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Gladson abre para empresas de fora fornecerem uniforme escolar

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Logo após a divulgação da notícia de que o governo do Acre iria entregar gratuitamente os novos uniformes aos alunos da rede pública estadual, uma campanha com críticas negativas à aparência do novo fardamento começou a circular na web. Não se sabe quem iniciou, mas até uma petição online foi aberta em desfavor do modelo atual das fardas escolares.

O fato aborreceu o governador Gladson Cameli, que falou neste domingo, 12, da suspeita de que até mesmo algumas empresas que seriam contratadas para confeccionar as peças estariam no meio. Por isso, decidiu reverter o decreto que cria Programa de Compras Governamentais com Incentivo à Indústria Local. De acordo com Gladson, o motivo do descontentamento de algumas empresas com o novo uniforme seria a exigência de que o material usado para fazer as peças deveria ser de alta qualidade.

“Vou cancelar o decreto que permitia apenas empresas acreanas para fornecer novo fardamento escolar. Vou abrir, agora, para empresas e pessoas de todo o Brasil que queiram vir fornecer aqui”, afirmou em um vídeo transmitido ao vivo em seu perfil oficial no Facebook.

Cameli se disse bastante incomodado com o fato de algumas pessoas criticarem até mesmo as boas ações de sua gestão. “Parece que tem uma meia dúzia que nunca está satisfeita. Querem mudar o fardamento por que? Quero coisa boa, malha boa. Este aviso não é para os que estão trabalhando direito, é para uns e outros que estão criando “nove horas”, argumentou.

O decreto mencionado pelo governador dizia que as licitações e aquisições diretas na forma da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, deverão priorizar a aquisição de produtos fabricados por indústrias instaladas no Estado do Acre, sendo admissível a utilização de credenciamento, por meio de chamamento público, com respeito à isonomia e à publicidade, mediante a repartição isonômica de demanda das aquisições.

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Com 62% recebendo auxílio, Acre lidera ranking dos Estados

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Todos os estudos sobre o Auxílio Emergencial destacam a importância do benefício para o Acre. O último levantamento, divulgado pela consultoria Famivita, especializada em fertilidade humana, diz que o Acre lidera o ranking dos Estados que mais recebem o AE: 62% dos entrevistados acreanos disseram que receberam o seguro.

“Diante da pandemia a responsabilidade pela sobrevivência dos brasileiros fica de certa forma, nas mãos do governo, que através do Auxílio Emergencial conseguiu chegar à 80% dos lares mais pobres do país; e a 85,2% daqueles com renda domiciliar per capita de até R$ 242,15. Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são referentes ao mês de junho de 2020; conforme demonstrados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19″, diz a Famivita.

Dentre todas as entrevistadas 46% receberam esse auxílio do governo. Porém, o auxílio não foi disponibilizado para quase metade dos participantes.

Para 57% das famílias com filhos pequenos, ele foi entregue.

As mulheres também foram as que mais receberam em comparação aos homens, 47% elas e 42% eles.

No Espírito Santo e na Bahia, pelo menos metade dos participantes estão usufruindo deste benefício.

No Rio de Janeiro e em Minas Gerais, 47% e 44% receberam o auxílio respectivamente.

Já em São Paulo, estado com mais mortes, 44% das participantes receberam ou recebem o auxílio emergencial do governo.

O estado que menos recebeu o auxílio entre as participantes é Santa Catarina, com 39%.

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Acreanos utilizaram mais carro de passeio ou de empresa em viagens para fora do estado, diz IBGE

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O Instituto de Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, 12, uma pesquisa que aponta que apenas 22,5% dos acreanos realizaram alguma viagem no terceiro trimestre de 2019. A pesquisa é resultado de um convênio entre o IBGE e o Ministério do turismo.

Dos 267 mil domicílios acreanos visitados, em apenas 22,4% a pesquisa averiguou a ocorrência de alguma viagem que havia sido finalizada nos três meses anteriores à entrevista, enquanto que em 76,6% dos domicílios não foram registradas viagens, 51,6% alegaram ter sido por falta de dinheiro, 21% por não ter necessidade e 12,2% por falta de tempo.

Dos 51.000 (19,3%) de domicílios onde ocorreram viagens, 20% ocorreram por motivos profissionais e 80% por motivos pessoais, incluindo, as viagens nacionais e internacionais.

As viagens por motivo profissional se caracterizaram por, na maior parte das vezes, ocorrer com apenas 1 viajante, enquanto nas viagens por motivo pessoal predominam as viagens com 1 a 3 viajantes.

No Acre, no período pesquisado, 9/% (58.000) das viagens analisadas foram nacionais e 2% (2.000) foram internacionais. Das 60 mil viagens investigadas, 48 mil foram por motivo pessoal.

