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Ceará e Rondônia estão em alerta após fugas no Acre e Paraguai

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O secretário da Administração Penitenciária do Ceará (SAP), Mauro Albuquerque, afirmou nesta terça-feira (21) ao G1 que o Estado está atento sobre as fugas em massa ocorridas no Paraguai, no domingo (19), e no estado do Acre, na segunda-feira (20).

Os fugitivos dos dois presídios são membros de facção criminosa que também atua no Ceará e em outros estados do país.

Outro Estado que está em alerta é Rondônia, que atendeu pedido do sistema de segurança do Acre e montou barreiras na BR 364 para evitar a locomoção de algum dos 25 presos que fugiram do FOC.

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Em pleno período de chuvas, Acre registra 16 focos de queimadas

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Além do crescimento do desmate em janeiro, o Acre vive uma situação de degradação ambiental com o aumento no número de focos de queimadas –isso em pleno inverno amazônico.

Segundo o relatório diário do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) entre 1º de janeiro e 15 de fevereiro deste ano o Acre acumula 16 focos de calor, número que não vê há muitos. Para se ter exemplo, o maior quantitativo de pontos de queimadas detectado pelos satélites do Inpe nos últimos cinco anos (1º jan-15 fev) foi em 2016 quando o Estado apresentou 14 focos.

Para se ter uma ideia, a diferença em relação ao mesmo período do ano passado é de 700%, já que entre 1º de janeiro e 15 de fevereiro de 2019 ocorreram apenas 2 focos de queimadas no Estado do Acre. Os focos de 2020 só perdem para igual período de 2005 (20).

Veja o quadro do Inpe:

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Destaque 6

Desemprego cresceu 0,8% no Acre

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Além da explosão na informalidade no último ano, a taxa de desocupação do Acre no 4º trimestre de 2019 foi de 13,6% a quinta maior do Brasil), aumentando 0,8% em relação ao trimestre de julho-setembro, quando o desemprego estava em 12,8% da população em condições de trabalhar.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (13,1%), houve aumento de 0,5%. Os dados foram trabalhados pela equipe técnica do Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre.

A taxa média de informalidade em 2019 para o Acre foi de 50,2% da população ocupada, a décima primeira maior em relação aos demais estados da federação. Esta mesma taxa para o Brasil ficou em 41,1% (38,4 milhões de pessoas).

Entre as unidades da federação, as maiores taxas médias anuais foram registradas no Pará (62,4%) e Maranhão (60,5%) e as menores em Santa Catarina (27,3%) e Distrito Federal (29,6%). Os dados foram publicados hoje, pelo IBGE, através da PNAD Contínua Trimestral.

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