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“Faltou o governo apontar o rumo e o que vai fazer para combater a violência”, afirma Jenilson

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FOTO: SÉRGIO VALE

Do ponto de vista da presença dos representantes do poder legislativo, o encontro para discutir a segurança pública no Acre, onde foi lançado o programa Acre pela Vida, foi um fracasso.

Da Assembleia Legislativa do Acre, apenas os deputados estaduais Jenilson Leite (PSB), Fagner Calegário (PL), José Bestene (Progressistas) Doutora Juliana (PRB) e o presidente da casa, deputado Nicolau Júnior (Progressistas), estiveram presentes.

Já por parte da bancada federal, somente as deputadas federais Perpétua Almeida (PCdoB) e Vanda Milani (SD) estiveram presentes, além do senador Sérgio Petecão (PSD).

Mesmo com a pequena presença parlamentar, Jenilson Leite classificou como positiva a iniciativa do governo em reunir os poderes para discutir soluções para a violência no Acre. “Eu considero importante a iniciativa do governo em convidar os poderes. Considero que é um assunto de extrema complexidade. O primeiro papel do Estado é garantir a segurança da população”, disse Jenilson.

O parlamentar, no entanto, afirma que esperava a apresentação de um planejamento à curto, médio e longo prazo para o enfrentamento a criminalidade. “Não percebi isso e senti falta. Acho que houve uma preocupação muito grande em mostrar como o crime atua. Problemas que são corriqueiros como as fronteiras abertas, por onde entram drogas e armas não foi apresentado como isso vai ser combatido. Essa é uma responsabilidade do governador e de sua equipe, e nós, do parlamento estamos para ajudar na aprovação das leis. Até porque quando a população elegeu Gladson e o Major Rocha, elegeu apostando nas promessas de trazer resultados”, afirma Jenilson.

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Unidade do IBGE no Acre já se prepara para o Censo 2020; edital sai no começo de março

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Com atraso de quase um ano, o edital com mais de 200 mil vagas para o Censo 2020, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será publicado no início do mês de março, segundo previsão divulgada na semana passada pelo órgão. O processo para contratar trabalhadores temporários para o censo demográfico brasileiro, nas funções de recenseador e agente censitário, foi anunciado em maio do ano passado.

A banca organizadora do concurso, será o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). Serão 196 mil vagas para recenseador, mais de 23 mil para agente censitário supervisor e pouco mais de 6 mil para agente censitário municipal. Segundo o IBGE, os detalhes adicionais, como o nível de escolaridade exigida, só serão divulgados na publicação do edital.

No Acre, a Secretaria Estadual de Educação do Acre vai ceder espaços em escolas e equipamentos multimídia para o treinamento das equipes que vão trabalhar no Censo Demográfico 2020 no estado. A parceria foi firmada com a Unidade Estadual do IBGE (UE/AC) durante reunião realizada no último dia 4 de fevereiro, na capital, Rio Branco.

No encontro, a equipe da UE/AC também apresentou ao secretário estadual de Educação, Mauro Sérgio Ferreira da Cruz, o projeto IBGEeduca, ferramenta que pode auxiliar os professores na sala de aula. A plataforma online reúne conteúdos didáticos criados a partir das pesquisas do IBGE e disponibilizados gratuitamente na internet.

O encontro aconteceu na sede da secretaria Estadual de Cultura e Esportes e contou também com a participação do professor José Rego, chefe do Departamento de Gestão da pasta. Rego fará as intermediações entre o IBGE e as coordenações dos núcleos de educação do estado para que os espaços sejam cedidos instituto.

A Unidade Estadual do IBGE (UE/AC) também recebeu, no último dia 3 de fevereiro, os novos agentes censitários operacionais (ACOs) e os coordenadores censitários subáreas (CCS) para formalização dos contratos. Eles vão atuar no Censo Demográfico 2020, no Acre.

A recepção dos novos servidores temporários foi feita pelo coordenador operacional, Sebastião Júnior, pela coordenadora de treinamento, Gardênia de Oliveira, e pelo coordenador da área Rio Branco, Gilvan Ferreira. Também participaram da primeira interação o coordenador de informática, Raphael Dias, e o coordenador de área de Brasiléia, Ednaldo da Silva.

Com o objetivo de ambientar os novos colaboradores com as atribuições de seus respectivos cargos, foram citadas algumas das atividades que serão desenvolvidas por eles durante a operação censitária. Foram abordadas também, metodologias de treinamento de pessoal, bem como demais trabalhos de preparação prévia que antecedem o processo de coleta do Censo.

Os ACO’s e os CC’s também estão conhecendo, na prática, os principais conceitos apresentados pelo IBGE como Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE) e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), através do acompanhamento das equipes em campo.

Com informações do Portal do IBGE.

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Relatório de Mailza que obriga salário-maternidade em até 30 dias é aprovado

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A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado aprovou o relatório da senadora Mailza Gomes do projeto de 5.225/2019 que determina o pagamento do salário-maternidade, diretamente pela Previdência Social, em até 30 dias contados de sua solicitação junto ao INSS.

Mailza Gomes recomendou a aprovação da matéria por considerar como prioridade constitucional a garantia do direito das crianças a uma vida digna. Para ela, a medida vai assegurar o atendimento imediato das necessidades de mães e filhos durante a fase de adaptação que ocorre quando uma nova família é constituída.

“As mães naturalmente ficam bastante indisponíveis para lidar com pleitos burocráticos, além de as mães e as crianças estarem especialmente vulneráveis. Assegurar o pagamento tempestivo das verbas legalmente devidas apenas evita que passem por turbulências desnecessárias nesse período”, defendeu a relatora.

O relatório de Mailza Gomes foi lido pelo senador Flávio Arns (Rede-PR). A matéria, de autoria do senador Cid Gomes, segue para a análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde será votada em caráter terminativo.

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