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Gladson apresenta nova farda escolar que será distribuída de graça

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O governador Gladson Cameli cumpriu o prometido e levou jovens estudantes da rede pública de ensino para apresentação dos novos uniformes que serão usados a partir deste ano nas escolas do Acre.

Na última segunda-feira (12) ele disse em transmissão ao vivo em rede social que levaria alunos da rede pública para conferir, no Palácio Rio Branco, o novo fardamento.

A alegria dos jovens deixa claro que eles gostaram da farda. A diferença a partir de 2020 é que o Governo do Estado fará distribuição gratuita do uniforme. Até 2019, as camisas –de cores verde, amarelo e vermelho, a depender da série -tinham de ser compradas nas malharias da cidade.

O novo uniforme tem como cor principal o azul, praticamente uma marca da gestão de Gladson Cameli, com pontos em verde e amarelo – e sem o vermelho que marcou as séries do ensino médio na era petista.

Para os adolescentes, camiseta e calça comprida. As meninas das séries iniciais devem usar saia-short e camiseta, e meninos camiseta e calção.

A Secretaria de Educação diz que está gastando R$20 milhões com os novos uniformes. Cada estudante ganhará dois pares para o ano letivo que começa dia 10 de fevereiro. Serão cerca de 300 mil unidades.

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Acre

Petecão diz que não acredita na chapa Socorro e Minoru e não crê na ida de Gladson ao PSDB

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O senador Sérgio Petecão (PSD) avaliou o cenário político para 2020 e fez suas observações acerca da chapa PP/PSD, do apoio de Gladson à reeleição de Socorro Neri (PSB) e uma possível filiação do governador ao PSDB de João Dória e Mara Rocha. As declarações foram dadas na tarde desta segunda-feira, 03, em entrevista ao jornalista Itaan Arruda, do Gazeta Entrevista.

Petecão colocou a candidatura do ex-prefeito Tião Bocalom (Progressistas) e de Marfisa Galvão (PSD) como irreversível e disse que gostaria muito de contar com apoio de Gladson Cameli, mas “irá respeitar”, caso Gladson decida fazer uma aliança com Socorro Neri (PSB).

“Eu gostaria muito de ter o governador apoiando a nossa aliança PP/PSD. Sinceramente, eu não acredito que o Gladson vá deixar de apoiar a nossa chapa até porque é do partido dele. O Bocalom dispensa comentários, e ele sempre esteve na nossa luta. Não irei criar qualquer tipo de problema com o Gladson por conta de uma aliança que ele irá fazer fora do nosso palanque, mas vamos aguardar”, avaliou.

O senador destacou que Tião Bocalom e Marfisa já estão em ritmo de pré-campanha visitando os bairros de Rio Branco e escutando a população pensando em um projeto para Rio Branco.

“O Bocalom não pode fazer campanha ainda por conta da Justiça Eleitoral, mas posso garantir que ele tem andado muito com a Marfisa. Estou com uma expectativa muito positiva. Eu acho que vai dar certo o projeto Bocalom”.

Possibilidade Neri e Kinpara ou vice-versa

“Sinceramente, não acredito nessa aliança. O PSDB tem dito que a candidatura do Minoru é irreversível. A Socorro disse pra mim que é candidata à reeleição e é irreversível. Agora é lógico que uma chapa Socorro e Minoru ficaria uma chapa muito forte, mas agora estamos preocupado com a chapa Bocalom e Marfisa”, pontuou Petecão.

Ao ser questionado se a ida de Gladson para o PSDB pode atrapalhar a relação do Acre com o Governo Federal, Petecão afirmou que sim e destacou uma “briga pública entre Dória e Bolsonaro” já pensando nas eleições presidenciais de 2022.

“Eu não conversei com o Gladson sobre essa possível ida dele para o PSDB. Lógico que hoje o governador precisa muito do Governo Federal e, é lógico, que essa ida dele para o PSDB iria atrapalhar, e muito, a relação com Bolsonaro, pois essa briga do Dória com o Bolsonaro é pública! Eu quero acreditar que o Gladson vai permanecer no PP e apoiar o Bocalom”, reforçou o senador.

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Acre

Criança pilota jet ski e faz manobras perto de banhistas no Rio Acre

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Cenas de irresponsabilidade e desrespeito foram flagradas na tarde desse domingo, 3, quando o Estado já se aproximava dos 20 mil casos de contaminação pelo novo coronavírus. Além da aglomeração de pessoas nas margens do Rio Acre, mais precisamente na região da Praia da Base, na capital acreana, uma criança foi filmada pilotando um jet ski sozinha ao longo do rio. O veículo aquático é liberado apenas para adultos com habilitação específica.

As imagens foram captadas pela equipe de reportagem da Rede Amazônica e transmitidas no Jornal do Acre nesta segunda (3). As cenas impressionam ainda mais pelo fato de a criança praticar diversas manobras arriscadas, como ‘cavalo de pau’, bem próxima aos banhistas.

Com a chegada do verão amazônico, muitas famílias têm procurado amezinhar o calor aos finais de semana em balneários e margens do Rio Acre, mesmo em meio à pandemia da Covid-19. O risco de contaminação não tem impedido as aglomerações pela capital e também no interior do Estado.

