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MDB já tem 18 pré-candidaturas a prefeito nos municípios do Acre

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A executiva regional do MDB no Acre já percorre os municípios do estado em busca de fortalecer e firmar pré-candidaturas a prefeito e vereadores para as eleições 2020. Nessa quarta-feira, 15, o deputado estadual Roberto Duarte representou o presidente do partido no estado, deputado federal Flaviano Melo, em Sena Madureira, onde parabenizou o prefeito Mazinho Serafim pelo trabalho que vem desempenhando como gestor da cidade.

O encontro ocorreu junto à equipe e companheiros de Mazinho. “É sempre um prazer receber nossos colegas, representantes do MDB em Sena Madureira, pois tem sido um partido que tem ajudado a prefeitura a melhorar a vida dos moradores por meio de emendas parlamentares, principalmente. O apoio que recebemos do MDB é o mesmo que eu, como gestor, também dou ao partido, que tanto tem olhado com carinho ao nosso município”, disse o prefeito de Sena.

“A mensagem da nossa executiva estadual é de que nos precisamos nos unir cada dia mais. Hoje, o MDB, dentro dos 22 municípios do Acre, já tem pré-candidaturas a prefeito em 18 desses municípios”, disse Duarte. Segundo ele, o fato demonstra a grandiosidade do partido no estado.

“Nós da executiva estamos buscando afinar ainda mais em todas as executivas municipais com nossos pré-candidatos a vereadores e prefeitos, dizendo a todos que é de suma importância e prioridade ao partido a reeleição dos nossos prefeitos”, explicou.

O deputado destacou a satisfação em ter um dos melhores gestores municipais representando o partido em Sena Madureira, que é Mazinho Serafim. “O melhor gestor do município dentro do MDB. Isso é fundamental para nós. Parabenizo o prefeito e toda e sua equipe”.

De acordo com o parlamentar, os encontros estão servindo para fortalecimento das pré-candidaturas a prefeito em todo o Acre.

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Acre

Segurança nega toque de recolher disseminado nas redes sociais

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A secretaria de Segurança Pública do Acre emitiu um informe na tarde desta segunda-feira, 20, para tranquilizar os moradores diante a disseminação de notícias nas redes sociais, levantando a possibilidade de um “toque de recolher” imposto por criminosos na capital acreana.

“Pedimos a colaboração de toda sociedade acreana para desconstruirmos informações que estão circulando nos grupos de whatsapp, sobre um suposto toque de recolher”, escreveu a secretaria por meio da assessoria de comunicação.

Segundo o órgão, as forças de segurança estão nas ruas para resguardar a segurança da população e prevenir ações criminosas e ressaltou a importância da colaboração da sociedade para com o trabalho das polícias.

O secretário adjunto de segurança, Coronel Ricardo Brandão, também ressaltou a mensagem para tranquilizar a população. “Toda a Polícia Militar e Civil está mobilizada para assegurar o direito de ir e vir de todos os cidadãos acreanos, livre de qualquer atentado a sua vida e liberdade de ir e vir”, explicou.

O coronel pediu confiança dos moradores na força de segurança do estado.

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Acre

Governo investiga participação de agentes na fuga de presos

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Foi o Coronel Ricardo Brandão, representante do comandante da Polícia Militar do Acre, Ulysses Araújo, quem comandou a coletiva de imprensa ocorrida na manhã desta segunda-feira, 20, na Casa Civil, para explicar o que a Segurança Pública do estado tem feito para contem a onda de criminalidade que tem assolado Rio Branco neste início de 2020. Segundo ele, o “ambiente de caos” disseminado – principalmente na web, deve ser evitado, tanto pela sociedade civil, quanto pelas autoridades públicas locais.

Para o Coronel, o momento não é de “polemizar”, mas de união. Foram abordados assuntos desde o acidente envolvendo o helicóptero do governo até a fuga de 26 detentos do presídio Francisco de Oliveira Conde, ocorrida na madrugada de hoje. De acordo com o governo, entre as medidas tomadas para resolução da fuga dos reeducandos, está a investigação para apurar uma possível participação de agentes públicos na facilitação da fuga. “Polícia Civil e as corregedorias da Polícia Militar e do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) estão empenhados nisso”, afirmou.

Com relação à chacina que culminou na morte de sete pessoas em um bar localizado na estrada da Transacreana, a segurança diz que um conjunto de operações segue sendo realizado a fim de encontrar os suspeitos de participarem do crime. A força-tarefa que vem sendo realizada, de acordo com as autoridades públicas, tenta, a todo custo, impedir a matança entre duas organizações criminosas distintas. O governo ainda ressaltou que conseguiu deter reações adversas após a execução das sete pessoas na Transacreana.

“Pedimos mais apoio da população e que nos ajude com denúncias. Que não perca tempo fazendo críticas desnecessárias, mas contribua fazendo denúncia”, pediu o Coronel. “Adequamos a rotina do nosso Ciosp para trabalhar de maneira mais coordenada, com um conjunto de ações integradas para garantir com que, de fato, a cada evento como esse possamos dar uma pronta resposta”, destacou.

Para recapturar os presos, a secretaria de segurança pública do Acre pediu reforço e auxílio das secretarias dos estados do Amazonas e Rondônia, a fim de evitar que os fugitivos possam buscar abrigos nos estados vizinhos. “Esses estados estão mobilizados para auxiliar o Acre nessa situação”, disse Brandão.

O Ministério Público do Estado também foi convidado a acompanhar o processo de investigação que vai apurar a participação ou não de agentes públicos na facilitação da fuga dos detentos. “Vamos ouvir todos que estavam se serviço ontem à noite”, garantiu o Coronel.

Um gabinete de gerenciamento operacional deve ser implantado a partir de agora para que as autoridades possam fazer acompanhamento preciso das operações em resposta a casos críticos na segurança pública. “[A violência] não é um problema do atual governo, estamos tentado ajudar. Estamos aqui para fazer o que for preciso e vamos fazer”, salientou Coronel Ricardo.

Sobre intervenção federal

Durante a coletiva, foi lembrada a comoção nas redes sociais por uma intervenção do governo federal para com a questão da violência no Acre. Para o Coronel, pode estar havendo uma “politização da segurança publica”.

“O Acre, por meio do governado Gladson Cameli, por duas oportunidades, se reuniu, inclusive com o presidente Jair Bolsonaro, para pedir mais efetivo da polícia federal, polícia rodoviária federal e até o Exército brasileiro para nos ajudar no controle de nossas fronteiras”. De acordo com os representantes, o Acre ainda aguarda ter o pedido atendido.

“Mais uma vez o governador vai oficializar junto à União nesse sentido. Não é através da intervenção federal, mas do apoio do governo através dessas instituições”. Esta, segundo o governo, será a terceira vez que Gladson pedirá apoio de órgãos federais para atuarem de maneira mais eficiente no estado.

“A segurança assume sua cota de responsabilidade naquilo que lhe compete, não vamos recuar diante de nenhuma intervenção [violência]”, finalizou o Coronel.

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