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Associação diz que fuga em presídio é resultado da falta de gestão e planejamento no IAPEN

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A Associação dos Policias Penais do Acre (ASSPEN) também se manifestou em relação a fuga em massa da penitenciária Francisco D’Oliveira Conde.

A entidade bateu duro na direção do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) do Acre. Segundo a associação, os gestores do órgão já haviam sido avisados das mazelas que acontecem no presídio e diz que os policias penais fazem milagre para manter a segurança.

Os presos fugiram do pavilhão “L” do chapão.

A ASSPEN também criticou a realização de um culto durante o período noturno, como parte de um evento religioso realizado na semana passada. “O diretor-presidente do IAPEN autorizou a realização de um culto religioso na parte noturna do plantão, mesmo sabendo que a segurança estava fragilizada. Essa liberação é coisa que jamais aconteceu em outras gestões durante a noite”, afirma a nota assinada pelo presidente da Associação dos Policias Penais do Acre (ASSPEN), Eden Alves Azevedo.

Leia a nota:

A Diretoria dessa Entidade Representativa, em defesa dos Policiais Penais que atuam fazendo milagre para manter a segurança no interior dos presídios, vem a público depois da fuga em massa no Pavilhão “L” do Chapão, comunicar que já havia AVISADO a atual direção do IAPEN sobre as mazelas que acontecem na FOC, por falta de gestão e planejamento institucional.

No mesmo pavilhão da fuga dessa madrugada, semana passada, o diretor presidente do IAPEN autorizou a realização de um Culto Religioso na parte noturna do plantão, mesmo sabendo que a segurança estava fragilizada. Essa liberação é coisa que jamais aconteceu em outras gestões durante a noite.

A direção da ASSPEN solicita providências necessárias da Secretaria de Segurança Pública e responsabilização daqueles que mau (sic) administram o IAPEN.

Rio Branco-Acre, 20 de janeiro de 2020

Eden Alves Azevedo , Presidente da ASSPEN

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Destaque 3

Mobilização pela criação do Ministério da Amazônia convoca deputados do Acre para reunião

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FOTO: INTERNET

Os presidentes das Assembleias Legislativas do Amazonas, Josué Neto, e Roraima, deputado Jalser Renier, iniciaram uma mobilização junto às Assembleias dos Estados da Amazônia Legal em defesa da criação do Ministério Extraordinário da Amazônia.

Para debater essa proposta, uma reunião com os presidentes das Assembleias dos Estados do Maranhão, Amapá, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Pará e Tocantins está marcada para o início de março, em Manaus.

“Iniciamos a articulação e já estamos buscando o apoio dos presidentes de outras Assembleias Legislativas, além dos deputados que queiram abraçar nossa mobilização pela criação do Ministério da Amazônia”, disse o deputado Josué, explicando que o objetivo é apoiar o deputado federal Átila Lins, autor do projeto, e dar sustentação ao pedido de criação do Ministério da Amazônia.

Lins chegou a tratar do assunto pessoalmente com o presidente Jair Bolsonaro no último dia 13. Segundo o deputado, a nova pasta vai cuidar da regularização fundiária na Amazônia, das estradas importantes para a região, do turismo ecológico e de uma série de ações que o presidente Jair Bolsonaro quer desenvolver diretamente na Região Amazônica.

O presidente Jair Bolsonaro fez uma coletiva de imprensa, em Brasília, no dia 13 de fevereiro, ao lado do deputado Átila Lins, afirmando que estava analisando a sugestão de criação do Ministério Extraordinário da Amazônia Legal.

(Com Aleam)

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Destaque 3

Empresa que abandonou obra em escola de Rio Branco foi acionada pela secretaria de educação

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O secretário municipal de educação em Rio Branco, Moisés Diniz, garantiu já ter acionado a empresa contratada para realizar obras na escola Mestre Irineu Serra. A resposta foi dada ao vereador Marcos Luz (MDB), que disse na sessão da Câmara nesta terça-feira, 18, que os serviços estavam abandonados.

“O vereador não nos procurou para saber a verdade. Aí fala o que quer e comete essa injustiça”, afirmou Diniz. Moisés assegura que a secretaria municipal de educação já tomou todas as medidas possíveis. “Agora, caberá à empresa se defender por ter abandonado a obra sem motivação, ou terá que pagar multa e, então, desclassificamos a empresa e chamamos a segunda colocada”, explicou o titular da pasta em Rio Branco.

Moisés Diniz diz ainda que, enquanto não se constrói uma nova escola pra comunidade, a prefeita Socorro Neri garantiu uma reforma na atual escola Irineu Serra. “A escola Irineu Serra está funcionando dignamente e nós tomamos as providências legais para que os recursos públicos sejam preservados”, afirmou.

Segundo o secretário, não houve negligência com recursos públicos ou qualquer desleixo. “A obra vai continuar assim que forem concluídos os trâmites legais de desclassificação da empresa”, informou.

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