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Bittar diz que Antônio Pedro tem “feudo político” em Xapuri

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DEPUTADO ESTADUAL ANTÔNIO PEDRO (DEM) - FOTO: SÉRGIO VALE - ac24horas.com

Durante a pré-convenção da Comissão Executiva Municipal do MDB em Xapuri, que no último sábado, 8, definiu o nome do advogado Carlos Venícius como o pré-candidato do partido à prefeitura do município, o senador Márcio Bittar criticou a estratégia política do deputado estadual Antônio Pedro (DEM), que detém a maioria dos cargos comissionados do governo na cidade.

O senador se referiu ao assunto para reforçar a posição do seu partido de sustentar candidatura própria no município onde Aílson Mendonça, filho do deputado do Democratas, seria, em tese, o nome do governo para a disputa da prefeitura sendo mantida a aliança ajudou a eleger o governador Gladson Cameli no primeiro turno da última eleição estadual com 53,71% dos votos.

“Apossam-se de toda a estrutura de poder no município e depois dizem que temos que me apoiá-los porque senão quem vence é o PT? Nada disso, o MDB tem projeto político definido e temos todas as condições de apresentar candidatos competitivos e ganhar as eleições não apenas em Xapuri, mas em outros municípios também”, afirmou o parlamentar acreano.

Desde o início do atual governo, emedebistas e democratas se desentendem em Xapuri. Primeiro, por conta da distribuição dos cargos do governo entre os aliados, que na cidade beneficiou amplamente o deputado Antônio Pedro; segundo, por conta de uma disputa pelo comando da Associação Comercial do município que envolve o deputado e o dirigente municipal do MDB, Celso Paraná.

A disputa de poder que afastou o DEM e o MDB no município também distanciou o pretenso candidato Aílson Mendonça da condição de nome favorito a representar a aliança dos partidos de oposição na cidade, resultando no lançamento das pré-candidaturas do advogado Carlos Venícius e do vereador Gessi Capelão, mais bem avaliados que o democrata nos levantamentos internos.

Latifúndio improdutivo

O “feudo” citado pelo senador Márcio Bittar também trouxe outro prejuízo político para Antônio Pedro e o filho em Xapuri. Aílson é dono de uma rejeição gigantesca dos eleitores consultados nas pesquisas internas feitas pelo próprio grupo político ao qual ele pertence. Prova de que o latifúndio estabelecido pelos democratas no município, resultado do apoio dado ao governo eleito, não está sendo tão produtivo quanto se esperava.

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Destaque 6

Desemprego cresceu 0,8% no Acre

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Além da explosão na informalidade no último ano, a taxa de desocupação do Acre no 4º trimestre de 2019 foi de 13,6% a quinta maior do Brasil), aumentando 0,8% em relação ao trimestre de julho-setembro, quando o desemprego estava em 12,8% da população em condições de trabalhar.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (13,1%), houve aumento de 0,5%. Os dados foram trabalhados pela equipe técnica do Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre.

A taxa média de informalidade em 2019 para o Acre foi de 50,2% da população ocupada, a décima primeira maior em relação aos demais estados da federação. Esta mesma taxa para o Brasil ficou em 41,1% (38,4 milhões de pessoas).

Entre as unidades da federação, as maiores taxas médias anuais foram registradas no Pará (62,4%) e Maranhão (60,5%) e as menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%). Os dados foram publicados hoje, pelo IBGE, através da PNAD Contínua Trimestral.

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Destaque 6

Informalidade já ocupa 50,2% da força de trabalho no Acre

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A informalidade toma conta da economia do Acre e já tem taxa média de 50,2% da população ocupada. Esse percentual é maior que a taxa média de informalidade em 2019 para o Brasil, que ficou em 41,1% (38,4 milhões de pessoas) da população ocupada.

Entre as unidades da federação, as maiores taxas médias anuais foram registradas no Pará (62,4%) e Maranhão (60,5%) e as menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%).

Conforme apurou o ac24horas especialmente o serviço de compartilhamento de viagens e delivery de comida cresceram muito no Acre no último ano. Um motorista estimou em 9.000 homens e mulheres dirigindo para aplicativos de corrida em Rio Branco, atividade sem nenhum vínculo empregatício.

De outro lado, a taxa média anual de contribuição previdenciária de todos os trabalhos das pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas no Acre foi de 48,8%, a nona menor do País. Ou seja: quanto maior a informalidade menor a participação do trabalhador na previdência social do Estado. Os dados foram divulgados na manhã desta sexta-feira (14) pelo IBGE e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua trimestral.

No Brasil a taxa média anual de contribuição previdenciária de todos os trabalhos das pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas foi de 62,9%. A maior taxa média anual foi registrada em Santa Catarina (81,2%) e a menor no Pará (38,2%).

Além da completa informalidade, o Acre é hoje um Estado com muita gente trabalhando por conta própria: O percentual da população ocupada do Acre trabalhando por conta própria era de 32,1%, o que põe o Estado entre os cinco com maior contingente nessa condição.

Em compensação, o comércio emprega com carteira assinada 69,4% da população em idade de trabalho no Acre.

Em nível de País, a taxa de informais é de 26,0%. As unidades da federação com os maiores percentuais foram Amapá (37,3%), Pará (35,9%) e Maranhão (32,7%) e os menores estavam no Distrito Federal (19,4%), Santa Catarina (22,5%) e São Paulo (21,4%).

 

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