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Deputada Jéssica Sales libera mais de R$ 1,3 milhão para vários municípios acreanos

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A deputada Jéssica Sales (MDB) conseguiu no Ministério da Defesa, por meio do Programa Calha Norte, a liberação de R$ 1 milhão para o seguimento de importantes obras que estão sendo realizadas em Sena Madureira, Cruzeiro do Sul, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Mâncio Lima. Pelo Ministério da Cidadania a parlamentar liberou R$ 100 mil para a aquisição de equipamentos para o Cras do município de Jordão. E para Senador Guiomard, Sales garantiu no final de 2019 um ônibus escolar no valor de R$ 226 mil.

A Prefeitura de Sena Madureira foi contemplada com as primeiras parcelas de convênios que permitirão o início das obras do Centro do Idoso e do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Esses investimentos somam R$ 550 mil e são provenientes de recursos extra-emenda de 2017, conseguidos pela parlamentar.

A Prefeitura de Marechal Thaumaturgo recebeu o repasse de R$ 50 mil para a construção de uma garagem municipal, resultante de convênio firmado com o Governo Federal no valor de R$ 250 mil. Foi disponibilizado também para o município a primeira parcela de R$ 150 mil para a construção do Centro Administrativo Municipal. O valor total destes dois convênios chegam a R$ 1 Milhão.

Já o município de Cruzeiro do Sul foi contemplado com a segunda parcela de R$ 104 mil para a implantação do sistema de abastecimento d’água da comunidade Florianópolis. O montante é referente ao convênio firmado em 2017, totalizando R$ 300 mil.

O município de Mâncio Lima foi contemplado com a primeira parcela no valor de R$ 200 mil, recurso garantido em 2017 para construção do primeiro Mercado do Produtor. O valor total desta importante obra para os agricultores, chega a R$ 1 Milhão.

A Prefeitura de Porto Walter recebeu a segunda parcela de R$ 320 mil, proveniente de extra emenda no valor de R$ 800 mil pelo programa Calha Norte, para a construção da Escola Municipal de Ensino Fundamental, localizada na comunidade ribeirinha, denominada Besouro.

Jéssica Sales, garantiu ainda no final de 2019 um ônibus escolar para o município de Senador Guiomard. Esse recurso já está empenhado, e em breve estará sendo liberado para fortalecer e apoiar a Educação, que é uma das prioridades do seu mandato do município.

Além de Senador Guiomard, a parlamentar conseguiu todos os equipamentos para dar apoio ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Jordão. Já foi disponibilizado para a prefeitura do município o valor de R$ 100 mil para a compra de equipamentos eletrônicos, eletrodomésticos, informática, som e imagem, entre outros.

O êxito na obtenção desses recursos se deve ao trabalho incessante da deputada Jéssica Sales, junto aos ministérios de Brasília. “Eu faço uma política focada! Meu objetivo é levar os resultados alcançados durante o mandato. Eu procuro sempre ajudar em todas as áreas, sou municipalista, conheço as dificuldades enfrentadas pelos prefeitos. Todo recurso que eu consigo e libero chega diretamente no que pra mim é mais importante, as famílias acreanas”, finalizou a deputada.

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Acre 01

Luiz Calixto – Salve Jorge, um míssil desgovernado

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Depois de 13 meses sendo espezinhado pelos próprios aliados, cuja “medida do ter” nunca enche, e só aparecem ao lado do governador quando a pauta oficial é simpática, eis que saiu da toca o ex-prefeito, ex-governador e ex-senador Jorge Viana para avaliar a seu modo e a medir com a régua dele, os rumos do governo de Gladson Cameli.

Óbvio, que o pesado fardo da maldita herança petista fez curvar o espinhaço do companheiro general, o que pode ser mensurado pelas centenas de comentários desfavoráveis nas redes sociais ao rei deposto.

