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Com base insatisfeita, ano legislativo inicia com Gerlen anunciando saída da liderança do governo

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O governador Gladson Cameli deve iniciar o ano legislativo com mais uma dor de cabeça. Não bastasse o impasse que o Palácio Rio Branco sofreu no início de janeiro com o pedido de demissão e depois o retorno do Secretário da Casa Civil, Ribamar Trindade, agora o chefe do executivo sofrerá mais um desfalque: a saída do deputado Gerlen Diniz (Progressistas) da liderança do governo.

Questionado por ac24horas de que os deputados da base estariam insatisfeitos com sua atuação na Aleac alegando falta de empenho para levar as demandas (pedidos) dos deputados ao governador Gladson Cameli, o líder do governo informou que deixará a liderança para se dedicar apenas ao seu mandato de deputado e também a pré-candidatura a prefeitura de Sena Madureira nas eleições de 2020.

“Dentre em breve terão a oportunidade de ter alguém que atenderá todas as demandas dos mesmos. Estou de saída. Irei me dedicar exclusivamente ao meu mandato e à minha pré-campanha de prefeito de Sena Madureira”, enfatizou.

Diniz afirmou que o governo ainda não tem substituto e que ainda não se reuniu com o governador e em com o secretário da Casa Civil, este último considerado nos bastidores como o principal “padrinho” de Diniz no cargo. Alguns deputados externaram que Ribamar estaria atendendo apenas aos pedidos de Diniz e esquecendo dos demais 16 componentes.

“É apenas um desejo sincero meu. Voltei para liderança num momento de crise, trabalhamos muito e com o apoio de toda a base o governo teve grandes vitórias no legislativo, como por exemplo a reforma da previdência”, justificou Diniz.

Sobre a possibilidade do deputado Luis Tchê (PDT), que foi líder do governo por alguns meses voltar a função, Diniz enfatizou que não sabe, mas que se ele for escolhido para substituí-lo terá seu apoio. Gerlen e Tchê travaram uma guerra pública na briga pela liderança do governo no ano passado.

Voltando a falar sobre a insatisfação dos deputados da base, Gerlen destacou que quem resolve ou deixa de resolver demandas de parlamentares não é o líder do governo na Aleac. “O líder não tem poder para isso. Todo deputado tem livre trânsito com o Governador
E os da base tem e sempre tiveram toda liberdade para levarem seus pleitos ao mesmo”, cutucou. O líder nunca foi intermediário. Logo, se A ou B está insatisfeito com certeza não é com o líder”, explicou.

 

 

 

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