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Um carnaval de emoções políticas!

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Há muito que o voto deixou de ser racional se é que já foi algum dia. Política é paixão. Emoção, sentimento, amor, ódio, inveja, competição, confusão, fúria, divisão, traição, partidarismo. Como diz o Apóstolo Thiago (para evangélicos, era um dos filhos de Maria, irmão de Jesus; para os católicos, apenas um primo): “A política é animal e diabólica”.

Até a Revolução Francesa era divina, nobre, virtuosa, platônica, aristotélica, medieval, cidade ideal, reis, rainhas, nobres, clérigos, ungidos e etc… Veio o Mercantilismo, pré-capitalismo, capitalismo, Renascimento, Iluminismo, revoluções e, …o Nicolau Maquiavel, aí…”pimba na gorduchinha”, como diria Osmar Santos.

Então, êpa! Pó parar! Tira Deus desse negócio porque política é coisa de homens. Rasteira, mesquinha, ruim, perversa, sofista. Lá da Grécia o Protágoras gritou do tumulo: “Eu não disse que o homem era a medida de todas as coisas, seus m*”!!

No meio dessa confusão toda em se querer saber, investigar e conhecer a política e sua organização, o Hobbes disse: o homem nasce mal, perverso, ruim, dissimulado, covarde, medroso, tipo um safado mesmo! Tem que ter um governo que nem o do Bolsonaro (bem escroto) para enquadrar todo mundo. (Brincadeirinha), é pior, o Levitatã. Mas, como é caso de política, o Rousseau contestou: “O homem nasce bonzinho, a sociedade o corrompe”. Tipo os milicianos do Rio, nasceram na maternidade tudo bonzinho.

Resultado! Aprendemos tudo e não evoluímos nada. A política é regida pelo interesse, pela utilidade. A política é opressora, corpulenta, asfixiante, corrompe, é corrompida, intolerante, desleal, viciosa, depravada, desmoralizada, humana…, mas, também, um carnaval de emoções! É um paradoxo: tem a solução para a viabilidade da vida humana, sem ela seria muito pior, mas é isso que está aí.

Na democracia brasileira temos eleições. Um belo artificio. É como se tivéssemos o carnaval de todos os anos e um à parte, um “carnaval político”, de dois em dois anos. Os candidatos desfilam nas passarelas com seus blocos partidários (partidos políticos) e o povo aplaudindo nessa grande Sapucaí que é o Brasil. Vale tudo, é só emoção! Ó abre alas…! Ontem à noite um bloco de carnaval no Rio cantava: “Doutor, eu não me engano/ o Bolsonaro é miliciano”! A política é ou não é um grande carnaval com sede em Brasília??!!

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