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Nomes de responsáveis pela fuga de 26 detentos serão divulgados

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FOTO: KENNEDY SANTOS - AC24HORAS

O secretário de segurança pública do Acre estava fora do estado – em tratamento de saúde do filho – quando aconteceu a fuga dos 26 detentos do presídio Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco, e também quando ocorreram os crimes que eclodiram imensa insatisfação da população quanto à sensação de insegurança na capital acreana. De volta ao estado, ele concedeu uma entrevista afirmando ser inadmissível uma fuga em massa como essa que ocorreu na capital, tendo em vista o aparato de policiais em serviço no presídio.

De acordo com o coronel, diversos inquéritos foram abertos para apurar como se deu a fuga dos presos. Essas investigações “estão sendo conduzidas de forma responsável”, disse Paulo Cézar. “Não admitimos uma fuga de tamanho porte no sistema [de segurança]”, completou o secretário.

Segundo a secretaria, os responsáveis vão ser apresentados em tempo hábil. “Não é admissível uma fuga desse porte e os culpados vão ser responsabilizados. Compete ao sistema realizar um inquérito e apurar dentro do seu tempo”, garantiu Cézar.

O objetivo da segurança pública, agora, é identificar as responsabilidades da fuga e a quem cabe ser penalizado. Durante a semana, algumas medidas foram tomadas na tentativa de investigar o paradeiro dos fugitivos e evitar novas fugas nos presídios. Até agora, somente oito detentos foram recapturados e 18 ainda seguem foragidos.

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Com vitória de Bocalom, encerra-se ciclo de quatro vitórias petistas

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De mero coadjuvante do processo eleitoral de Rio Branco no início da campanha, o paranaense de nascimento Sebastião Rodrigues Bocalom foi apontado como fora do segundo turno nas primeiras pesquisas de intenção de voto, mas acelerou na reta final e atropelou a todos os adversários se tornando o grande vencedor da eleição.

O crescimento do criador do lema “Produzir para Empregar” e folcloricamente conhecido no estado como “o homem da vaca mecânica” foi tão avassalador que ele já poderia ter sido eleito no primeiro turno, não fossem os meros 0,42% do total de votos que o impediram de liquidar antecipadamente a fatura.

A vitória de Bocalom, que enfrentou grandes desafios para manter a sua candidatura, entre ele a oposição do próprio Gladson Cameli, também do PP, que optou por apostar na reeleição da atual prefeita, Socorro Neri, do PSB, quebrou um ciclo de duas reeleições de prefeitos petistas em Rio Branco.

O PT havia vencido de maneira seguida as eleições de 2004 e 2008, com Raimundo Angelim, e em 2012 e 2016, com o engenheiro civil Marcos Alexandre, que se afastou em 2018 para disputar o governo do estado, entregando a prefeitura para a atual gestora, Socorro Neri.

Assim que teve a vitória confirmada, Tião Bocalom concedeu entrevista ao ac24horas. Entrevistado pelos jornalistas Marcos Venícios, Luís Carlos Moreira Jorge e Astério Moreira, ele disse que não vai lotear cargos e que respeita o governador Gladson Cameli, mas não aprova algumas de suas maneiras de fazer política.

O prefeito eleito de Rio Branco nasceu em Bela Vista do Paraíso (PR), em 18 de maio de 1953. Começou sua carreira na vida política nos anos 1980, como vereador em Nova Olímpia (PR). No Acre desde 1988, onde atua como servidor público, Tião foi prefeito do município de Acrelândia, vizinho a Rio Branco, por três mandatos.

Aos 67 anos, Tião Bocalom é professor formado em Matemática, pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Mandaguari (Fafiman), e em Ciências Físicas e Biológicas, pela Faculdade de Ciências Físicas e Biológicas de Umuarama (PR). Nas Eleições 2020, concorreu pela coligação Produzir para Empregar (PP/PSD). Sua vice é Marfisa de Lima Galvão (PSD).

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Acre registra 164 casos e mais uma morte por Covid-19 em 24 horas

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registrou neste sábado, 28, 164 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus no Acre.

Mais 1 óbito foi registrado neste sábado, 28, sendo do sexo masculino, cujas iniciais são A. P. L., de 83 anos. Morador de Feijó, sem data de admissão na unidade de saúde, faleceu no dia 13 de novembro, no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul. Assim, o número oficial de mortes por Covid-19 sobe para 723 em todo o estado.

