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ACISA cobra mais segurança e diz que empresários têm medo de abrir seus comércios

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A violência no Acre chegou a um ponto tão alarmante e preocupante que a cobrança por mais segurança e tranquilidade vem de todos os setores da sociedade.

O mais recente a manifestar preocupação é a Associação Comercial do Acre (ACISA). Em uma nota divulgada na manhã desta segunda-feira, 20, a entidade afirma que seus associados tem medo de abrir seus comércios por medo de não conseguir voltar com vida para suas casas.

A ACISA revela que pelo menos 40% das empresas que são associadas já sofreram algum prejuízo, oriundo da violência e cobra o fortalecimento da segurança pública para reduzir os índices de criminalidade e violência no Acre.

Leia a nota:

O medo da violência é uma realidade no Acre. Diante de um cenário preocupante relacionado a Segurança Pública do estado, a Associação Comercial do Acre – Acisa, se manifesta, temendo pela vida da população em geral e dos comerciantes, que estão vulneráveis e totalmente amedrontados com a onda de criminalidade. A entidade vem lutando para buscar o apoio necessário e dar suporte aos associados, que rotineiramente, relatam o medo de abrir as portas de seus comércios, com dúvidas se vão conseguir retornar com vida para casa.

Um levantamento feito nos primeiros 18 dias do mês de janeiro, mostra que 30 pessoas foram assassinadas no estado. Em relação ao comércio, a Acisa revela que pelo menos 40% das empresas associadas a entidade já sofreu algum prejuízo oriundo da violência. São números alarmantes. A diretoria da Acisa entende que existe a necessidade de fortalecimento do aparelho da segurança pública nesse momento, com recursos materiais e humanos para neutralizar a expansão da criminalidade e da violência no estado.

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Média de curados da Covid-19 no Acre é de quase 90% e supera a média nacional

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O Brasil alcançou mais de 4 milhões de pessoas recuperadas da Covid-19, representando 86,4% do total de casos da doença. Paralelamente a isso, os casos de hospitalizações e de pacientes em acompanhamento apresentaram estabilidade, com forte tendência de redução. As medidas de enfrentamento à Covid-19 adotadas pelo Governo Federal, como tratamento precoce da doença e ampliação da capacidade laboratorial, refletem os dados favoráveis e aumento de pessoas salvas no país.

O Ministério da Saúde tem realizado ações para ampliar o diagnóstico da Covid-19, com protocolos para exames clínicos, radiológicos, além da ampliação da capacidade laboratorial. Com isso, mais pessoas são diagnosticadas rapidamente e atendidas, o que favorece a adoção de medidas de isolamento de casos e o monitoramento de contatos, possibilitando a redução de novas infecções, casos graves e óbitos.

No início de setembro, o Ministério da Saúde destinou R$ 369 milhões para estados e municípios reforçarem a rápida identificação de pessoas que tiveram contato com casos suspeitos e confirmados de Covid-19.

O Brasil ampliou a recomendação de testagem para todos os casos suspeitos de Covid-19. Para atender a demanda, foram enviados, até 19 de setembro, mais de 15 milhões de testes para diagnósticos da doença, sendo 7 milhões de RT-PCR (biologia molecular) e 8 milhões de testes rápidos (sorologia). Os testes são distribuídos conforme a capacidade de armazenamento dos estados. Além disso, Ministério da Saúde disponibilizou centrais de testagem, que podem ser utilizadas pelos gestores locais quando a capacidade de produção dos laboratórios estaduais chega ao limite.

Ao todo foram realizados mais de 6,4 milhões de exames de RT-PCR para Covid-19, sendo 3,7 milhões na rede pública e 2,6 milhões nos laboratórios privados. Sobre os testes sorológicos, segundo dados do sistema e-SUS Notifica, foram realizados no país mais de 8,3 milhões de exames nas redes pública e privada.

No Acre, a média de curados da Covid-19 é ainda maior. De acordo com o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), desde o início da pandemia o Acre teve 27.556 pessoas diagnosticadas com a doença. Desse total, 24.671 foram curadas. O percentual chega a 89,53%.

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Produtos locais ganham lugar de destaque em supermercados para fortalecer indústria do Acre

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A campanha “Indústria Amiga Acreana”, encabeçada por empresários locais, conseguiu apoio da secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict) na divulgação dos produtos alimentícios que são produzidos no próprio Estado. A ideia é fortalecer a indústria acreana em meio à pandemia do novo coronavírus, que inviabilizou o funcionamento de muitos estabelecimentos ou reduziu a produção em boa parte de 2020.

A ideia partiu dos próprios empresários, por meio do Sindicato da Indústria de Produtos Alimentares do Estado do Acre (Sinpal) com intuito de melhor divulgar o que é produzido e industrializado no Estado.

