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“Vamos dar uma resposta”, diz Ulysses sobre tiros em enterro

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Imagens registradas essa semana causaram espanto aos moradores de Rio Branco, principalmente ao que residem na parte alta da cidade. Durante o enterro de Adriel da Silva, de 20 anos, companheiros fizeram uma queima de fogos e usaram armas de fogo para atirar, ao menos, dez vezes para cima em homenagem ao falecido. Nessa sexta-feira, 14, o comandante-geral da Polícia Militar do Acre, coronel Ulysses Araújo, concedeu entrevista ao Jornal do Acre, na Rede Amazônica, explicando os fatos.

Segundo a polícia, Adriel pertencia a uma organização criminosa. Ele morreu num confronto com o Batalhão de Operações Especiais (Bope) no Conjunto Rosa Linda, na última segunda-feira (10). O comandante da PM afirmou que, infelizmente houve o caso dos tiros ao alto no cemitério Jardim da Saudade, mas que a situação não irá mais ocorrer. “Aquilo [tiros ao alto] não vai mais acontecer. Aconteceu, mas não vai mais”, garantiu o comandante.

De acordo com Ulysses, a Polícia Militar está empenhada no caso. “Vamos dar uma resposta”, disse. Para o coronel, “quem tem salva de tiros é herói, ali não tinha nenhum herói [sendo enterrado], ali tinha bandido”, salientou.

Além de um morto, o confronto da polícia com criminosos ainda deixou outro ferido e duas mulheres presas.

Entenda

A polícia recebeu informações de que membros de uma organização criminosa estavam reunidos em uma casa no Rosa Linda. Uma guarnição do Bope foi até o local, cercaram a residência e dois suspeitos reagiram. Na troca de tiros, Adriel foi atingido e morreu no local. Já seu comparsa foi apenas ferido com um disparo. Na ação, duas mulheres ainda não identificadas foram presas. Duas armas de fogo também foram apreendias. O caso está sob a responsabilidade de investigação da Polícia Civil.

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