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Hospital de Xapuri recebe desfibrilador e gestor comemora melhorias no atendimento

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O hospital Epaminondas Jácome (HEJ), de Xapuri, acaba de receber um equipamento de extrema importância para salvar vidas e que chama a atenção pelo ineditismo. A principal unidade de saúde do município jamais dispôs de um desfibrilador, que é um gerador de energia elétrica de tensão regulável capaz de estimular o coração com dificuldades de contração, podendo reanimar um paciente em situação de parada cardíaca.

A novidade, que veio acompanhada de uma impressora grande e de dois monitores multiparâmetros, foi comemorada pelo gerente do hospital, João Honorato Cardoso, que também confirmou a reforma da unidade para este ano, garantida por meio de uma emenda de bancada da Senadora Mailza Gomes (PP) no valor R$ 850 mil. Uma emenda do deputado estadual Antônio Pedro (DEM), no valor de R$ 160 mil, vai garantir, segundo ele, a aquisição de novos aparelhos de ar-condicionado para a instituição hospitalar.

O gestor ainda informou que são metas do hospital de Xapuri a reativação o centro cirúrgico, desativado há anos, e disponibilizar, de maneira permanente, um aparelho de ultrassonografia na unidade. João Cardoso aproveitou as boas informações para enviar um recado aos críticos e reclamar de matérias jornalísticas que expuseram deficiências no atendimento e que foram relatadas por usuários e até por funcionários no decorrer do ano passado.

“Àqueles que sempre torcem para que as coisas deem errado, desejando o quanto pior melhor, publicando matérias em jornais com o intuito de nos diminuir, não pretendo responder nenhum da mesma maneira, mas sim com uma gestão de bons resultados para nossa população. Eu não vim para cá com o objetivo de me promover, mas para contribuir com a melhoria da unidade e com a garantia de um melhor atendimento às pessoas”, comentou.

Em 2019, o hospital de Xapuri foi muito criticado, principalmente em razão da falta de médicos de plantão em dois dias da semana, depois que uma das profissionais do quadro efetivo do estado entrou de licença-maternidade. Usuários procuraram a imprensa em diversas oportunidades e várias reclamações feitas foram confirmadas por servidores da unidade, situação que fez com que o Ministério Público ajuizasse uma ação civil pública contra o Estado, por meio da Secretaria de Saúde.

Atualmente, a direção do hospital informa estar contando com sete médicos atuando no atendimento, o que resolveu de uma vez por todas, segundo João Cardoso, os vazios na escala de plantões semanais que tanto causaram dor de cabeça à gestão da unidade. Ele diz que a meta agora é disponibilizar, a partir de abril deste ano, a presença de dois médicos trabalhando conjuntamente nos plantões diurnos.

“Eu não sou de olhar pelo retrovisor, de ficar justificando com coisas do passado, mas sabemos das condições em que o hospital foi deixado. Isso não nos isenta da responsabilidade de dar as respostas e de resolver os problemas que existem, e isso nós estamos fazendo e temos a certeza de que o hospital está melhorando e que no tempo certo ofereceremos o serviço que a população espera”, concluiu.

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