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Informalidade já ocupa 50,2% da força de trabalho no Acre

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A informalidade toma conta da economia do Acre e já tem taxa média de 50,2% da população ocupada. Esse percentual é maior que a taxa média de informalidade em 2019 para o Brasil, que ficou em 41,1% (38,4 milhões de pessoas) da população ocupada.

Entre as unidades da federação, as maiores taxas médias anuais foram registradas no Pará (62,4%) e Maranhão (60,5%) e as menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%).

Conforme apurou o ac24horas especialmente o serviço de compartilhamento de viagens e delivery de comida cresceram muito no Acre no último ano. Um motorista estimou em 9.000 homens e mulheres dirigindo para aplicativos de corrida em Rio Branco, atividade sem nenhum vínculo empregatício.

De outro lado, a taxa média anual de contribuição previdenciária de todos os trabalhos das pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas no Acre foi de 48,8%, a nona menor do País. Ou seja: quanto maior a informalidade menor a participação do trabalhador na previdência social do Estado. Os dados foram divulgados na manhã desta sexta-feira (14) pelo IBGE e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua trimestral.

No Brasil a taxa média anual de contribuição previdenciária de todos os trabalhos das pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas foi de 62,9%. A maior taxa média anual foi registrada em Santa Catarina (81,2%) e a menor no Pará (38,2%).

Além da completa informalidade, o Acre é hoje um Estado com muita gente trabalhando por conta própria: O percentual da população ocupada do Acre trabalhando por conta própria era de 32,1%, o que põe o Estado entre os cinco com maior contingente nessa condição.

Em compensação, o comércio emprega com carteira assinada 69,4% da população em idade de trabalho no Acre.

Em nível de País, a taxa de informais é de 26,0%. As unidades da federação com os maiores percentuais foram Amapá (37,3%), Pará (35,9%) e Maranhão (32,7%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,4%), Santa Catarina (22,5%) e São Paulo (21,4%).

 

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