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Vereadores decidem cassação de prefeito Joãozinho neste sábado

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Depois de uma verdadeira logística para conseguir notificar o prefeito Antônio Nogueira, conhecido como “Joãozinho”, do município de Capixaba, localizado cerca de 77 km da capital, a Câmara Municipal convocou para às 18 horas deste sábado, dia 29, a sessão extraordinária que pode culminar com a cassação do chefe do executivo. O advogado do prefeito foi notificado no início da noite desta sexta-feira (28).

Uma ação popular protocolada na Câmara Municipal culminou com as investigações e a instalação de uma Comissão Processante, que tem como relator o vereador Gedeão. O caso se complicou após a Operação Usurpadora desencadeada em novembro do ano passado pela Policia Federal no Acre, que cumpriu 8 mandados de segurança, dois deles de prisão contra secretárias do município.

Por telefone, na noite de hoje (28), o presidente da Câmara, vereador Richard (PDT), disse que sete vereadores compareceram na sessão extraordinária convocada pelo poder legislativo. “Não foi possível ler o relatório do vereador Gedeão para dar continuidade ao processo, porque o prefeito não havia sido notificado para ter conhecimento da sessão”, disse Richard.

Após o comparecimento do advogado na sessão extraordinária, os trabalhos foram suspensos e o procurador notificado. “Imediatamente convocamos uma sessão para amanhã quando, os setes vereadores presentes foram notificados para comparecer”, acrescentou o presidente.

Segundo o decreto lei 201, com seis votos o prefeito é cassado. Richard não garantiu quórum na sessão convocada para este sábado, ele reclama de intervenções que vêm sendo feitas pelo prefeito e seus assessores, na tentativa de não permitir a conclusão do processo.

O clima na cidade é quente. Forças políticas contrárias, uma que apoia a cassação e outras que lutam pela permanência do gestor, fazem um grande debate, principalmente pelas redes sociais. Nesta sexta-feira, muitos populares foram para a frente da Câmara Municipal pedir a cassação de Joãozinho.

O outro lado

A reportagem não conseguiu falar com o prefeito Joãozinho e nem com o seu advogado de defesa neste caso. Segundo a Mesa Diretora, além de não comparecer em nenhuma convocação feita pela Comissão Processante, o prefeito e seu defensor não enviaram nenhuma defesa escrita.

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