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Bestene volta atrás após ser acusado de ofensa na rede social

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Foto: Sérgio Vale

“Processo nesses vagabundos de plantão”. Foi com essa frase que o deputado estadual José Bestene (Progressistas) comentou a publicação de esclarecimento de sua nora, a diretora-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Acre (Ageac), Mayara Cristine Bandeira de Lima, nas redes sociais, após divulgação da notícia de que a mesma teria sido notificada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) por supostos indícios de irregularidades numa contratação de mais de R$ 500 mil.

Após defender a familiar, o comentário do deputado ganhou repercussão e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre (Sinjac) emitiu uma nota de repúdio. “Os jornalistas exercem sua função, que é levar informação a população, ainda que venha desagradar autoridades. O fato no qual o deputado se refere não se trata de uma narrativa inventada pelos profissionais, mas de uma apuração do maior órgão fiscalizador do Estado do Acre”, escreveu o sindicato.

Na tarde deste sábado, 29, Bestene publicou uma nota de esclarecimento em suas redes sociais dizendo que tem respeito e admiração aos jornalistas acreanos. “Jamais fiz comentários para denegrir ou ferir a honra de pessoas que formam uma categoria tão nobre, como os jornalistas. Falei sim, daqueles que se escondem atrás de perfis falsos nas redes sociais, para ferir a honra de pessoas e famílias”, disse.

O parlamentar ressaltou que sua família vem sendo alvo de acusações. “Fatos lamentáveis, patrocinados por pessoas que não tem compromisso com o desenvolvimento do Acre e só querem defender seus próprios interesses”, afirmou.

Ele finalizou dizendo: “não me referi aos jornalistas, categoria que respeito e admiro, mas sim a esses covardes que ficam nas redes sociais camuflados, ferindo a honra de quem quer trabalhar pelo bem do Acre”.

O TCE cobrou explicações da nora de Bestene por entender que há indícios de um suposto superfaturamento ou sobrepreço (49/2019/DEAF). A recomendação é para que Mayara suspenda a compra do item e esclareça ao TCE no prazo de cinco dias os motivos pelo preço apresentado.

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