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Cesário dispara: “Duarte faz na tribuna o que Gladson e Rocha fizeram na campanha”

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A bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa e Câmara de Rio Branco ficou visivelmente dividida após apresentação do ofícios de autoria do deputado Roberto Duarte (MDB) e Emerson Jarude (sem partido), pedindo ao governador Gladson Cameli a decretação de uma intervenção federal na Segurança Pública.

O documento produzido simultaneamente pelo parlamentares foi disponibilizado a deputados e vereadores presentes nas casas legislativas. Até agora, dos 24 deputados, somente 7 assinaram. Já na Câmara, 11 dos 17 vereadores, cravaram apoio a ideia.

Os deputados Daniel Zen e Jonas Lima, ambos do PT, divergiram de posicionamento sobre a proposta. Zen avisou publicamente que não assinaria o documento por acreditar que essa não seria a melhor maneira de resolver o assunto. Já Jonas Lima não se fez de rogado e assinou a proposta.

Na Câmara, dos 4 vereadores do PT, três chancelaram apoio a proposta. Assinaram o ofício os vereadores Rodrigo Forneck, Mamed Dankar e Jackson Ramos. O presidente da Casa, Antônio Morais, não assinou o documento por está cumprindo as funções de prefeito em exercício, mas também ainda não se manifestou se é favorável ou contra.

O ac24horas procurou o presidente do PT, Cesário Campelo Braga, para saber se existe alguma orientação do partido a respeito do caso. Na primeira abordagem, o dirigente afirmou que como se trata de seis pessoas envolvidas teria que ocorrer uma conversa para ter um posicionamento, mas que até o momento não possível.

“Acredito que os parlamentares estão seguindo suas opiniões próprias já que o partido nunca se manifestou a respeito do caso. Uma manifestação do partido exige uma reunião específica da direção com essa pauta para ser deliberada sobre”, explicou Braga.

Questionado sobre a posição do partido na época em que governava o caso, Cesário diz que a sigla nunca se manifestou a respeito. “Tião [Viana] dizia que era contra. O Zen dizia que era contra. São decisões pessoais. Zen mantém a coerência, coisa que o Gladson e o Rocha não mantém. O povo está desesperado velho. Não sabe o que fazer. Tá querendo qualquer coisa que possa ajudar. Esse povo tá fazendo politicagem com tudo. Até com a vida das pessoas. O que Duarte está fazendo na tribuna, o Gladson e o Rocha fizeram na campanha”, disse.




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Acre perdeu 4 km² de floresta em janeiro, mostra boletim do Imazon

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O Imazon divulgou nesta sexta-feira (14) novo boletim sobre o desmatamento na Amazônia com dados de janeiro de 2020, mês em que o Acre perdeu 4 km² de mata nativa. Na comparação entre agosto de 2018 e janeiro de 2019 com agosto de 2019 e janeiro deste ano, o desmatamento no Acre cresceu 104%.

De acordo com o sistema de monitoramento do instituto, a Floresta Amazônica perdeu uma área de 188 km² de mata em janeiro deste ano. No ano passado, janeiro registrou 108 km² de área desmatada na floresta.

Mesmo em janeiro, pico do inverno amazônico, a floresta foi destruída no Acre e a Reserva Extrativista Chico Mendes voltou a figurar entre as unidades de conservação mais atacadas pelo desmate.

No contexto da degradação, neste começo de 2020, segundo o Imazon, a área total de floresta degradada saltou de 11 km², em janeiro do ano passado, para 163 km², em janeiro deste ano. O Mato Grosso liderou o ranking com 78% da degradação na região, seguido de Pará (15%), Rondônia (2%), Roraima (2%), Acre (1%), Amazonas (1%) e Tocantins (1%).




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Destaque 7

CRM publica no Diário Oficial da União proibição de Stanley Bittar em exercer a medicina

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CRM publica no Diário Oficial da União proibição de Stanley Bittar em exercer a medicina

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo torna pública na edição do Diário Oficial da União desta quinta-feira, 13, a proibição do médico Stanley Bittar de indicar e executar intervenção cirúrgica e prescrever cuidados médicos pré e pós-operatórios pelos próximos seis meses.

A medida foi tomada pelo CRM do Acre por decisão unânime durante sessão plenária realizada em 27 de janeiro, onde o médico é acusado de realizar procedimento danoso, com fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação em uma paciente, durante uma cirurgia plástica.

Para quem estranhou a publicação no DOU ter sido encaminhada pelo CRM de São Paulo, a explicação é que Stanley Bittar tem a inscrição primária no CRM do Acre e a inscrição secundária no CRM paulista.

Em uma extensa nota divulgada nas redes sociais, o médico se defendeu das acusações afirmando que o CRM do Acre não lhe garantiu o direito de defesa e transferiu a responsabilidade pelas complicações pós-operatórias para a paciente ao afirmar que a mesma não seguiu as prescrições médicas.

Veja a publicação no DOU:




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