Para pilotar um jet ski, é obrigatório ter mais de 18 anos e possuir o Arrais, uma carteira de habilitação náutica que habilita o adulto a conduzir as referidas motos aquáticas. O mesmo vale para as lanchas. Ocorre que a atividade de recreação começa a oferecer perigo quando conduzida por crianças ou pessoas desabilitadas para navegação. Em caso de fiscalização, quem for pego pilotando esses veículos sem habilitação pode acabar detido e ter o veículo e a carteira apreendidos.

Tragédia

Em janeiro de 2019, uma colisão entre motos aquáticas provocou a morte da jovem Maicline da Costa, de 26 anos, quando um dos condutores teria realizado a manobra chamada “cavalo de pau”, que acabou fazendo com que houvesse perda de controle do veículo. A mulher teve uma das pernas arrancadas e morreu após chegar ao hospital. O acidente ocorreu na região da Gameleira, no Rio Acre, em Rio Branco.

Risco de afogamentos

O Rio Acre estava marcando 2,10 metros nesse domingo. A baixa no nível do rio faz com que as pessoas também se arrisquem nadando de um lado para o outro do manancial, favorecendo o risco de afogamentos. No ano passado, o Corpo de Bombeiros do Acre registrou 33 mortes dessa natureza, sendo 25 atendidas pelo batalhão que abrange Rio Branco, Bujari, Porto Acre, Senador Guiomard e Plácido de Castro e o restante nas demais cidades do interior.

Foto: Reprodução Rede Amazônica/Jornal do Acre

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Acre

Com coronavírus em alta, igrejas querem realizar Semana Evangélica

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Mesmo com os números indicando que não há uma trégua da pandemia do novo coronavírus no Acre, a Associação de Ministros Evangélicos de Xapuri (Amex) pretende realizar a 14ª Semana Evangélica, um dos maiores eventos religiosos e culturais do município, que costuma acontecer no começo de agosto.

Em reunião realizada na semana passada, envolvendo representantes das igrejas e da administração municipal, a prefeitura propôs que o evento ocorra de maneira virtual, ou seja, por meio das “lives” transmitidas via internet. Os pastores prometeram analisar a ideia, mas não gostaram da proposta.

O vice-presidente da Amex, pastor Moisés Madeira, da igreja Assembleia de Deus – Ministério de Madureira, considera que é possível que a Semana Evangélica seja realizada no mês de setembro, com base no decreto estadual que liberou o funcionamento dos templos com 20% de ocupação.

Normalmente realizado na Praça de Eventos de Xapuri, este ano, segundo Madeira, o evento ocorreria no ginásio de esportes do município, com o respeito à porcentagem de capacidade de público prevista no decreto, além da observância a todas as medidas de prevenção exigidas pelas autoridades em saúde.

A Assessoria de Divulgação Social da prefeitura afirmou que uma nova reunião sobre o assunto está marcada para o próximo dia 10, com os líderes religiosos, mas adiantou que a intenção do município é mesmo oferecer suporte técnico para que os eventos da festa evangélica ocorram por meio de lives diárias.

Igrejas podem voltar a fechar

É importante salientar que na última quarta-feira, 29 de julho, o Comitê do Pacto Acre sem Covid decidiu recomendar ao governo do estado que o funcionamento dos templos religiosos – com capacidade de até 20% do público – volte a ser liberado somente na bandeira amarela e não na fase laranja, como está vigorando há alguns dias.

Antes da recomendação do Comitê, os Ministérios Públicos Estadual e Federal já haviam feito a mesma orientação e dado prazo de 48 horas para que o governo se manifestasse. Ao que tudo indica, o governador Gladson Cameli está aguardando a nova avaliação do Pacto Acre sem Covid, que deve sair na próxima quarta-feira, 5, para tomar uma decisão a respeito do assunto.

Coronavírus em alta

Em Xapuri, os números divulgados diariamente pela Secretaria de Saúde não conspiram a favor da realização de eventos públicos. Com uma constante oscilação no registro de novos casos no decorrer dos meses de junho e julho, na última sexta-feira (31/7), o município voltou a apresentar uma nova elevação na curva de contágios.

Foram 76 novos casos apenas no último dia de julho, mês que terminou com um acúmulo de 223 confirmações para o novo coronavírus, quase a mesma quantidade (240), registrada no período anterior desde o início da pandemia – 27 de abril a 30 de junho. Até a última atualização do Boletim Municipal, Xapuri tinha 463 casos confirmados e 6 mortes por Covid-19.

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Acre

Energia elétrica de inadimplentes pode ser cortada a partir de hoje

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A energia elétrica dos consumidores inadimplentes pode voltar a ser cortada a partir desta segunda-feira, dia 3, desde que os consumidores sejam avisados. As interrupções estavam suspensas por determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desde o dia 24 de março.

Como o prazo final para a isenção ocorreu no sábado, dia 1°, os cortes só estão autorizados a acontecer a partir de hoje porque o desligamento de serviços públicos não pode acontecer nas sextas-feiras, sábados, domingos e feriados.

Baixa renda

Segundo a Aneel, enquanto durar o estado de emergência da pandemia, continua proibido o corte para alguns grupos de consumidores. Conforme o Decreto Legislativo nº 6/2020, esse prazo atualmente vai até o final de 2020.

Neste grupo estão consumidores de baixa renda; unidades onde more pessoa que dependa de equipamentos elétricos essenciais à preservação da vida; unidades que deixaram de receber a fatura impressa sem autorização do consumidor, além daquelas cobradas em locais sem postos de arrecadação em funcionamento como bancos e lotéricas, por exemplo, ou nos quais a circulação de pessoas seja restringida por ato do poder público.

Agência Brasil

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