O número de infectados subiu de 35.756 para 35.920 nas últimas 24 horas. As novas notificações são resultados de RT-PCR. O Acre, até o momento, registra 98.813 notificações de contaminação pela doença, sendo que 62.433 casos foram descartados.

Atualmente, 460 exames de RT-PCR seguem aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 30.434 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 142 pessoas seguem internadas.

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Sexta-feira tem quase 500 novos casos de Covid-19 no Acre

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Não há mais o que discutir, o Acre vive uma segunda onda da pandemia da Covid-19.

No mesmo dia em que o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 anunciou que o Alto Acre avança para a fase verde, e Baixo Acre e Juruá permanecem na faixa amarela, o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), registrou 452 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus no estado.

Assim, o número de infectados subiu de 35.304 para 35.756 nas últimas 24 horas. Das novas notificações, 102 são resultados RT-PCR e 350 são testes rápidos.

O Acre, até o momento, registra 98.481 notificações de contaminação pela doença, sendo que 62.168 casos foram descartados. Atualmente, 543 exames de RT-PCR seguem aguardando análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 30.434pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 135 pessoas seguem internadas.

Nenhuma notificação de óbito foi registrada nesta sexta-feira, 27, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 722 em todo o estado.

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Expectativa de vida cresce e mortalidade infantil cai no Acre

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

De acordo com o IBGE, em 2019 a expectativa de vida no Acre era de 74,8 anos, três meses a mais que a estimativa de 2018 (74,5 anos).

Apesar de vir numa crescente, o tempo médio de vida de uma pessoa nascida no Acre continua bem menor que a média nacional: uma pessoa nascida no Brasil em 2019 tinha expectativa de viver, em média, até os 76,6 anos. Esse valor tal qual o do Acre também representa um aumento de três meses em relação a 2018 (76,3 anos).

No levantamento relativo a 2018, a vida média havia acrescidos três meses. Assis, em dois anos a projeção de vida no Acre aumentou seis meses.

A expectativa de vida dos homens passou de 72,8 para 73,1 anos e a das mulheres foi de 79,9 para 80,1 anos, segundo a média nacional.

A expectativa de vida dos acreanos é melhor que a de nascidos em quinze Estados, grande parte localizada na Amazônia e no Nordeste.

Entre as unidades da federação, a maior expectativa de vida foi verificada em Santa Catarina (79,9 anos), com 3,3 anos acima da média nacional, e a menor, no Maranhão (71,4 anos).

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Os acreanos vivem 6,8 anos a menos que as acreanas: uma mulher nascida no Acre vive 78,4 anos enquanto o homem, 71,6 anos.

Essas e outras informações estão disponíveis na Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil – 2019, que apresenta as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos, e são usadas como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

A probabilidade de um recém-nascido não completar o primeiro ano de vida era no Acre era de 15,3 para cada mil nascimentos. Esse valor é cinco meses menor que a estimativa anterior. A mortalidade infantil segue há vários tendência de queda no Acre mas continua alta em relação à média brasileira.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas

No país, a mortalidade infantil era de 11,9 para cada mil nascidos vivos, ficando abaixo da taxa de 2018 (12,4). Essa caiu 91,9% desde 1940, quando chegava a 146,6 óbitos por mil nascimentos.

A mortalidade na infância (crianças menores de 5 anos) também declinou, de 14,4 por mil em 2018 para 14,0 por mil em 2019. Das crianças que vieram a falecer antes de completar os 5 anos de idade, 85,6% teriam a chance de morrer no primeiro ano de vida e 14,4% de vir a falecer entre 1 e 4 anos de idade.

Entre 1940 e 2019 a mortalidade infantil apresentou declínio da ordem de 91,9%, sendo que a taxa de mortalidade entre 1 a 4 anos de idade diminuiu 97,3%. Neste período foram poupadas aproximadamente 135 vidas de crianças menores de 1 ano para cada mil nascidas vivas e 198 vidas de crianças de até 5 anos. Em 1940, a taxa de mortalidade na infância (crianças de até 5 anos) era de aproximadamente 212,1 óbitos para cada mil nascidos vivos. Em 2019, a taxa foi de 14,0 por mil.

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