“Muitas pessoas não têm conhecimento da qualidade dos produtos que aqui são industrializados. Com a indústria crescendo, é natural a criação de novos postos de trabalho, e é isso que nós queremos. Fazemos a nossa parte, com incentivos, e estamos sempre abertos ao diálogo para propor novas ações”, disse o secretário Anderson Abreu.

O movimento é fruto do trabalho das empresas, que durante a crise da pandemia buscaram novas alternativas para manter os estabelecimentos funcionando. Estamos aqui para valorizar os produtos regionais e incentivar as pessoas a comprarem um produto feito aqui. “A campanha vai nos ajudar para que os consumidores comprem alimentos de boa qualidade e ainda ajudem no quesito social, beneficiando diretamente famílias e tirando jovens de situações de risco”, destaca José Luiz Felício, presidente da Sinpal.

Haverá indicativos nas gôndolas dos supermercados apontando quais produtos são produzidos no Acre e que o mesmo faz parte da campanha “Indústria Amiga Acreana”, além de folders e apresentação nos supermercados de funcionários esclarecendo a produção, mostrando as vantagens de um produto fresco e com qualidade produzido no Acre.

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Alan Rick visita secretário Mauro Sérgio e reforça compromisso com a Educação no Acre

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O deputado federal Alan Rick (DEM) visitou na manhã de quinta-feira, 24, o secretário de Estado de Educação, Cultura e Esportes, Mauro Sérgio. Na pauta, as melhorias no sistema de educação do Estado proporcionadas através das emendas destinadas pelo parlamentar ao longo dos seis anos de mandato.

No total, o deputado já destinou para a pasta mais de R$ 59 milhões em emendas individuais e recursos extras. Somente no último ano foram mais de R$ 7 milhões. Os recursos foram direcionados para obras de construção, reforma e ampliação de escolas e creches na capital e em cidades do interior, além da aquisição de ônibus escolares.

“Essa parceria com o secretario Mauro Sérgio tem rendido bons frutos para o nosso Estado. Somente do ano passado para cá já viabilizamos R$ 7 milhões em emendas para a Secretaria de Educação e que já estão sendo executadas. Aquisição de ônibus, reforma de escolas, construção de quadras, aquisição de equipamentos, enfim, juntos estamos trabalhando para fortalecer a Educação no Acre e mantê-la no caminho certo”, disse o deputado.

Na próxima segunda-feira, 28, o deputado estará em cruzeiro do Sul, juntamente com o secretário Mauro Sérgio, para fazer a entrega de novos ônibus para as escolas rurais. “A aquisição desses ônibus irá contribuir de forma efetiva no transporte de alunos que estudam em áreas de difícil acesso, melhorando, consequentemente, o rendimento escolar e qualidade de vida de nossos estudantes”, finalizou.

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Após prejuízo de R$ 150 mil, governo estuda fazer um ‘acerto’ com indústria de açaí no Acre

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Passado mais de uma semana da denúncia feita pela indústria de frutas Norte Hortifruti, sediada em Mâncio Lima, de que uma abordagem errada da Polícia Militar na BR-364, próximo à cidade de Tarauacá, resultou na perda de uma carga de 15 toneladas de açaí com um prejuízo de mais de R$ 100 mil, o comando da PM do Acre deu calado como resposta.

O ac24horas fez contato nesta quinta-feira, 24, com um representante da Norte Hortifruti, Janaldo Pinheiro, que afirmou, sem querer entrar em detalhes, que já há um indicativo de acerto com o governo do estado sobre o prejuízo. No entanto, a Polícia Militar não se pronunciou se foram corretos os procedimentos adotados durante a barreira policial que resultou na perda de 15 toneladas de açaí.

Leia também:  Empresa perde 15 toneladas de açaí avaliada em R$ 150 mil durante abordagem da PM

Por meio de uma carta endereçada ao Secretário de Segurança Pública do Acre (Sejusp), Paulo Cézar dos Santos, a empresa conta que o policial responsável pela abordagem, que não é identificado, sem justificativa, resolveu que toda a carga deveria ser revistada e ainda passar pelo equipamento de detecção de infravermelho que fica dentro presídio Moacir Prado, localizado em Tarauacá.

No documento, a empresa esclarece que o motorista explicou que o açaí é um produto extremamente delicado, não podendo ser manipulado de qualquer maneira, sem refrigeração, o que pode fazer com que fique inapto para o consumo.

Mesmo assim, de acordo com a denúncia, por volta de meio-dia, o policial obrigou o motorista a levar o caminhão até o presídio. Um trecho da carta detalha: “Ato contínuo, fez com que os detentos descarregassem toda a carga para ser vistoriada, que além de causar a ruptura das embalagens pelo manejo inadequado, pois os sacos eram jogados dentro de uma “carrocinha” e depois carregados pelos presos até o interior da penitenciária, fez com que a mesma ficasse por horas sem refrigeração adequada gerando a fermentação do produto e consequentemente perda total da carga!”. O prejuízo, de acordo com a empresa, foi de R$ 150 mil.

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