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Ulysses: “fuga de detentos ocorreu por um erro pessoal”

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Após a divulgação do vídeo que mostra o momento exato da fuga de 26 detentos do presídio estadual Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco, o comandante da Polícia Militar no Acre, coronel Ulysses Araújo, concedeu uma entrevista à Rede Amazônica para responder uma suposta acusação de que o dia da fuga coincidiu com o último dia de trabalho dos policiais militares no sistema prisional.

Para Ulysses, o momento não é de apontar culpados, mas que claramente o que determinou a fuga dos presos pode ter sido um “erro pessoal”. “As instituições estão acima dessas coisas [acusações]. O que houve foi um erro pessoal, que em determinado momento [alguém] deixou de cumprir ser papel. Quem errou tem que ser penalizado”, disse o coronel.

De acordo com o comandante, as investigações sobre o que favoreceu a fuga estão sendo apuradas por uma comissão mista de instituições. “Para ser o mais imparcial possível”, disse. O Ministério Público do Estado, as corregedorias da Polícia Militar, Polícia Civil e Penal estão trabalhando juntas nessa investigação.

O Jornal do Acre divulgou na manhã desta quinta-feira, 20, o vídeo que mostra a fuga dos reeducandos, ocorrida no último dia 20 de janeiro. As imagens são do sistema de monitoramento da unidade penitenciária da Capital.

Noves fugitivos já foram recapturados, restando 17 detentos serem localizados.

Veja a lista atualizada dos foragidos:

1. Aloisio Lucas Mesquita

2. Ariclene Firmino da Silva

3. Dheyci Angelo de Lima e Lima

4. Ezimar Menezes Teixeira

5. Francisco dos Santos Braga

6. Gerilton Caetano da Silva

7. Jaciel Batista do Nascimento

8. Joel Menezes de Queiroz

9. Jose Valdenes Viana da Silva

10. Mirleson Nascimento da Silva

11. Raimundo Nonato dos Santos Fonseca

12. Rogério Furtado dos Santos

13. Roniscley Ribeiro da Silva

14. Saymom Wallace Fonseca do Nascimento

15. Sebastião Weverton Lima de França

16. Valber de Aguiar Morais

17. Wellington de Souza Lima

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Destaque 4

Coronavírus: 40% dos acreanos acham que a doença chegará ao Estado; alerta continua

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FOTO: SÉRGIO VALE

No Brasil, segundo o governo federal, já foram descartadas 28 suspeitas do novo coronavírus desde o começo do monitoramento, e esse número ainda pode subir, tendo em vista que o país ainda possui alguns casos suspeitos.

Mesmo assim, 61% dos brasileiros acham que o coronavírus vai chegar ao Brasil. Os acreanos, no entanto, estão muito abaixo dessa média: apenas 40% da população acredita que o vírus chegará ao Estado, segundo a pesquisa “Coronavírus: O que pensam os Brasileiros?”, realizada pelo portal Trocando Fraldas (www.trocandofraldas.com.br).

Com esse percentual, os acreanos são os que menos se preocupam com a chegada da doença.

Apesar da grande mobilização dos governos estaduais, nem todo mundo acredita que o sistema de saúde está preparado para uma epidemia. No Espírito Santo somente 9% dos entrevistados acha que o sistema de saúde está preparado para o coronavírus. No Rio de Janeiro, o número também é baixo, com 10%.

Rio Grande do Sul é um dos Estados com o maior número de pessoas que acham que o coronavírus chegará ao Brasil.

Em São Paulo, 82% dos participantes se preocupa com a saúde dos filhos em relação ao vírus.

De acordo com o ministério da saúde, os primeiros vírus foram identificados em 1960; e ainda não está claro para os pesquisadores como ocorreu a mutação que permitiu o surgimento desse novo vírus.

A pesquisa do TF diz que 72% dos brasileiros estão preocupados com o vírus, independentemente da idade que possuem. E mais da metade acha que o vírus pode chegar ao país. A preocupação com vírus é maior entre as mulheres, 73% delas. Enquanto somente 66% dos homens se preocupam.

Além disso, participantes com filhos estão mais preocupados com o vírus do que as mulheres que estão grávidas. Sendo 76% dos entrevistados(as) com filhos e 69% das grávidas.

Quando se trata da saúde dos filhos em relação ao coronavírus, as mulheres estão mais preocupadas, sendo 42% das entrevistadas. Enquanto isso, somente 38% dos homens está.

Essa preocupação cresce com a idade de cada entrevistado. Dos 18 aos 24 anos, somente 30% se preocupa. Enquanto dos 45 aos 49 anos 63% se preocupa.

A Organização Mundial da Saúde emitiu o primeiro alerta sobre a doença em 31 de dezembro de 2019, depois que as autoridades Chinesas notificaram sobre uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan, metrópole chinesa com 11 milhões de habitantes, sétima maior cidade da China e a número 42 do mundo. O tamanho é comparável com a cidade de São Paulo, que tem mais de 12 milhões de habitantes.

Veja o índice de expectativa da chegada da doença em cada Estado:

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Destaque 4

Alunos do Jordão estão sem previsão para início do ano letivo por falta de professor

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Pais e mães dos alunos do 2º ano do ensino fundamental da escola Manoel Rodrigues, localizada no município do Jordão, foram surpreendidos com o retorno dos filhos para casa. Os estudantes que deveriam estar em sala de aula – já que o ano letivo começou na última segunda-feira – foram mandados de volta por falta de professor.

São 24 alunos prejudicados que, segundo a direção da escola, podem começar o ano letivo apenas no próximo dia 25 de março, ou seja, um mês e meio de atraso, comparado ao início das aulas nas demais escolas do estado.

O diretor da escola, Carlos Ronier, que não tem autonomia para convocar professor, já que essa é uma atribuição da Secretaria Estadual de Educação, confirma a falta de professor e diz ainda que não há previsão para o início do ano letivo. “O que a Secretaria Estadual de Educação coloca é que vão convocar, mas que não há uma data para que essa convocação aconteça. Eu não sei porque eles não querem convocar agora, isso aí eu não consigo entender”, explica.

A falta de professores não prejudica apenas os pequenos da turma do 2º do ensino fundamental. Quem não conseguiu concluir o ensino na idade/série adequada e procura a modalidade de Ensino de Jovens e Adultos (EJA) também não está tendo aulas por falta de professores. O início estava marcado para o último dia 10, mas também não há previsão.

“No caso da Educação de Jovens e Adultos, nós estamos sem nenhum professor e o Estado está em abertura do processo seletivo e, infelizmente, vamos ter que aguardar esse processo para iniciar as aulas nas turma de EJA”, afirma Carlos.

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