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Rio Branco ainda não sinalizou com aumento da tarifa de ônibus

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Com a tarifa de R$ 4,00, Rio Branco é um das 18 capitais do país que ainda não sinalizou com aumento do preço em 2020. A informação é do Portal do G1, responsável pelo levantamento.

A publicação revela que Sete capitais do Brasil (Boa Vista, Campo Grande, Brasília, Macapá, Recife, São Paulo e Vitória) tiveram reajuste na tarifa de transporte público neste ano. Em Maceió, há sinalização de reajuste, mas ele depende de aprovação do prefeito e do governador.

Recentemente um jornal do Piauí fez um levantamento reunindo os valores do transporte público de todas as capitais do país, contabilizando aquelas que trazem a tarifa mais alta entre os ônibus tradicionais e que circulam apenas dentro do perímetro urbano, e Rio Branco registrou a décima tarifa mais cara do país.

O último reajuste da passagem foi concedido em julho de 2018 e desde aquela época o preço está congelado. A passagem, que era de R$ 3,50 passou para R$ 4, para quem vai pagar no dinheiro. Os passageiros que usam bilhetagem eletrônica vão pagar R$ 3,80. O valor de R$ 1 para os estudantes foi mantido.

Veja, abaixo, os principais dados do levantamento:

– 7 cidades tiveram reajuste: Brasília, Macapá, Vitória, Campo Grande, Boa Vista, São Paulo e Recife

– Na capital pernambucana, apenas o metrô ficou mais caro (a previsão é que os ônibus aumentem em fevereiro)

– No Rio, não houve reajuste no ônibus, mas trens e barcas ficam mais caros em fevereiro; o metrô deve aumentar em abril

– Em Maceió, o reajuste foi aprovado, mas ainda falta sanção do prefeito, e o caso está em discussão no Ministério Público

– Em 18 capitais, não há sinalização de alteração: Rio Branco, Manaus, Salvador, Fortaleza, Goiânia, São Luís, Cuiabá, Belo Horizonte, Belém, João Pessoa, Curitiba, Teresina, Natal, Porto Alegre, Porto Velho, Florianópolis, Aracaju e Palmas.

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Acre

TCE condena Marcinho Miranda a devolver mais de R$ 500 mil

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O ex-prefeito de Xapuri, Marcio Pereira Miranda, mais conhecido como “Marcinho Miranda”, foi condenado nesta terça-feira (21) pelo Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE) a devolver mais de R$ 500 mil em decorrência de prestações de contas irregulares.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do TCE.

Segundo o TCE, ocorreu divergência do saldo de caixa para o exercício seguinte de R$ 438.031,47, o que ocasionou em incorreções nos lançamentos contábeis e a não comprovação de saldo para exercício seguinte.

O órgão decidiu por condenar Marcinho, a devolução aos cofres da municipalidade o valor de R$ 519.475,95 e ao pagamento de multa no valor de R$ 50 mil correspondente a 10% do total a ser devolvido.

Por fim, o TCE determinou ao atual prefeito de Xapuri, Ubiracy Vasconcelos, a recondução imediata dos valores da despesa de pessoal aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)

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Acre

Petecão é o segundo que mais se ausentou para missões fora do país

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O levantamento do Congresso Em Foco mostra que em 2019, o Senado autorizou 750 pedidos de licenças dos senadores. Estes pedidos foram utilizadas pelos congressistas para justificar o não comparecimento em sessões deliberativas destinadas à votação de propostas no Plenário da Casa, às quais os senadores são obrigados a comparecer.

Segundo esse levantamento, não há nenhum senador acreano entre os mais assíduos mas um deles é citado pelo CEF. O senador Sergio Petecão que mais recorreu à Missão com Ônus foi Sérgio Petecão. O senador, diz o levantamento, estava no exterior do país em sete das vezes em que o Plenário da Casa estava em votação. Coreia do Sul, Sérvia, Estados Unidos e Peru foram os países em que Petecão esteve em missão. “Ainda houve outra viagem a um país que não foi informado e não consta nos dados disponibilizadas pelo Senado”, informa o Congresso Em Foco.

O senador Irajá, do PSD do Tocantins, apresentou 8 vezes o requerimento de Missão com Ônus, sendo o senador que mais solicitou este pedido e o que mais se ausentou das sessões por estar fora do país.

O senador Jader Barbalho (MDB-PA) ficou na 1ª posição no ranking dos senadores que mais faltaram às sessões, com ausências justificadas ou não. Ele apenas compareceu a 16 das 75 sessões analisadas, contabilizando um índice de falta de 78,67%. A maioria delas foi justificada por atividades parlamentares (40 vezes) e licença saúde (15 vezes). Porém, o senador finalizou o ano legislativo sem justificar quatro de suas ausências.

Veja o levantamento na íntegra: https://congressoemfoco.uol.com.br/legislativo/senadores-tiveram-750-ausencias-remuneradas-em-2019-veja-os-mais-faltosos/

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