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Rocha quer fortalecer o turismo ecológico na Serra do Divisor

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O vice-governador do Acre Major Rocha passou grande parte do período do Carnaval no Parque Nacional da Serra do Divisor, em Mâncio Lima. Ele voltou entusiasmado com o potencial do turismo ecológico do local, onde quer garantir investimentos do governo do Estado.

Para Rocha, o local que atrai turistas de várias partes do mundo, necessita de uma atenção maior com relação à infraestrutura. “O Mirante, por exemplo, precisa de reforço para oferecer maior segurança para os visitantes, além de reparos em outros locais”, conta ele, que também visitou as cachoeiras do Ar condicionado, do Amor e Pirapora, além do Buraco Central.

A ideia agora é investir e divulgar o parque por meio da secretaria de Turismo do Estado. “Em um final de semana se gasta de R$ 600 a R$ 700 incluindo transporte, hospedagem alimentação e guia. Precisamos divulgar essas belezas para que o próprio acreano saiba que aqui perto tem cachoeiras espetaculares”.

O fortalecimento dessa rota turística viabilizará o incremento de outros negócios, como as Agências de Turismo e de transporte em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima. Além das cachoeiras, trilhas e o Mirante, o Parque também abrirá em breve para visitações, também com cavernas recentemente descobertas.

O Parque conta atualmente com duas pousadas, serviços de guia e de transporte de bagagens.

O parque e a estrada ao Peru

Com relação à estrada que cortará o Parque rumo à Pucallpa, no Peru, o vice-governador relata que a área atingida será de 20 km e fica em um setor do parque onde não há atividade turística.

Ele cita que no traçado anterior, a rodovia cortava 50 km do Parque, o que foi minimizado na rota atual. Sobre o projeto da deputada federal Mara Rocha, que busca alterar a modalidade de parque para Área de Proteção Ambiental, o que acaba com a proteção integral da unidade, Rocha afirma que o tema requer atenção especial, tendo em vista a necessidade das pessoas que vivem no local.

“Todos que vivem lá sabem que o turismo ecológico é a fonte de renda, então sabem também da importância da preservação, mas também querem ter uma agricultura de subsistência. Isso tem que ser equilibrado para que todas as atividades beneficiem a comunidade local”, conclui.

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