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42 mil acreanos estão desalentados ao procurar emprego

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Em mais um detalhamento da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílio (PNAD) do IBGE, os economistas do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre identificaram que 10,6% da população acreana economicamente ativa estão desalentados ao procurar trabalho.

Esse número corresponde a 42 mil acreanos desalentados. Junto com Tocantins, com 7,3%, detinham os maiores percentuais da região Norte em 2019. Rondônia (2,4%) e Amapá (3,3%), os menores.

A população desalentada é tecnicamente definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.

No Brasil, o percentual de pessoas desalentadas (em relação à população na força de trabalho ou desalentada) no 4º trimestre de 2019 foi de 4,2% e ficou estável em ambas as comparações.

Maranhão e Alagoas (ambos com 17,3%) tinham os maiores percentuais e Santa Catarina (0,8%) e Rio de Janeiro (1,2%), os menores. Para a Região Norte o percentual foi de 5,3%, um pouco acima do percentual nacional.

O número de desalentados no 4º trimestre de 2019 do Brasil foi de 4,6 milhões de pessoas de 14 anos ou mais. O da Região Norte foi de 470 mil, o maior contingente da região estava no Pará (224 mil) e Amazonas (102 mil).

Os dados foram publicados em 14 de fevereiro pelo IBGE, através da PNAD Contínua Trimestral. Os dados foram trabalhados pela equipe técnica do Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre. Outras informações estão no Boletim Trimestral da Força de Trabalho que já está publicado no endereço http://observatoriodoacre.org.br/.

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