No período analisado, 30,6% das viagens por motivo pessoal ocorreram em visita a parentes, 29,2% para tratamento de saúde e bem-estar, 17,1% em busca de lazer.

A casa de amigos ou parente foram os mais comuns representando 64% dentre as alternativas. Em segundo lugar ficou a opção hotel ou flat (19,4%), na terceira colocação está o imóvel próprio (2,5%). As pousadas não apresentam participação elevada, entretanto, na análise regional, por exemplo, o Rio de Janeiro alcançou (10%).

Os resultados sobre o principal meio de transporte utilizado na viagem apresentaram o carro particular ou de empresa (28%), seguido por avião (21%) e o ônibus de linha (14,4%) como as modalidades mais utilizadas no deslocamento. Se, por um lado, as viagens com finalidade pessoal não tiveram forte participação do avião como principal meio de transporte, por outro lado, as viagens profissionais apresentaram importante uso desta categoria.

As regiões mais visitadas pelos acreanos foram Sudeste (39%), seguida pela Nordeste (27,8%), Sul (16,5%), Centro-Oeste (8,4%) e Norte (7,9%).

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MPF quer punir responsáveis por danos a geoglifos no Acre

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil público e requisitou à Polícia Federal a instauração de inquérito policial para apurar os danos causados a um sítio arqueológico localizado na Fazenda Crichá (atual Fazenda Campo Grande), localizada no município de Capixaba, a 70km de Rio Branco, capital do Acre, bem como para buscar a responsabilização civil e criminal por tais danos.

As providências foram adotadas a partir do recebimento de um relatório de fiscalização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e, posteriormente, de uma denúncia do pesquisador Alceu Ranzi, reforçando a gravidade do tema.

O inquérito civil tem por objetivo determinar os danos causados pela ação humana neste caso específico e à sua reparação ao final da apuração, o que pode ocorrer por meio judicial ou por composição extrajudicial.

Dentre as diligências iniciais determinadas pelo MPF no inquérito civil, está a requisição ao Iphan de informações sobre a caracterização e a extensão dos danos causados ao sítio arqueológico, as medidas que devem ser adotadas para eventual reparação ou mitigação dos danos, dentre outras.

O MPF também oficiou ao Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC) a fim de que informe se, objetivando conferir proteção a sítios históricos ou arqueológicos, foram exigidos estudos prévios ou a anuência do Iphan no procedimento de licenciamento das atividades realizadas na área em que se encontra o sítio arqueológico denominado “Fazenda Crichá”.

Já o inquérito policial, cuja instauração foi requisitada, investigará eventual responsabilidade pelos crimes previstos na lei de crimes ambientais (Lei n. 9.605/1998), que tutela este tipo de sítio, especialmente protegido pela Lei n. 3.924/1961.

A finalização de ambos os inquéritos depende da realização de diligências e por essa razão não há previsão exata para seu encerramento.

Desde 2007, o MPF busca, junto aos órgãos responsáveis, a proteção dos geoglifos, tendo inclusive ajuizado ação civil pública na qual a Justiça Federal entendeu que a ação do Iphan era suficiente no caso. Desde então, dos mais de 500 geoglifos conhecidos, apenas um foi tombado, e o MPF continua cobrando e acompanhando estes processos, com a intenção de que a preservação dos sítios seja efetivada.

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Nasce filha da senadora Mailza e James Gomes: “presente de Deus”

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O momento tão esperado pela senadora Mailza Gomes e o marido James Gomes chegou hoje, dia de 10 agosto, às 17h, em Brasília. Nasceu Theodora! A herdeira tão aguardada pelos pais e a família Gomes neste ano de 2020.

Theodora será a caçula da família. A senadora Mailza e o ex-prefeito James Gomes estão casados há 17 anos e já são pais de Helena, de 8, e Henry Miguel, de 12 anos. Theodora chegou ao mundo com 3,6 kg e medindo 48 cm.

Mailza foi a primeira senadora na história do Senado a engravidar durante o exercício do mandato. “Queria muito que ela nascesse no Acre, mas devido a pandemia e por não poder viajar, o médico recomendou que toda a gestação fosse acompanhada aqui, desde o pré-natal até o nascimento. Me sinto como se fosse o primeiro filho: um misto de emoção, alegria e gratidão por essa dádiva, esse presente de Deus”, disse a senadora minutos antes do parto.

Na gravidez, a senadora optou por trabalhar até o dia de ir para maternidade. Dentre as ações, pediu agilidade na liberação de recursos para estado, votou medidas importantes de combate ao coronavírus e destinou recursos para custeio da saúde nos municípios do Acre.

James acompanhou e tirou fotos do parto da nova herdeira. “Bem-vinda Theodora. Estamos muito felizes. Difícil explicar em palavras o que estamos sentindo. Um amor tão grande que não cabe em mim. Elas passam bem e Theodora já está mamando no peito”, informou.

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