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Empresa de primos de deputado farão parte das obras da BR-364

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As obras de manutenção da BR-364 entre Sena Madureira e Cruzeiro do Sul serão iniciadas em fevereiro. As duas empresas vencedoras da licitação feita no fim de dezembro para atuar na rodovia são acreanas, a MSM da capital e Lima e Pinheiro de Mâncio Lima, no Vale do Juruá.

A empresa Lima e Pinheiro pertence a dois primos do deputado estadual Jonas Lima e do prefeito de Mâncio Lima, Isaac Lima (ambos do PT).

Os 410 km do contrato foram divididos em 4 lotes com valor de R$ 155 milhões para um período de manutenção de 5 anos da rodovia federal sob responsabilidade do DNIT.

A empresa de Mâncio Lima ficou responsável pelos lotes 3 e 4, de aproximadamente 185 quilômetros entre Feijó e o Rio Liberdade. Carlos Moraes, diretor do DNIT, cita que por enquanto, um dos lotes está em fase de recurso.

Segundo Moraes, este ano, um fato chamou atenção no processo de licitação das obras da BR-364: não houve oferta de descontos altos. “A média foi 14%, muito abaixo dos descontos anteriores de 25% a 40%. Isso porque as empresas sabem que terão um fiscalização efetiva. Ficamos satisfeitos por estarmos disciplinando o mercado, uma vez que descontos elevados trazem sérios problemas na execução contratual, pois geralmente a empresa não consegue executar os serviços ou tenta executar de maneira deficiente”.

As duas empresas que atuavam nas obras da BR-364 até o final do ano passado eram mineiras. Para o superintendente, o fato das duas empresas que passarão a trabalhar na rodovia serem acreanas poderá agilizar o trabalho. “Essa proximidade maior facilita o processo de tomada de decisões e os recursos ficam no Estado”.

O contrato de serviço na BR executado até o ano passado era de manutenção e restauração, que é a troca de asfalto saturado . O que será iniciado agora é apenas de manutenção do pavimento pelos próximos 5 anos. Não há recursos da bancada federal acreana destinados para a rodovia nesta etapa .

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Na rede

Prefeitura de Cruzeiro do Sul já pavimentou cerca de 25 quilômetros de ruas da cidade

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A prefeitura de Cruzeiro do Sul recebeu nesta segunda-feira, 20, mais 60 toneladas de insumos para a produção de 850 toneladas de massa asfáltica (asfalto quente) e continuidade dos serviços de tapa-buracos e pavimentação de ruas.

O asfalto quente é aplicado nas vias da cidade junto com o microrrevestimento com polímero, o outro produto usado pela prefeitura para o trabalho.

Para a execução a prefeitura conta com R$ 5 milhões, dinheiro da segunda parcela do empréstimo de R$15 milhões que o prefeito Ilderlei Cordeiro, fez junto à Caixa Econômica Federal. Outros R$ 750 mil foram repassados pelo governo do Estado à prefeitura.

Desde o início da ação , a prefeitura de Cruzeiro do Sul já tapou buracos e pavimentou cerca de 25 quilômetros em 21 bairros. O serviço de tapa buracos leva asfalto quente e o recapeamento é feito com o microrrevestimento.

No bairro da Várzea , o trabalho alcançou todas as vias da localidade junto com a sinalização das ruas. O mesmo serviço é executada agora no Alumínio.

Na Várzea, a moradora Marigleide Oliveira, destaca que “nosso bairro está de cara nova. Nossa rua, antes, será só um caminhozinho e mato dos lados. Agora está toda pavimentada”.

O aposentado Francisco Carneiro ressalta a valorização das casas da Várzea com a pavimentação completa do bairro. “Isso aqui só era lama e agora temos realidade diferente e claro as casas ficaram mais valorizadas”.

A meta segundo o prefeito Ilderlei Cordeiro, é alcançar todas as vias de Cruzeiro do Sul. “As frentes de trabalho estão atuando em vários bairros, pois compreendemos a importância de gerar qualidade de vida, segurança e garantir o direito de ir e vir dos cruzeirenses. Agradeço a Deus pelas condições necessárias, por termos nos organizado financeiramente para que não falte investimento e assim possamos ampliar os benefícios públicos. Em oito meses, já realizamos mais de 20% do recapeamento das nossas vias”.

 

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Na rede

Empresários e políticos acreanos vão ao Peru em fevereiro para encontro de integração

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Cerca de 70 empresários, políticos acreanos e peruanos realizarão em Pucallpa, nos dias 10 e 11 de fevereiro, o Encontro Empresarial Acre Ucayali onde tratarão de negócios de interesse dos dois grupos. Haverá Rodas de Negócios e Feira de Produtos.

No encontro de dois dias, os empresários vão prospectar entre si, oportunidades de negócios e meios para a concretização de importação e exportação de itens brasileiros e peruanos.

Na Feira os empresários peruano vão apresentar itens de 15 setores industriais como energético, florestal, agroindustrial e outros.

De Cruzeiro do Sul, a expectativa segundo o presidente da Associação Comercial do Alto Juruá, Luís Cunha, é que 20 empresários sigam na viagem. “Essa é a continuidade desse movimento de Integração iniciado no ano passado e agora vamos definir potencialidades dos produtos e ver as ações em execução nos dois países”.

A expectativa é pela abertura da Estrada, a partir de Mâncio Lima, até Pucallpa. Enquanto a rodovia não é concretizada, políticos e empresários buscam a regularização de voo entre Pucallpa e Cruzeiro do Sul para a concretização da integração comercial entre os dois países.

O evento é organizado pelo governo do Estado do Acre, Grupo de Integração Regional Acre, prefeitura de Cruzeiro do Sul, governo do Departamento de Ucayali, prefeitura de Pucallpa, Câmara de Comércio, Indústria e Turismo de Ucayali. O apoio é da Federação das Indústrias – FIEAC, Associação Comercial do Alto Juruá e outras constituições.

TRILHA HÁ 38 KM DO PERU

A trilha feita pelo governo do Estado do Acre para definição do eixo central da rodovia até Pucallpa, já passou no Parque Nacional da Serra do Divisor e está há 38 km da fronteira com o Peru. No lado brasileiro são 130 quilômetros.

A trilha, que é o levantamento topográfico, é a primeira fase da futura obra. Em seguida será feito o levantamento florestal, para mapeamento das espécies que estão a 30 metros para cada lado desse eixo, quando haverá o levantamento das espécies florestais.

“Nesse levantamento é feita a verificação das espécies protegidas por lei e quais servirão para manejo”, explica Francimar Cavalcante, coordenador do Grupo de Integração Regional Acre.

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