De início, Jorge Viana destacou como pecado capital de Gladson o rateio de cargos comissionados entre os deputados que formam o time de Cameli. Nas palavras dele, “cada um procura tomar a bola do outro”, numa alusão à falta de entrosamento dos secretários.

Ora, com essa afirmação Jorge Viana desdenha da memória do povo acreano ao tentar negar que no governo dele a base parlamentar também era muito bem alimentada, bem como sua parentada o foi.

A diferença é que na sua época o deputado “que comia do seu pirão provava do seu cinturão”.

Na gestão de Cameli, o que se observa é que quanto mais o partido aliado tem, mais problemas para o governo ele cria.
O erro de Cameli é ser demasiadamente democrático.
Veja-se o exemplo do PMDB. O partido ocupa importantes espaços na administração e, no entanto, vive permanentemente com a metralhadora apontada para cabeça ou para o coração do governador.

Esperto, e pretendendo se mostrar como uma flor no meio do lodo, Jorge escolheu o que quis e o que lhe era mais conveniente falar na entrevista ao temido ac24horas.

Tivesse boa memória, Jorge recordaria que durante seus oito anos um meio de comunicação que ousasse conceder um espaço destes para um oposicionista estava fadado à maldição e à inanição financeira.

Ninguém melhor que Narciso Mendes para falar sobre isso.

Pois bem: é fato que o governo atual passa por sérios problemas. Isso não se pode esconder.

Todavia, vale lembrar que a violência de hoje é resultado das políticas fracassadas da época que o PT comandava o país de cabo a rabo.

Se o Estado vive em petição de miséria e com pouco ou nenhum poder de reação, Jorge não pode olvidar que isso se deve, sobretudo, ao astronômico endividamento deixado pelos 20 anos de petismo. E o pior: empréstimos feitos a rodo para investimentos estéreis, que não resultaram em nada.

Evidente que apenas culpar o PT não vai encher barriga de ninguém e o governo atual tem de apontar caminhos e soluções, mas Jorge Viana precisaria primeiro ser perdoado pelos erros e malfeitos de seu partido para depois dar lições.

Defenestrado do poder, Jorge Viana virou aquilo que imputava ao irmão Tião: um míssil desgovernado.


 

 

Luiz Calixto escreve todas às quartas-feiras no ac24horas. 

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Acre 01

Bittar anuncia assinaturas que pede a votação em plenário do PLS da prisão após 2ª instância

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Parlamentares se mobilizaram no início desta semana com o objetivo de conseguir assinaturas para o “Manifesto pela aprovação imediata do PLS 166/2018, que determina a prisão logo após a condenação em segunda instância”, cuja autoria é do senador Major Olímpio (PSL-SP).

O tema é coberto de reviravoltas no âmbito jurídico. Em outubro de 2016, o STF havia decidido permitir as prisões após condenação em segunda instância. Já em novembro de 2019, os ministros votaram novamente a matéria, dessa vez optando por condicionar o início do cumprimento da pena somente após o trânsito em julgado, alterando o entendimento anterior. Isso permitiu que milhares de penas que já estavam sendo cumpridas em regime fechado fossem revistas, sendo o caso mais emblemático o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi solto após 580 dias em detenção na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba.

O Projeto de Lei do Senado, de autoria do senador Lasier Martins (Podemos-RS), já havia sido aprovado de forma terminativa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa, porém o senador Fernando Bezerra entrou com um requerimento para que o projeto fosse apreciado em plenário.

O senador Marcio Bittar, um dos apoiadores do projeto, anunciou que os parlamentares já reuniram 40 assinaturas solicitando que o PLS seja imediatamente pautado e votado em plenário.

O projeto promove mudanças no Código de Processo Penal (CPP – Decreto Legislativo 3.689, de 1941) para alterar o dispositivo que condiciona o cumprimento da pena de prisão ao trânsito em julgado. Atualmente, o artigo 283 do CPP prevê que a prisão ocorra após sentença condenatória transitada em julgado.

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