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Acre não tem criadouros de animais silvestres registrados no Ibama, aponta estudo

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O Acre não possui criatórios comerciais registrados no Sistema Nacional de Gestão de Fauna Silvestre (Sisfauna), segundo o diagnóstico inédito produzido pelo Ibama com apoio do Sistema de Gestão do Uso da Fauna no Estado de São Paulo (Gefau/SP). Divulgado dia 31 de janeiro deste ano o estudo traduz em números a realidade da criação comercial de animais silvestres no país até 2019.

De outro lado, o Acre foi destino de 12 animais silvestres comprados legalmente. Não há detalhes de quais espécies foram trazidas.

O diagnóstico, elaborado pela Coordenação de Monitoramento do Uso da Fauna e Recursos Pesqueiros do Ibama, teve como objetivo compilar os dados armazenados em sistemas de gestão sobre empreendimentos comerciais, sistematizá-los e apresentá-los como informações úteis à sociedade e ao meio acadêmico.

Os Estados onde não há comércio legal de animais da fauna silvestre é citado como algo que “chama a atenção” no estudo do Ibama. “Chama a atenção o fato de nove estados não apresentarem nenhuma venda registrada no SisFauna. Destes, sete não têm nenhum criador comercial cadastrado: Roraima, Rondônia, Amapá, Acre, Sergipe, Rondônia e Paraíba”, diz o Diagnóstico da Criação Comercial de Animais Silvestres no Brasil.

O mercado de animais exóticos representa 23% do mercado de animais de estimação do País. A cada quatro animais vendidos como animal de estimação, um é exótico. Além disso, se considerarmos as 20 espécies com mais vendas declaradas no Brasil, 40% são exóticas.

Nos criadouros do SisFauna há um plantel total de 431.867 indivíduos, que estão distribuídos em 553 espécies. O mercado de abate é responsável pela criação de 77,91% dos animais presentes nos empreendimentos comerciais do Brasil, representando somente 8,98% do total de empreendimentos. Já o mercado de animais de estimação é responsável pela criação de 19,61% do total de animais desse plantel e 77,91% dos criadouros.

O mercado de animais de estimação é muito forte. Quase 70% das vendas realizadas nos últimos 4 anos foram para esse mercado, que movimentou mais de 90% do valor total comercializado.

Acesso o estudo do Ibama: http://www.ibama.gov.br/phocadownload/fauna/faunasilvestre/2019-ibama-diagnostico-criacao-animais-silvestes-brasil.pdf

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