, nesta terça-feira, 3, as sentenças proferidas pelo juiz Clovis Lodi no caso do latrocínio cometido contra o produtor rural e negociante de gado Raimundo Nonato Pessoa, o Mundico, que tinha 55 anos, assassinado durante um assalto à sua propriedade, localizada na BR-317, sentido a Assis Brasil, no dia 14 de julho do ano passado.

Pessoa muito popular naquela região do estado, Mundico foi morto com um tiro de espingarda na frente da esposa e de um casal de amigos que os visitava. Na ação, foram roubadas duas caminhonetes, cerca de R$ 12 mil reais e um rifle calibre 22.

O crime teve grande repercussão nos municípios da fronteira e chegou a motivar uma audiência pública no município de Brasiléia, cerca de 40 dias após o violento acontecimento.

Cinco pessoas foram indiciadas pela polícia e denunciadas pelo Ministério Público como responsáveis pelo latrocínio. Um menor de idade também teve participação no crime, razão pela qual os réus responderam também por corrupção de menores.

Foto: Alexandre Lima

Os réus Islomar Jerônimo de Lima, Weliton Fernandes Filho, Clebson Alves Moreira, Vanderson Felipe Brasil Santana e Alexandre Amorim Oliveira foram condenados a penas que somadas se aproximam dos 200 anos de reclusão em regime inicialmente fechado.

Durante todo o processo, os advogados de defesa tentaram, em vão, desqualificar o crime de latrocínio para que os acusados fossem levados a júri popular.

As penas atribuídas aos réus ficaram assim distribuídas:

Alexandre Amorim Oliveira: 41 anos e 20 dias;

Islomar Gerônimo de Lima: 47 anos e 10 meses;

Weliton Fernandes Filho: 41 anos;

Vanderson Felipe Marcelo Santana: 47 anos e 10 meses;

Cleberson Alves Moreira: 34 anos.

O adolescente envolvido no caso já cumpre medidas socioeducativas desde o ano passado.

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