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Empresário é sequestrado, mantido em cárcere privado e torturado por horas na Cidade do Povo

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Um empresário de 51 anos, foi sequestrado, mantido em cárcere privado, torturado por quase 5 horas e depois encontrado e salvo pela Polícia Militar na noite de segunda-feira (13) em uma residência no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.

De acordo com informações de familiares, o empresário seguia em direção a sua casa e ao passar pelo bairro Cidade Nova, no 2° Distrito de Rio Branco, encontrou um amigo e ao parar para conversar e descer da caminhonete, dois homens e uma mulher, membros da facção Bonde dos 13, o abordaram e em posse de armas de fogo anunciaram o assalto, o colocaram no banco de trás do carro e a mulher assumiu a direção da caminhonete e seguiu com destino a uma casa na Cidade do Povo.

O empresário foi amarrado e torturado por 10 criminosos por cerca de 5 horas. Os faccionários deram várias coronhadas na vítima, queimaram o empresário com ponta de cigarro, nos braços, dentro da boca, no rosto e colocaram várias vezes uma pistola municiada dentro da sua boca.

Após perceber o desaparecimento do empresário familiares entraram em contato com a Polícia que recebeu uma denúncia anônima que havia um homem sendo torturado por membros de uma facção em uma residência.

A Polícia Militar se deslocou até o local, invadiram a casa e encontraram a vítima amarrada. Três dos criminosos foram presos e sete conseguiram fugir. O empresário foi resgatado, encaminhado ao hospital e depois a Delegacia de Flagrantes.

Na noite desta terça-feira (14) o empresário voltou a Delegacia de Flagrantes para que sua caminhonete que foi encontrada abandonada num ramal no bairro Belo Jardim fosse restituída.

“Fui torturado, eles colocaram a pistola engatilhada dentro da minha boca várias vezes, me queimaram com pontas de cigarro, roubaram meu relógio, dinheiro e minha caminhonete. Se a Polícia não tivesse me encontrado eles iriam me matar” disse o empresário a reportagem do ac24horas.

O empresário chegou a informar a reportagem e ao delegado de plantão que o homem que o ex-presidiário Antônio José Bernardo de Oliveira, de 29 anos, morto com um tiro em via pública no início da tarde desta terça-feira (14) no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, foi um dos homens que o manteve em cativeiro na residência.

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