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Autoridades do Acre recebem honraria de governo peruano como Visitantes Ilustres

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FOTOS: SÉRGIO VALE - ac24horas.com

No encerramento do Encontro Ucayali-Acre 2020 que ocorreu na tarde desta terça-feira, 11, autoridades públicas políticas do Acre receberam honrarias do governo de Ucayali como Visitantes Ilustres. A homenagem serviu para fortalecer o objetivo de integrar as políticas econômicas de ambos os Estados. Após a solenidade, o governador do Departamento de Ucayali, Francisco Pezo, afirmou que as autoridades acreanas demonstram empenho e merecem reconhecimento pelo esforço que veem fazendo pela integração político/econômica entre Acre e Peru.

As horarias foram entregues ao vice-governador do Acre, Major Rocha, ao presidente da Federação das Indústrias do Acre (Fieac), José Adriano, ao embaixador da República Federativa do Brasil no Peru, Rodrigo Soares, ao prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, ao prefeito de marechal Thaumaturgo, Isaac Piyãko, ao prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary, prefeito de Mâncio Lima, Isaac Lima, ao prefeito de Senador Guiomard André Maia, presidente da Associação do Comércio de Cruzeiro, Edinilson de Oliveira Cesar, ao vice-prefeito de Plácido de Castro, Francisco Tavares e aos deputados estaduais Luiz Gonzaga e Marcos Antônio.

Políticos de cidades e estados peruanos também foram homenageados na ocasião. “A integração vai continuar, mesmo com percalços no caminho. Vemos as potencialidades econômicas entre Acre e Ucayali e os negócios que vão acontecer a partir de agora com a dedicação desta comissão”, explicou Pezo, político peruano.

Para o vice-governador Major Rocha, a honraria de Visitante Ilustra demonstra reconhecimento. “E isso aumenta o nosso compromisso de continuar lutando por essa causa, aumenta nosso comprometimento”. Segundo Rocha, não há como duvidar de que este projeto vai dar certo. “Esse reconhecimento reforça nosso compromisso de continuar trabalhando pela integração com o Peru”, afirmou.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), José Adriano, agradeceu o gesto carinhoso da equipe peruana e salientou que homenagem demonstra o quanto o país vizinho ao Acre aprecia e também precisa da integração comercial. “Essa atitude prova que é necessária a discussão e fortalecimento pelo processo de integração dessas duas regiões”, frisou.

FOTOS: SÉRGIO VALE – ac24horas.com

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Destaque 6

Em pleno período de chuvas, Acre registra 16 focos de queimadas

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Além do crescimento do desmate em janeiro, o Acre vive uma situação de degradação ambiental com o aumento no número de focos de queimadas –isso em pleno inverno amazônico.

Segundo o relatório diário do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) entre 1º de janeiro e 15 de fevereiro deste ano o Acre acumula 16 focos de calor, número que não vê há muitos. Para se ter exemplo, o maior quantitativo de pontos de queimadas detectado pelos satélites do Inpe nos últimos cinco anos (1º jan-15 fev) foi em 2016 quando o Estado apresentou 14 focos.

Para se ter uma ideia, a diferença em relação ao mesmo período do ano passado é de 700%, já que entre 1º de janeiro e 15 de fevereiro de 2019 ocorreram apenas 2 focos de queimadas no Estado do Acre. Os focos de 2020 só perdem para igual período de 2005 (20).

Veja o quadro do Inpe:

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Destaque 6

Desemprego cresceu 0,8% no Acre

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Além da explosão na informalidade no último ano, a taxa de desocupação do Acre no 4º trimestre de 2019 foi de 13,6% a quinta maior do Brasil), aumentando 0,8% em relação ao trimestre de julho-setembro, quando o desemprego estava em 12,8% da população em condições de trabalhar.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (13,1%), houve aumento de 0,5%. Os dados foram trabalhados pela equipe técnica do Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre.

A taxa média de informalidade em 2019 para o Acre foi de 50,2% da população ocupada, a décima primeira maior em relação aos demais estados da federação. Esta mesma taxa para o Brasil ficou em 41,1% (38,4 milhões de pessoas).

Entre as unidades da federação, as maiores taxas médias anuais foram registradas no Pará (62,4%) e Maranhão (60,5%) e as menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%). Os dados foram publicados hoje, pelo IBGE, através da PNAD Contínua Trimestral.

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